Mortes em nome da honra

Texto de Ali Sina. Tradução de khadija kafir em 03- 02- 2016  Link para o texto original.

Prezado Senhor Ali Sina,

Meu ajudante e eu queremos que o senhor nos esclareça o que os assassinatos em nome da honra têm a ver com o Islã. Será que isso é apenas uma característica da cultura árabe, ou é como o abuso doméstico, etc.?

Obrigado

Bob Richman

Querido Bob

Os assassinatos em nome da honra não estão prescritos no Alcorão nem em nenhum Hadith. Todavia, é uma consequência natural do etos islâmico da misoginia. As mulheres no Islã são consideradas fontes de vergonha. Maomé disse que elas são awrah que pode ser traduzido como objeto de vergonha.

“Ali relatou que o profeta disse: ‘as mulheres têm 10 (‘awrah). Quando ela se casa, o marido encobre uma delas, e quando ela morre a tumba cobre as dez’.” [1]

O que é ‘awrah’? A Enciclopédia do Islã define ‘awrah’ como ‘pudendum’, que é a genitália externa, principalmente a feminina. A palavra ‘pudendum’ vem do Latim pudenda que significa senso de vergonha e modéstia. Então ‘awrah’ significa um objeto de vergonha e precisa ser coberto. [2]

De acordo com o seguinte hadith, as mulheres não apenas têm dez ‘awrah’ mas a própria mulher em si mesma é sentida como ‘awrah’:

“A mulher é ‘awrah’. Quando sai de casa, o diabo lhe dá boas vindas. [3]

Se uma mulher perder sua ‘awrah’ por causa de um estupro, ela se torna objeto de vergonha e a única maneira de remover a vergonha e também restaurar a honra é removendo aquela mulher contaminada.

Então você pode dizer que os assassinatos em nome da honra são algo cultural, mas é uma cultura que está profundamente enraizada na mentalidade islâmica e deriva dela. É um hábito praticado em todos os países islâmico. Quanto mais religioso um país, mais populares são os assassinatos por honra.

Às mulheres se pede: “permanecei em vossos lares; e não exibais vossos adornos”. (Alcorão 33:33)

Uma mulher que transgrida essas ordens se torna a fonte da vergonha para sua família. Ela vai se tornar imprópria para o matrimônio, ela e a família dela se tornam objeto de cochicho para todo mundo. A família inteira pode perder o prestígio. Ninguém daria uma filha para os irmãos daquela jovem em casamento e ninguém casaria com suas irmãs. A família, e até os parentes mais distantes são vilificados e se tornam párias. A mulher deve ser então sacrificada, mesmo que ela seja vítima de estupro.

Mas você – como mulher – não precisa ser estuprada para se tornar uma ‘awrah’ exposta e trazer a vergonha para sua família. Se você desobedecer a seu pai que consentiu que você se casasse com uma determinada pessoa e você o desonrar; se você escapar de casa por alguma razão, incluindo o abuso, você trouxe a vergonha para sua família e poderá ser perseguida pelos seus próprios pais -ou até a sua mãe- e ser morta. Se você rejeitar um pretendente, seu orgulho pode ser ferido e ele pode sentir a necessidade de jogar ácido no seu rosto para restaurar a honra dele.

Se você é uma mulher, você deve se lembrar de que trouxe vergonha e desgraça para seu pai e todo mundo na sua família no dia em que nasceu e precisa cobrir essa vergonha. Você é um awrah, uma pudendum, algo do qual sentir vergonha, algo para esconder. Quando você vai para a casa de seu marido, seus pais podem respirar mais aliviados. Somente a cova irá encobrir a vergonha que trouxe a este mundo. Mas enquanto estiver viva, é seu dever religioso ser modesta e cobrir esta vergonha e não causar a desgraça de seus guardiões homens. Eles são seus guardiões; e você, a vergonha deles. Homens muçulmanos têm autoestima baixa, mas eles compensam sua inferioridade inflando seu ego. Se você é parente deles, eles sentem como se possuíssem você. Qualquer coisa que você faça atinge seu ego gigante. Se fizer algo que chame atenção; ou na pior das hipóteses, seja deflorada, todos eles se sentem ultrajados e têm direito de enterrá-la para restaurar a honra.

paquistaneses protestam contra mortes em nome da honra

O assassinato em nome da honra é teoricamente contra a lei em todos os países islâmicos, mas geralmente as penas são brandas. Frequentemente se pega um ano de cadeia ou apenas alguns meses. Os juízes são muito “compreensivos” e simpatizam com os agressores, que também estão tristes com a morte da pessoa querida. Muito provavelmente o juiz faria a mesma coisa. Todos concordam que é uma situação infeliz que não tem solução a não ser tirar a vida da pobre garota. Frequentemente os irmãos e os pais abraçam o cadáver sem vida e choram amargamente após esfaqueá-la até a morte ou estrangulá-la. Não escutam seus gritos para que poupem sua vida, mas certamente eles choram após a haver matado.

Por outro lado, se você sobreviver a tudo isso, conseguir ir a casa de seu marido e der filhos a eles, sua situação fica estável. Daí em diante, e em proporção ao número de filhos que der a ele, você ganha respeito e prestígio. Talvez quando você for uma mulher de meia idade, e os filhos sejam fortes o suficiente, e seu marido um velho decadente, você pode até dar um cascudo na cabeça dele e insultá-

lo para o deleite da alma. Mas precisa ter os filhos ao seu lado para apoiá-la em todos os momentos. É uma manobra delicada que precisa ser planejada desde muito cedo. Então pode se tornar uma tirana; e ele, o seu vassalo. Mas só umas poucas mulheres podem saborear o doce sabor do sucesso. As que conseguem, o fazem muito bem.

“Essas graças estão exclusivamente entre as mãos de Deus. Ele as concede a quem lhe apraz. Alcorão 57:29

Ali Sina,

Obrigado por explicar este tópico com tantos detalhes. Há, no entanto, um ponto que não ficou bem claro. Será que você nos pode explicar a demência que permitiria UM IRMÃO ESTUPRAR A PRÓPRIA IRMÃ e depois levar a mãe de ambos a matar a própria filha para restaurar sua honra? Pra mim – inocente que sou –  pensava que a desonra nesses casos fosse o irmão.

Obrigado,

Bob Richman

mortes em nome da honra 2

Querido Bob,

Há muitas coisas no islã que nem você, nem eu, nem ninguém mais entende. Em tais casos devemos dizer: “Alá sabe mais”  (Alcorão 22: 68) e parar de pensar. Se você seguir esse conselho, o Islã fará todo o sentido!

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[1] Kanz-el-‘Ummal, Vol. 22, Hadith No. 858. ver também Ihy’a

[2] do Latim “pudenda”.

[3] Ihy’a ‘Uloum ed-Din por Ghazali, Dar al-Kotob al-‘Elmeyah, Beirut , Vol II, Kitab Adab al-Nikah, p. 65.

O Ocidente se vende à Sharia

Neste artigo, a ex-muçulmana Wafa Sultan explica como as pessoas do ocidente, que de uma maneira muito covarde, estão facilitando a islamização de sua própria cultura.

Texto de Wafa Sultan. Tradução de khadija kafir (04-11-2015). Link para o original.

Não cabe dúvidas de que a liberdade de expressão, a base sobre a qual se constrói a civilização e a democracia, sofre um perigoso ataque em muitos países ocidentais por parte de uma série de organizações líderes e indivíduos que se alinham com as instituições muçulmanas. Todos promovem a fantasia da condição de vítima do povo muçulmano, ignorando suas atrocidades e cedendo a exigências cada vez maiores.

Os muçulmanos em todo o mundo impõem aos não muçulmanos a obrigação de aceitar e de tirar importância de forma deliberada o alcance e a magnitude da ameaça islâmica que a guerra santa ou jihad representa para o tratamento que recebe a mulher no Islã. Tal e como está aprovado pelos ditames da Sharia, os muçulmanos também impedem que os não muçulmanos expressem opiniões críticas contra o Islã.

Como é que conseguem? Acusam qualquer um que faça uma análise sólida dos textos islâmicos de ser um intolerante, uma pessoa cheia de ódio ou diretamente o qualificam de ser um “islamofóbico”. Estar em desacordo dá lugar a julgamentos por “delitos de ódio” não tipificado de maneira clara, assim como a ameaça de distúrbios, violência e boicote. No pior dos casos, os muçulmanos assassinam aos não muçulmanos junto com aqueles muçulmanos valentes que se atrevem a desafiar o controle mental e a supressão.

Faz apenas alguns dias, o corajoso Lars Hedegaard foi condenado pelo que se considera um “crime de ódio” devido a umas declarações supostamente racistas. No entanto, o senhor Hedegaard dizia a verdade. Queria que o público fosse consciente de como a violência islâmica pela “honra” está generalizada, são os casos em que se pede aos membros da família que matem a mulher para assim recuperar a honra dessa família. A família sempre é declarada culpada, enquanto que isso não sucede com o estuprador. O mesmo acontece com os supostos casos de adultério, inclusive quando há provas mais além da “percepção” dos juizes, que podem considerar culpável a mulher, como aconteceu com Hena em Bangladesh, que foi sentenciada a receber 300 chicotadas e que morreu durante o castigo.

Durante os trinta e dois anos que vivi na Síria, presenciei em primeira pessoa incontáveis atos de excessiva violência e crueldade. Como médica ativa na Síria, vi e tratei infinitas mulheres vítimas de abusos, qua haviam recebido surras brutais ou que haviam sido estupradas com a aprovação tácita da Sharia e a defesa da “honra” da família. Essas mulheres que tratei são o mesmo tipo de vítima da violência por honra a que se referia o senhor Hedegaard e pelo que foi condenado pelas pessoas que deveriam estar defendendo os mesmos valores que todos valorizamos no Ocidente.

Não obstante, ao suprimir a liberdade para expor as atrocidades e a crueldade que sofrem as mulheres muçulmanas, o ocidente enfraquece a sua posição como grupo de cidadãos respeitados e valorizados. É o que quer conseguir os líderes dos governos? Por acaso as mulheres muçulmanas que sofrem de forma terrível sob a lei Sharia, inclusive no Ocidente, não são merecedoras da proteção dos ditos governos?

Como médica, me preocupa o esforço coordenado por parte dos islamistas e seus cúmplices no Ocidente para desestabilizar o direito básico à livre expressão e exposição daquilo que há para corrigir. O horrendo ataque do 11 de setembro deixou claro que não existe um só lugar no planeta imune ao extremismo islâmico. Minha história pessoal pode se aplicar a qualquer um, como por exemplo, o professor de oftalmologia que tive na faculdade de medicina na Síria, que foi assassinado por disparos diante de nós porque ensinava também as mulheres.

Enquanto existam em nossa sociedade muçulmanos que promovam a lei Sharia islâmica e que trabalhem sem descanso para aplicá-la, em nossas sociedades livres, teremos que nos informar, nos mantermos vigilantes e ativos na hora de defender nossas liberdades. É um problema que deveria nos preocupar a todo e ao que deveríamos prestar muita atenção.

Não estou aqui para animar ninguém contra os muçulmanos. Por favor, devem compreender que os muçulmanos são meu povo e não poderiam mudar o fato de que nasci em um país muçulmano e em uma cultura islâmica. O motivo pelo qual vim aqui é para desmascarar o verdadeiro rosto do Islã e mostrar que é uma ideologia intolerante e detestável, incluindo o modo com que tratam as mulheres.

Osama bin Laden já está morto, mas a terrível e intolerante lei Sharia que ele praticava com devoção continua existindo e prospera. A vida de bin Laden e os horríveis atos que cometeu são uma prova clara de que os islâmicos são vítimas de um dogma insuportável que lhes afasta do sentido comum inerente à pessoa e lhes transforma em bestas humanas.

Desde uma idade muito tenra fazem uma lavagem cerebral neles para que acreditem que o Islã tem a obrigação de controlar todo o mundo e que sua missão na Terra é lutar para conseguir este objetivo. Por isso, os fins justificam os meios: humilhar, torturar ou assassinar outras pessoas é uma missão divina.

Lara Logan, a jornalista da CBS cobriu a recente revolução no Egito, rompeu o muro do silêncio em um programa chamado 60 minutos, ao tratar da violência sexual a que foi submetida por ser mulher e jornalista estrangeira. Tal como ela explicou, a multidão de egípcios que lhes atacou “realmente desfrutou ao ver minha dor e sofrimento. Isso os instigou a cometer mais atos violentos”.

Para muitos ocidentais este é um relato do tratamento chocante e do constante assédio que recebem tanto as mulheres estrangeiras como as nascidas no Egito. Esta prática persiste graças ao ensinamento dado aos muçulmanos para serem hostis contra a mulher e humilhá-la. Como se isso fosse pouco, os muçulmanos consideram que tão somente a vítima é culpada, posto que, ao que lhes parece, a vítima não cumpre por inteiro as restrições islâmicas em relação à roupa e o comportamento e, por isso “seduz” aos homens. Por azar, em sua entrevista, Logan acabou se submetendo ao politicamente correto e evitou usar as palavras “muçulmano” ou “Islã” em relação com a temível experiência de perseguição sexual que havia vivido.

Permitam-me que compartilhem com os senhores algumas histórias pessoais. Estes são relatos que tão somente confirmam o deplorável episódio que experimentou Lara Logan e demonstram que o abuso contra a mulher é a ordem do dia no mundo muçulmano. Minha própria sobrinha foi obrigada a se casar com seu primo quando tinha 11 anos e ele tinha mais de quarenta. O matrimônio era válido de acordo com a lei Sharia porque o profeta Maomé se casou com sua segunda mulher, Aisha, quando ela tinha seis anos e ele mais de cinquenta. Minha sobrinha sofreu durante muitos anos abusos espantosos e não tinha direito a pedir o divórcio. Ela escapava da casa de seu marido e fugia para a casa de seu pai, onde suplicava: “por favor, deixe-me que fique aqui. Prometo ser sua criada até o último dia de vida. Ele é tão agressivo, não posso suportar esta tortura mais tempo”. Seu pai respondia: “é uma vergonha que uma mulher abandone a casa de seu marido sem permissão. Volte e eu prometo que falarei com ele”. Aos 28 anos, minha sobrinha se suicidou atando fogo em si mesma e deixou quatro filhos.

Quando trabalhava como médica na Síria, presenciei muitos delitos que se cometiam na minha sociedade em nome do Islã. Em uma ocasião, enquanto trabalhava em um povoado pequeno, uma mulher que beirava quase os quarenta anos veio em minha consulta se queixando de náuseas, vômitos e dor nas costas. Ao examiná-la, vi que estava grávida de três meses. Enquanto eu lhe dava a notícia, caiu da cadeira, começou a gritar e a dar tapas no rosto. “Eu suplico que me resgate do desastre em que me encontro. Meu filho vai me matar. Não importa a minha vida, mereço morrer, mas não quero que meu filho manche as mãos com meu sangue”.

— Qual é o problema, Fátima? —perguntei.

—Meu marido morreu faz cinco anos e me deixou sozinha com quatro filhos. Seu irmão me viola cada dia em troca de comida para os filhos. Se ele souber que estou grávida, mandará meu filho de quinze anos me matar para evitar a humilhação pública.

Eu a mandei para a consulta a um ginecologista. Quando voltou duas semanas mais tarde, estava emagrecida, abatida e doente. “Eu voltei para agradecer”, disse ela. “Mas fizeram a intervenção para tirar o feto sem anestesia. Eu não tinha dinheiro suficiente para pagar os sedativos, assim o médico procedeu sem eles. A dor era insuportável, quase morro”.

Em relação a minha própria história, meu marido partiu para os Estados Unidos um ano antes. Quando solicitei os passaportes para meus filhos, o funcionário de turno se negou a me dar porque de acordo com a lei Sharia islâmica, eu não tinha capacidade mental para ser a tutora legal dos meus filhos. Assim, portanto, me pediram que trouxesse um dos homens da família de meu marido para obter seus passaportes.

Nenhum dos homens da família de meu marido vivia em nossa cidade exceto um de seus primos. Era um alcoólatra e devido a seu mal caráter, meu marido nunca havia desejado que eu o conhecesse. Para resumir, direi que fui a sua casa e lhe subornei com cinquenta libras sírias, que equivalem a um dólar. Ao sair do edifício de imigração não pude pensar nas coisas absurdas que nós mulheres muçulmanas enfrentamos. Apesar de ser médica, não tinha capacidade mental suficiente para ser tutora de meus filhos, mas um bêbado podia controlar todo o meu destino.

É óbvio que os ensinamentos da minha fé não coincidem com meus direitos básicos e, claro, que não me respeitam como profissional. Por exemplo, sob a lei islâmica Sharia, os homens muçulmanos têm controle absoluto sobre as mulheres da sua família. Um pai pode casar sua filha com qualquer idade e com o homem que quiser, sem o consentimento dela.

O que é mais dramático é que essas histórias que compartilho com os senhores não são eventos isolados. Servem de amostra as trágicas vivências de milhões de mulheres muçulmanas em todo o mundo, inclusive das que vivem aqui na Europa e na América do Norte. Diariamente, se produzem incontáveis casos de violência doméstica nos que a vítima é a mulher muçulmana: estupros, assassinatos por honra que costumam ser ignorados por aqueles que se chamam “progressistas”, que asseguram ser defensores dos direitos humanos.

Muitos desde as instâncias do poder perseguem através dos tribunais os valentes que se atrevem a alçar a voz e mostrar a deprimente realidade da violência exercida contra a mulher muçulmana e a dura realidade em geral da lei Sharia. Muitos proíbem a nossa sociedade de rotular a discriminação do Islã e o maltrato a mulher. Obviamente, somos testemunhas agora, sobretudo na Europa, da gravidade das consequências para aqueles que se atreveram a falar.

Consequentemente, permita-me que lance um desafio aos que se encontrem do lado equivocado da história: como é possível que uma mulher muçulmana crie um filho para pensar de maneira justa quando ela mesma está oprimida? Sem dúvidas, um filho que ao crescer veja que todos tratam sua mãe sem respeito, que está marginalizada e maltratada, o mais seguro é que acabe com uma visão distorcida, assumindo que esse tipo de comportamento é permitido e é o normal, de modo que será capaz de realizar atos de crueldade similares aos que sofreu Lara Logan nas mãos da multidão. Acaso este é um dilema que afeta as relações entre Ocidente e o mundo muçulmano?

Lamentavelmente, os muçulmanos e seus facilitadores seguirão desafiando os que não estão de acordo. Temos que tomar uma decisão. Podemos continuar cedendo ou podemos convencer as pessoas para que se unam a nossa causa se deixamos claro que protegeremos nossas liberdades e patrimônios custe o que custar.

No mês passado no programa de televisão Real Time que é apresentado e dirigido por Bill Maher, comediante americano, ele disse: “o Islã é a única religião que te mata quando não está de acordo com sua doutrina. Eles afirmam: “olhem, somos uma religião de paz… e se não estiver de acordo cortaremos sua cabeça”. Maher previu que haveria poucos que se atreveriam a criticá-los”.

Somos um desses poucos que os criticamos. Aqui estamos com a percepção nítida e a convicção para identificar, denunciar e, oxalá, marginalizar aos inimigos do mundo livre. Estamos aqui para impedir a destruição de nossos valores pelas mãos daqueles que aspiram a nos escravizar sob o duro e intolerável julgo da lei chamada Sharia.

Quando uma mulher que vive governada pela Sharia do Islã emigra a um país livre do Ocidente, pode iniciar um caminho de transformação completa, tal e qual foi o meu caso. Agora que sou livre, não tenho que permitir que nenhuma autoridade política ou religiosa viole meus direitos. Nos Estados Unidos sou uma pessoa igual a todas as demais.

Mas como podemos esperar que o resto das mulheres muçulmanas nas diferentes partes do mundo livre se emancipem quando existem instituições judiciais que ajudam a suprimir sua necessidade urgente de liberdade ao castigar aos que tentam protegê-las, como aconteceu com Lars Hedegaard, Geert Wilders, Elisabeth Sabaditsch-Wolff, Kurt Westergaard, Jesper Langballe, Ezra Levant, Rachel Ehrenfeld, Joe Kaufman e Mark Steyn, entre outros. O Ocidente demonstra indiferença com muita frequência enquanto o Islã rebaixa a sua sociedade. Hoje em dia vivemos tempos difíceis.

A partir de hoje eu não dou de mão beijada o desfrute dos meus direito e, por isso, seguirei lutando para protegê-los, não somente por mim, senão também por todas as mulheres muçulmanas. Como cidadãos do mundo livre, temos que ter a atitude moral para lutar e defender nossa liberdade ao denunciar o abuso totalitário do Islã contra as mulheres.

O inimigo conta com aliados malignos e involuntários. Estamos obrigados a chamar a atenção aos que cedem ante a doutrina opressiva do Islã, a aqueles que nos debilitam e a todos e que causam nosso declive, alguns de forma voluntária e outros sem ter dita intenção. Temos que ser conscientes de que estamos em guerra. Devemos manter com determinação inquebrantável nossa postura como elementos que neutralizam as forças do mal. Não podemos ficar no meio do caminho, deve-se detê-los a cada passo.

Não moderaremos nossas palavras. Utilizaremos o vocabulário apropriado para chamar as coisas pelo seu verdadeiro nome. Não cessaremos de pressionar até conseguir uma clareza moral, um discurso intelectual aberto com as definições precisas de nossos objetivos frente aos seus.

A partir de agora vamos cunhar uma nova palavra: “verdadeirófobos” para responder a todos aos que nos chamam “islamofóbicos”. Posto que seu medo irracional da verdade é um fator prejudicial para nossa sobrevivência como povos livres.

Não deveríamos ignorar a amarga realidade da doutrina Sharia do Islã. Tão somente alcançaremos uma vitória real se o fazemos com espírito de autêntico desejo de explorar com transparência e com uma busca da verdade livre do medo. Uma cultura que não respeita a metade de sua população não poderá nunca prosperar e crescer. Por isso o fato de que esteja proibido qualquer intento de crítica em relação ao Islã e que a crítica seja susceptível de castigo é algo que os povos que amam a liberdade não podem ignorar e ao que deveriam se opor energicamente.

Durante os anos que vivi na Síria, chorei com frequência porque sofria. Agora sou uma mulher livre e continuo chorando por todas as outras mulheres muçulmanas no mundo. Sonho com um futuro em que as muçulmanas sejam capazes de desfrutar da liberdade. Este é um sonho que deveria ser possível para todo ser humano e é nosso trabalho tentar constantemente este objetivo.

Desafio a qualquer dos responsáveis pelo julgamento contra Lars Hedegaard a que reconsidere as terríveis consequências das absurdas alegações feitas contra ela. Não voltemos a Europa a Idade Média.

Permitamos que prevaleça a liberdade de expressão.

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wafa_al_jazeera2Sobre a Autora: Wafa Sultan é uma ex-muçulmana nascida na Síria e que mora hoje nos E.U.A. Formada em psiquiatria, Wafa Sultan ganhou notoriedade mundial ao aparecer na rede de televisão árabe Al-Jazeera e no YouTube expondo com coragem as barbaridades do mundo islâmico e dizendo que o mundo vive um confronto de civilizações, no qual o Islã representa a barbárie. Wafa Sultan é autora de A God Who Hates (um Deus que odeia), em que expõe a crueldade do Islã com as mulheres. Ela afirma que o ocidente pode ganhar esta luta.

Safiyah, a esposa judia do profeta

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Texto de Ali Sina (2010). Publicado por Khadija Kafir em 09-08-2015. link para o original

A história seguinte é sobre Safiyah Bint Huyai Ibn Akhtab, a mulher judia que foi capturada quando as tropas de Maomé atacaram Khaibar e a trouxeram ao profeta como partilha do saque. Maomé ordenou que Kinana, o jovem marido de Safiyah, fosse torturado à morte para fazê-lo revelar o paradeiro do tesouro da cidade. Na noite exata do assassinato, ele levou Safiyah para a cama e a reivindicou como troféu. A história é relatada por Tabari em detalhes. Também pode ser encontrada na Sira de Ibn Ishaq. O seguinte trecho está relatado no livro de Tabaqat, compilado por Ibn Sa’d. Dois anos mais antes, Maomé tinha decapitado Huyai, o pai de Safiyah junto com 900 homens de Bani Quraiza.

Huyai Ibn Akhtab, pai de Safiyah, foi o líder de Bani Nadir, uma das tribos judaicas de Medina. Maomé tinha exilado Bani Qainuqa’, outra tribo judaica da mesma cidade, e estava cobiçando a riqueza de bani Nadit. Ele estava procurando por uma desculpa.

Enquanto isso um de seus seguidores tinha traiçoeiramente assassinado dois viajantes e tinha roubado seus pertences. A bandidagem se tornou a maneira de vida para os muçulmanos. Todos os comércios e negócios em Medina tinham desaparecido após a migração de Maomé e a única maneira de as pessoas sobreviverem era através dessa bandidagem.

Quando esta pessoa relatou seu crime para Maomé e pagou a ele os 20% que eram devidos, Maomé pensou em um plano. Ele disse ao homem que tinha feito um trato com os Bani’Amer para não matá-los e agora tinham que pagar um trato. Ele então foi a Bani Nadir e falou que uma vez que eles tinham um acordo, deviam pagar. Essa foi uma exigência ultrajante. O acordo de Medina era unilateral e foi imposto aos judeus. Até aí dizia que os judeus lutarão contra os invasores. Não havia cláusula dizendo que eles eram passíveis de multa pelos crimes cometidos pelos muçulmanos. Maomé pensou que com certeza o povo de Bani Nadir iria fazer objeção a esta injusta exigência e ele usaria essa desculpa para se livrar deles.

 Fortaleza Kheibar.

 Safiyah tinha 17 anos e era muito bonita. Quando Maomé assaltou Kheibar, ele matou muito homens desarmados. As pessoas não estavam prontas para a guerra. Eles foram pegos de surpresa. Maomé não era um guerreiro. Ele era um terrorista. Suas guerras são chamadas gazwah (assalto, emboscada, ataque súbito).

Maomé aí capturou Kinana e o torturou. Ele queria saber onde ele tinha escondido os fundos da cidade. Ele pressionou ferro quente em seus olhos e ateou fogo ao seu peito até que Kinana morresse.

Nesse momento alguém viu Dihya tendo a posse de Safiyah, a linda noiva de Kinana, sente inveja e informa a Maomé que a noiva de kinana é muito bonita e que ele deveria ficar com ela para si. Maomé ordena a Bilal que a encontre e a traga. Bilal encontra Safiyah com sua prima, outra jovem, irmã de Kinana, e traz as duas mulheres a Maomé. Dihya também vai.

Quando a irmã de Kinana viu o corpo mutilado de seu irmão, e o corpo mutilado de outro homem que era seu marido, ela ficou histérica e começou a gritar. Maomé fica furioso, dá um tapa nela, e grita: “levem essa diaba para longe de mim”. Momentos depois, ele disse a Bilal: “Não tem compaixão de desfilar com as mulheres em frente dos corpos de seus amados”? Bilal respondeu: “Fiz de propósito. Eu desejei ver o pesar e a raiva aflorarem”.

Maomé então pegou Safiyah a sua tenda e desejou fazer sexo com ela naquela mesma noite. Afinal ela era “o que sua mão direita possuía” e o Alcorão 4:24 diz que é lícito aos muçulmanos estuprar mulheres capturadas em guerras.

O seguinte é de Tabaqat.

Safiyah nasceu em Medina. Ela pertencia à tibo judaica de Banu ‘l-Nadir. Quando essa tribo foi expulsa de Medina no ano 4 depois da Hégira, Huyai foi aquele que estabeleceu a fértil colônia de Khaibar junto com Kinana ibn-al-Rabi’ com quem Safiyah tinha se casado um pouco antes de os muçulmanos atacarem Khaibar. Ela tinha então 17 anos. Ela tinha sido formalmente a esposa de Sallam ibn Mishkam, que se divorciou dela. O profeta se casou com Safiyah. Ela foi enfeitada e maquiada para o profeta, por Umm Sulaim, a mãe de Anas ibn Malik. Eles passaram a noite lá. Abu Ayyub al-Ansari guadou a tenda do profeta a noite toda. Quando, na madrugada, o profeta viu Abu Ayyub passeando pra cima e para baixo, ele perguntou o que isso significava. Respondeu: “eu estava receoso por causa dessa jovem mulher. Você matou seu pai, seu marido e muitos parentes dela, e até recentemente ela era uma descrente. Eu estava receoso por você estar na companhia dela”. O profeta rezou por Abu Ayyub al-Ansaria (Ibn Hisham, p. 766). Safiyah tinha pedido ao profeta para esperar até que ele tivesse ido um tanto longe de Khaibar. “Por quê?”-perguntou o profeta. “Eu estava receosa pelos judeus que por acaso ainda estivessem em khaibar!”

A razão pela qual Safiyah rejeitou os avanços sexuais de Maomé deveria ser óbvia para qualquer pessoa. Eu creio que a maioria das mulheres preferiria lamentar a pular na cama com o assassino de seu pai, do marido e de muitos parentes no mesmo dia de sua morte. Mas o fato de o profeta de Alá, esta “graça de Deus para toda a criação”, não poder controlar suas necessidades sexuais por um dia a fim de deixar esta jovem garota sentir seu luto, diz muito sobre seu caráter moral. Ele era completamente privado de consciência e empatia.

Quanto ao resto da história, nós não temos certeza se é real ou fabricada pelos historiadores muçulmanos para eliminar a aparência de estupro. Mas as fontes são tudo que nós temos e precisamos nos apoiar nestes parciais documentos narrados e escritos por muçulmanos.

A história prossegue em dizer que Abu Ayyub estava preocupado com a segurança do profeta porque ele (Maomé) tinha matado o pai de Safiyah, o marido e seus parentes. Isto faz sentido. É uma bobagem dormir com uma mulher depois de matar seus entes queridos. Mas a desculpa de Safiyah para rejeitar os avanços de Maomé não parece razoável. Quando Maomé levou essa jovem para sua tenda, ele já tinha matado muitos judeus e acorrentado outros. Se sobrassem ainda outros judeus, eles estariam mais preocupados com suas próprias vidas do que com Safiyah ser estuprada. Esta desculpa parece tola e é obviamente forjada para parecer que Safiyah queria fazer sexo com Maomé, e se não queria era porque estava preocupada com sua segurança. A depravação da mente muçulmana é um poço sem fundo. Eles são um bando de idiotas que acreditam em qualquer baboseira sem pensar, mas eu estou com aqueles que podem ver que as desculpas são uma mentira.

No dia seguinte uma Walima (festa de casamento) foi arranjada em nome do profeta…”

Note que o historiador está dizendo que a festa aconteceu no dia em que Maomé ficou em privacidade com Safiyah e teve seus avanços sexuais com ela. Isto não consistia nenhum problema para o profeta, pois ele tinha seu Alá para revelar um verso dizendo que está tudo bem em dormir com mulheres capturadas em guerra sem casar com elas, mesmo que as mulheres mesmas já sejam casadas.

E todas as mulheres casadas (são proibidas a vós) exceto aquelas (cativas) que a mão direita possui… (Surata 4:24)

O verso acima mostra que Maomé não acreditava que os escravos possuíssem direitos. Se muçulmanos chegarem ao poder, este será o destino de todas as mulheres não muçulmanas. Muçulmanos não podem mudar o que Maomé disse ou fez.

Isto é confirmado em outro lugar.

Alcorão 23: 1-7

1-Venceram os crentes;
2- Que são pios nas suas orações;
3-E desprezam as conversas fúteis;
4- E dão o que é devido as pobres;
5- E refreiam a sua concupiscência;
6- Exceto com suas esposas e servas – e neste caso não são censurados;
7- Aqueles que cobiçam outras mulheres, são eles os transgressores
.

Continuemos com a história de Safiyah.

As outras esposas do profeta mostraram seu ciúme com atitudes descorteses sobre sua origem judaica. Mas o profeta sempre a defendia. Uma vez Safiyah foi vexada ao extremo pelos insultos de todas as mulheres árabes do profeta. Ela levou a queixa ao profeta, que sentiu grande compaixão dela. Ele a consolou e encorajou. Ele disse: “Safiyah, tenha coragem e seja forte. Elas não são de maneira alguma superiores. Diga: Sou filha do profeta Harun, sobrinha do profeta Musa, e uma esposa do profeta Maomé”.

Quando ela foi trazida com os outros prisioneiros, o profeta disse a ela: “Safiyah, seu pai sempre manteve inimizade comigo até que Alá tomou a decisão final”. Ela disse: “Mas Alá não pune um pelos pecados de outro”.

Isto contradiz o comportamento do próprio Maomé que aniquilou o povo Bani Qainuqa inteiro com o pretexto de que alguns deles tinham matado um muçulmano em retaliação à morte de um judeu. Ele baniu uma tribo inteira, fazendo-os pagar pela morte de um muçulmano, e aquele muçulmano já tinha matado um judeu. Mas isso não importava a Maomé. Ele precisava de uma desculpa para pôr a mão em sua riqueza.

Isto tudo é apesar do verso que diz “… nenhuma alma carregará o fardo de outra alma” (Surata 53:38). Também não foi Alá quem teve a decisão final.

Vejam como esse homem abominável lavou as mãos de seu crime. O pai de Safiyah foi morto por Maomé não por Alá. Se Deus quisesse matar todas aquelas pessoas, ele poderia ter feito isso sozinho. Deus não precisa de mercenários para satisfazer sua vontade.

O profeta então deu a ela a escolha de voltar a se juntar a seu povo e ter liberdade, ou aceitar o Islã e ter uma relação matrimonial com ele.

Dar a ela uma escolha? Que escolha? Maomé tinha matado seu marido e todos os seus parentes. Onde ela podia ir? Se juntar a seu povo? Que povo? Os homens foram mortos; e as mulheres, escravizadas.

“Ela era muito inteligente e gentil e disse: ‘Ó mensageiro de Alá, eu esperei pelo Islã, e o confirmei antes de seu convite. Agora tenho a honra de estar em sua presença, e tenho a escolha entre a infidelidade e o Islã. Juro por Alá, que Alá e seu mensageiro são mais caros a mim do que minha própria liberdade e a junção ao meu povo’”.

Tal confissão, se existiu, foi sincera? Ela tinha segurança ou liberdade para dizer o que ela pensava? Ela foi escravizada por um homem que tinha exterminado sua família. Vê a referência feita a sua “liberdade”. Isto mostra claramente que ela não era livre. De fato, ela deve ter sido inteligente de fabricar essas mentiras para salvar sua própria vida. Mas a verdade é que esta história é provavelmente falsa.

“Quando Safiyah se casou, tinha por volta de uns 17 anos e era extremamente bonita. Uma vez Aisha disse umas coisas sobre sua baixa estatura, sobre o que o profeta repreendeu: “você disse uma coisa que se fosse jogada ao mar, se misturaria com ele e faria suas águas poluídas”. (Abu Dawud). Ela não apenas o amava imensamente, mas o respeitava como mensageiro de Alá, pois tinha ouvido as conversas de seu pai e tio depois que foram a Medina. Quando o profeta migrou a Medina, eles chegaram a conhecê-lo e descobrir que ele era o veraz mensageiro de Alá mencionado nas escrituras. Quando eles voltaram e conversaram juntos naquela noite, Safiyah estava na cama os escutando. Um deles disse: ‘O que acha dele’? Replicou: ‘Ele é o mesmo profeta previsto nas nossas escrituras’. Então o outro falou: ‘E então o que deve ser feito’? A resposta foi que eles deveriam se opor a ele com toda a força”.

Dá pra acreditar nessa história narrada por Abu Dawud? Como é possível que dois judeus reconheçam Maomé como o profeta previsto em suas escrituras e decidam se opor a ele? Isto desafia toda a lógica. Alguém tem que ser “deficiente em inteligência” ou um muçulmano para crer nesta baboseira.

Ela estava profundamente apaixonada pelo Maomé, o assassino de seu pai e marido? Quão estúpidos devem ser os muçulmanos para acreditarem nesta narração? Como é que uma jovem de 17 anos se apaixona por um homem de idade com um dente quebrado e cheiro fétido? Leia meu livro PARA ENTENDER MAOMÉ para aprender como ele era deformado e cheirava mal (obs. o livro terá versão em Português este ano NT).

É duvidoso que estas sejam as palavras de Safiyah. Se ela disse tal coisa, ela estava mentindo para ficar segura, mas duvido que ela tenha dito tal coisa. Tudo que nós precisamos é um cérebro em funcionamento para descobrir onde os muçulmanos mentem.

Por que iria alguém decidir opor-se com toda força contra aquele que é sabido de ser o prometido em suas próprias escrituras? Onde na Bíblia Maomé é prescrito? A Bíblia menciona Maomé? Leiam esse artigo para ver as mentiras patéticas dos muçulmanos. Maomé não é mencionado na Bíblia ou em nenhum texto sagrado.

“Então Safiyah estava convencida da veracidade do profeta. Ela não poupou esforços para cuidar dele e providenciar todo conforto que pudesse pensar. Isto foi evidente desde que ela foi trazida a sua presença após a queda de Kheibar.”

Vejam como o escritor se contradiz em uma página. Apenas algumas linhas antes nós lemos que ela tinha sido capturada e levada a Maomé como uma prisioneira. Ela não foi por conta própria. Ela foi levada a Maomé porque ela era jovem e bonita.

“O profeta tinha um ligeiro rancor contra ela por ela ter se recusado quando ele quis ter privacidade com ela no primeiro momento (da jornada). Na outra parada, o profeta teve privacidade com ela e passou toda a noite em sua companhia. Quando a ela foi perguntado por Umm Sulaim: ‘o que viste no mensageiro de Alá’? Ela disse que ele estava muito satisfeito com ela e não dormiu nada, mas ficou conversando com ela a noite toda. Ele perguntou: ‘Porque você se recusou da primeira vez quando eu quis ter privacidade’? Ela dissera: ‘Eu estava receosa por causa da proximidade dos judeus. Isto aumentou meu mérito a seus olhos’”. (Tabaqat)

Bukhari também grafou alguns Hadith contando a invasão de Kheibar e como Maomé conheceu Safiyah.

 Relatou ‘Abdul ‘Aziz:

Anas disse: Quando o apóstolo de Alá invadiu Khaibar, nós oferecemos a oração do Fajr bem cedo pela manhã quando ainda estava escuro. O profeta cavalgou e Abu Talha cavalgou também e eu estava cavalgando atrás de Abu Talha. O profeta passou pela fronteira de Khaibar rapidamente e meu joelho estava tocando a coxa do profeta. Ele descobriu sua coxa e eu contemplei-lhe a brancura. Quando ele entrou na cidade, ele disse: ‘Allahu Akbar! Khaibar está arruinada. Sempre que nós nos aproximamos de uma nação hostil para lutar, o mal será daqueles a quem advertimos’. Ele repetiu isso três vezes. As pessoas saíram para trabalhar e algumas delas disseram: ‘Maomé chegou’. Alguns de nossos companheiros acrescentaram: ‘com seu exercito’. Conquistamos Kheibar, pegamos os cativos e o espólio foi coletado. Dihya veio e disse: ‘Ó profeta de Alá, vai e pega qualquer escrava’. Ele pegou Safiya bint Huyai. Um homem veio ao profeta e disse: ‘Ó apóstolo de Alá! Você deu Safiyah bint Huyai para Dihya e ela ainda é a senhora das tribos dos Quraiza e Na-Nadir e ela não é boa para ninguém a menos que seja para você’. Então o profeta disse: ‘Traga-o com ela’. Então Dihya veio com ela e quando o profeta a viu disse a Dihya: ‘Tome qualquer escrava entre as cativas’. Anas acrescentou: O profeta então a alforriou e a desposou’.

Thabit perguntou a Anas: ‘Ó Abu Hamza! O que o profeta pagou a ela (como Mahr)’? Ele disse: ‘ela mesma foi seu Mahr posto que ele a alforriou e então casou com ela. Anas acrescentou: No caminho, Um Sulaim a vestiu para o matrimônio e à noite a enviou como noiva do profeta. (Sahih Bukhari 1.367)

Mahr é o dote que uma noiva obtém do marido quando ele se casa com ela. Maomé não pagou a Safiyah seu Mahr porque ele tinha que pagar a si próprio por tê-la alforriado. Esta história é significante, pois nos dá um insight sobre a moral e os valores éticos de Maomé e seus ignorantes seguidores. Maomé era um psicopata. Mas os muçulmanos não têm vergonha. Eles cultuam um psicopata e querem que nós os respeitemos. A estupidez merece respeito? Pelo modo de seguir um homem insano, cada um deles age de modo insano.

Qualquer pessoa decente ou normal sente repulsa por histórias como essa, ainda assim Maomé ensinou que ele iria receber duas recompensas por casar com Safiyah. Uma por ter alforriado alguém que ninguém a não ser ele mesmo havia escravizado; e a outra por casar com ela.

Abu Musa relatou que o mensageiro de Alá (que a paz esteja sobre ele) disse que quem libertasse uma mulher e casasse com ela teria uma recompensa dupla. (Sahih Muslim Book 008, Number 3327)

Não é repulsivo? Deixemos de lado este estúpido discurso politicamente correto e chamemos as copas de copas e as espadas de espadas. Os muçulmanos são um bando de idiotas. Como é que essas pessoas podem ficar mais burras?

Relatou Anas:

O profeta ofereceu a oração do Fajr perto de Khaibar quando ainda estava escuro e aí disse: “Allahu-Akbar! Khaibar está destruída, pois todas as vezes em que nós nos aproximamos de uma nação hostil para combater, então o mal será a madrugada daqueles a quem advertimos’. Então os habitantes de Khaibar saíram correndo pelas estradas. O profeta já tinha matado todos os guerreiros, suas proles, e as mulheres tomadas como cativas. Safiyah estava entre as cativas. Ela primeiro caiu na partilha de Dahya Alkali, mas depois ela pertenceu ao profeta. O profeta fez de sua alforria seu Mahr (presente). (Sahih Bukhari V.5 B.59 N.512)

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para esse ano.

Juwairiyah

Texto de Ali Sina (2010). publicado por khadija kafir em 07-08-2015

As guerras que aconteceram na península arábica, antes do Islã, eram insignificantes em comparação àquelas instigadas por Maomé e outros líderes muçulmanos. Estas guerras antigas eram centradas em diferenças tribais e se resumiam a lutas e querelas entre os lutadores. Com o advento do Islã, veio não só a guerra, mas um inflexível genocídio e terror que rapidamente se tornariam componentes integrais do expansionismo islâmico posterior.

Os anos mais longínquos da carreira profética de Maomé em sua cidade natal Meca foram pacíficos. Depois de 13 anos pregando, não mais de 80 ou 100 pessoas aderiram à sua causa. Nem todos eram hábeis lutadores. Isto explica porque aqueles anos foram pacíficos: os maometanos não tinham força para lutar. Logo que Maomé imigrou para Medina e a população árabe daquela cidade aceitou sua religião, ele começou a assaltar e a fazer pilhagem, primeiro entre mercadores de caravanas e depois entre comunidades humanas.

Depois de um curto tempo reforçando sua posição entre os árabes de Medina, ele formou um cerco no alojamento judeu de Bani Qainuqa, uma população próspera de ourives e ferreiros; e depois de confiscar a propriedade deles (vinhedos e casas) bem como seus pertences (joias e brasões), ele os baniu da casa de seus ancestrais. Daí ele bateu o olho em Banir Nadir, outra tribo judaica de Medina. Ele fez a mesma coisa com esse povo. Matou seu líder e muitos homens capazes, e depois de confiscar suas propriedades e riquezas, os expulsou de Medina. Em nenhum dos dois casos, os judeus ofereceram resistência.

Encorajado por suas vitórias sobre essas fracas pessoas não combatentes e não ameaçadoras, que concordaram em desistir de seus bens em troca de suas vidas; e instigado por uma insaciável cobiça e ganância de poder, o apóstolo de Alá então mirou o olho em outras tribos da Arábia vivendo fora de Medina. Desta vez era a hora de bani al-Mustaliq. Bukhari, o grande biógrafo de Maomé, relata o ataque contra bani al-Mustaliq na história seguinte:

Relatou Ibn Aun:

Escrevi uma carta para Nafi e ele replicou que o profeta tinha subitamente atacado Bani Mustaliq sem aviso, enquanto eles estavam displicentes e seu gado estava sendo banhado nos lugares que tinham água. Seus homens combatentes foram mortos e suas crianças e mulheres foram feitas cativas; o profeta capturou Juwairiya naquele dia. Nafi disse que Ibn ‘Umar havia contado a presente narração e que Ibn ‘umar estava naquele exército. Bukhari Volume 3, Livro 46, número 717.

Este mesmo hadith é grafado em Sahih Muslim Livro 019, número 4292, o que aumenta sua autenticidade. Maomé moldou sua religião a partir do judaísmo na esperança que os judeus fossem os primeiros a guardar seu chamado. Para seu pesar, os judeus não tiveram interesse em sua religião e ele nunca os perdoou por isso. Ninguém rejeita um narcisista sem provocar sua ira. Maomé ficou tão bravo que até mudou a direção da Qiblah (a direção para onde o muçulmano deve olhar enquanto ora) de Jerusalém para a Caaba, que na época era apenas um templo de ídolos; e fez dos judeus um bode expiatório para juntar seguidores a sua volta.

Os árabes de Medina eram geralmente um bando de povos analfabetos com pouca técnica e frequentemente pobres que viviam do trabalho nos vinhedos dos judeus e oferecendo outros serviços a eles. Eles eram originalmente imigrantes do Iêmen, enquanto os judeus eram mestres do negócio e proprietários das terras, e chamavam Medina de lar por 2000 anos. Eles eram presa fácil. Maomé cercou suas riquezas, escravizou suas mulheres e crianças e distribuiu tudo entre os árabes.

Ele convenceu seus seguidores que assaltar e matar é ordenado por Deus. A partir daí, sua carreira profética se tornou muito lucrativa, uma que podia mudar sua sorte, e estabelecer sua nova religião em sua trilha de guerra e conquistas militares. Maomé enviou um de seus companheiros, Bareeda bin Haseeb, para espiar Bani al-Mustaliq. Depois de avaliar a situação, ele ordenou que seus homens atacassem. Os muçulmanos vieram de Medina no segundo dia do mês de Shaban no ano cinco depois da Hégira, e acamparam em Muraisa, um lugar que ficava a nove marchas de Medina.

O texto seguinte foi tirado de um site islâmico:

A notícia do avanço das forças muçulmanas já tinham alcançado Haris. Em pânico, seus homens o desertaram e ele mesmo tomou refúgio em algum lugar desconhecido. Mas a população local de Muraisa formou um exército contra os muçulmanos e lançou uma chuva de flechas de modo bem consistente. Os muçulmanos lançaram um ataque súbito e furioso e derrotaram o inimigo, que ficou com muitas vítimas e aproximadamente 600 pessoas foram aprisionadas. No meio do saque estavam 2.000 camelos e 5.000 cabras.

Dentre os prisioneiros de guerra estava Barra, a filha de Harris, que mais tarde se tornou Hazrat Juwairiyah, a consorte do profeta sagrado. De acordo com a tradição prevalente, todos os prisioneiros foram feitos escravos e distribuídos entre os soldados muçulmanos vitoriosos. Hazrat Juwairiyah caiu no lote de Thabit bin Qais. Ela era a filha do líder do clã, portanto sentiu muito a derrota e a desgraça em ser feita escrava de um soldado muçulmano comum. Ela pediu para que ele a soltasse mediante o pagamento de um resgate. Thabit concordou com isso se ela pudesse pagar nove auqias de ouro. Hazrat Juwairiyah não tinha dinheiro na hora (como se ela pudesse sacar em um banco. Maomé tinha confiscado tudo que ela e seu povo possuíam. Como ela teria dinheiro?)

Ela tentou angariar dinheiro através de contribuições, e se aproximou do profeta sagrado também com essa intenção. Ela disse a ele: “Ó profeta de Alá! Eu sou a filha de Al Haris bin Zarar, o cabeça de todos da tribo. Sabes que é por acaso que nosso povo é feito cativo (por acaso? Eu pensei que Maomé os tivesse assaltado) e eu cai na partilha de Thabit bin Qais; e pedi que me libertasse considerando meu status, mas ele recusou. Por favor, faça um gesto de caridade e me salve da humilhação”.

O santo profeta ficou comovido (ahhh, ele ficou comovido. Que lindo!) e perguntou à mulher cativa se ela queria algo melhor. Ela perguntou que coisa era aquela. Ele disse que pagaria seu resgate e casaria com ela se ela quisesse. Ela concordou com essa proposta. Então o sagrado profeta pagou o montante do resgate e a desposou”.

A narrativa acima é a história de como Maomé casou com Juwairiyah como foi grafada por historiadores muçulmanos. O interessante é que Maomé faz o seu deus louvá-lo com versos tais como “E és, com certeza, de um caráter eminente”. (Alcorão 68:4) e “O mensageiro de Deus é um belo exemplo para os que confiam”. (33:21). A pergunta que não quer calar: ele era realmente um padrão de moral sublime e bom exemplo a ser seguido?

Primeiro ele ataca uma população sem aviso e a pega de surpresa. Isto se chama terrorismo. Por quê? Porque eles eram um alvo fácil e eram abastados. Como usual, ele mata os homens desarmados, saqueia seus pertences, e daí escraviza o resto. Esse é o comportamento de um mensageiro de Deus?

O narrador diz: “de acordo com a prática prevalente, todos os prisioneiros eram feitos escravos e distribuídos entre os soldados muçulmanos vitoriosos”. Enquanto lemos a história do Islã, nós realmente vemos que esse era realmente o costume prevalente dos muçulmanos através de sua história sangrenta. Mas a pergunta é: um mensageiro de Deus deve agir assim?

Maomé chamou a si mesmo de misericórdia de Deus para todos os mundos (21:107). Qual é a diferença entre ser a “misericórdia de Deus” e ser um rude gangster saqueador? Se essa era a prevalência entre os árabes, não podia um mensageiro de Deus mudá-la? Por que se meter em práticas tão bárbaras? Ele não disse que veio para dar exemplo a todos? Ele veio dar exemplo ou imitar as más condutas das pessoas da época?

Os apologistas dizem que Maomé ficou “tocado”. Obviamente ele não foi movido pela compaixão, mas pela luxúria. O homem era sem coração. O que o movia eram seus genitais. Maomé não libertou Juwairiyah porque ele sentiu pena dela, mas porque ele a almejava para si. Ao contrário do que o que as pessoas pensam, Maomé não queria converter as pessoas a sua religião. Seu desejo real era poder, riqueza e dominância. A religião era um pretexto. Ele pesava cada caso e considerava os benefícios. Na maioria dos casos, era mais lucrativo que as pessoas não se convertessem ao Islã, mas fossem mortas e seus pertences fossem saqueados.

 Se às pessoas fosse dada alguma escolha, elas poderiam temer a derrota e se converterem ao Islã. Daí Maomé não poderia roubar suas riquezas. Maomé não deu aviso à Bani Mustaliq e muitos outros a quem ele tomou de assalto, venceu e saqueou.

Muslim, outro biógrafo de Maomé relata:

“Ibn ‘Aun relatou: eu escrevi a Nafi perguntando se era necessário estender (aos descrentes) um convite a aceitar o Islã antes de se meter em luta com eles. Ele escreveu (em réplica) que era necessário nos períodos iniciais do Islam. O mensageiro de Alá fez um saque em Banu Mustaliq enquanto eles estavam desavisados e seu gado estava bebendo água. Ele matou aqueles que lutavam e aprisionou outros. Naquele mesmo dia, ele capturou Juwairiyah bint al-Harith. Nafi disse que este hadith foi relatado a ele por Abdullah b. Umar que estava pessoalmente entre as tropas saqueadoras.” Muslim Livro 019 número 4292.

Os guerreiros muçulmanos levaram a cabo essa Sunna (exemplos estabelecidos por Maomé) depois de sua morte. Quando um exército muçulmano invadia uma cidade, eles não permitiam que o povo se convertesse ao Islã por três dias. Durante esses três dias eles matavam tantos homens quanto podiam, pilhavam suas propriedades e estupravam suas filhas e esposas. Somente depois que uma cidade era dizimada e as jovens mulheres e crianças que podiam ser vendidas como escravas eram capturadas a brutal campanha de islamização começava, com seu mandato de converter ou morrer. Aos judeus e os cristãos era dada a proteção, mas só se entrassem no estado da dhimmitude. Dhimmi quer dizer protegido. Mas os dhimmis tinham que pagar por essa proteção. O pagamento conhecido como Jizyah era a fonte de renda para os muçulmanos, que pensavam que podiam viver como parasitas pelo trabalho dos dhimmis.

Relatou Juwairiya bin Qudama At-Tamimi:

Nós dissemos para Umar bin Al- Khattab, ‘Ó cabeça dos crentes! Aconselha-nos!’ Ele respondeu: ‘eu aconselho a obedecer à conveniência de Alá (feita com os Dhimmis) pois é a conveniência do seu Profeta e a fonte de vida de seus dependentes (as taxas dos Dhimmis)”. Volume 4, Livro 53 Número 388:

Aisha, que acompanhou o profeta em sua expedição, narra como Juwairiya foi capturada.

Quando o profeta – paz esteja sobre ele – distribuiu os cativos de Banu Almustaliq, ela (Barrah) caiu no lote de Thabit ibn Qyas. Ela era casada com o primo, que morreu na batalha. Deu a Thabit uma escritura, concordando pagar a ele uma quantia em ouro pela sua liberdade. Ela era uma mulher muito bonita. Cativava qualquer homem que a visse. Ela veio até o profeta – a paz esteja sobre ele – para ajudá-la nessa matéria. Tão logo que eu a vi ante a porta do meu quarto, tomei uma aversão por ela, pois eu sabia que ele a enxergaria como eu a enxergava. Ela entrou e eu disse a ele quem ela era, a filha de al-Harith ibn Dhirar, o cabeça de seu povo. Ela disse: ‘você pode ver o estado em que estou. Caí no lote de Thabit, e dei a ele uma escritura em resgate; e vim aqui pedir ajuda nessa questão’. Ele disse: ‘você quer algo melhor do que isso?’ Livrá-la-ei de seu débito e casarei com você’. Ela disse: ‘sim. Então é o mensageiro de Alá!’  ‘Feito’- ele respondeu”.

Esta história põe termo a qualquer argumento sobre os motivos reais para Maomé ter tantas mulheres. Não era para ajudar as viúvas, mas porque elas eram jovens e bonitas. Maomé assassina o marido de Juwairiyah, que era também seu primo. Cativado por sua beleza, ele se oferece a libertá-la, mas na condição que ela se case com ele. Depois de vir à Maomé pedir sua ajuda, este autoproclamado profeta “misericórdia de Deus para a humanidade” apresenta a ela uma escolha difícil, cujo preço era tornar-se a esposa do assassino de seu marido. Que outra escolha ela tinha?

Os apologistas muçulmanos insistem que a maioria das esposas de Maomé eram viúvas e querem que acreditemos que Maomé casou com elas por caridade. A verdade é que elas eram jovens e bonitas. E se eram viúvas, isso era porque o próprio Maomé havia assassinado seus maridos. Juwairiyah tinha apenas 20 anos; Maomé, 58.

 O resto da história é mesclado com meias verdades e exageros, de maneira tal que mancha a maioria dos hadiths.

Foi dito que o profeta – paz esteja sobre ele – afastou-se do local do ataque com Juwairiyah e estava em Dhuljaysh, ele a confiou para um dos Ansar e partiu em direção a Medina. Seu pai, al-Harith, descobriu que ela era feita cativa e voltou a Medina levando a quantia do resgate de sua filha. Quando ele alcançou al-Aqia, olhou para os dois camelos que havia trazido em resgate e os admirou, então ele os escondeu em uma das passagens de al-Aqia. Daí ele veio até o profeta – a paz esteja sobre ele – arrastando os camelos atrás de si e disse: ‘Minha filha é muito nobre para ser mantida em cativeiro. Liberte-a mediante este resgate’. O profeta – paz esteja sobre ele – replicou: ‘não é melhor deixa-la escolher?’. ‘É justo’, disse al-Harith. Ele se dirigiu à filha e disse: ‘Este homem está deixando você escolher, então não nos desonre!’ ‘Escolho o mensageiro de Alá’, disse calmamente. ‘Que desgraça!’- exclamou.

O profeta – paz esteja sobre ele – daí disse: ‘onde estão os dois camelos que você escondeu em al-Aqia na passagem tal e tal?’ al-Harith exclamou: ‘Testemunho que não há Deus, mas Alá, e que você, Maomé, é o mensageiro de Alá! Pois ninguém saberia disso a não ser Alá’. Ibn-i-S’ad em seu ‘Tabaqat’, afirma que o pai de Juwairiyah pagou seu resgate e quando ela ficou livre, o santo profeta a desposou. Como resultado desse casamento, todos os prisioneiros de guerra – cerca de 600 – foram libertados pelos muçulmanos, uma vez que eles não gostavam que nenhum membro da família do profeta fosse feito escravo.

É difícil dizer quais partes da história são verdadeiras. Mas não é difícil notar as contradições contidas dentro da história principal. Nós lemos que Maomé pagou o resgate a Thabit, o captor de Juwairiyah e então casou com ela. Depois lemos que Hairth, o pai de Juwairiyah pagou o resgate.

Quanto ao fato de Maomé ter habilidades psíquicas por saber de uma determinada informação tal como a dos camelos, nós podemos concluir que essas assertivas são falsas. Em muitas ocasiões Maomé demonstrou precisamente o contrário, e provou que ele não tinha de maneira alguma habilidades psíquicas, quanto mais prescientes, pois falhava em discernir ou ter através da divina benção, a informação que ele queria. Por exemplo, quando assaltou Khaibar, ele torturou Kinsns o tesoureiro da cidade até a morte, de modo que pudesse extrair dele a informação que levaria ao paradeiro dos tesouros.

Observe que neste exemplo em particular os árabes exibiam um padrão moral superior ao do profeta. Eles libertaram os parentes de Juwairiyah quando souberam que o profeta a havia desposado. Maomé era desprovido da decência comum, incapaz de ter ou mostrar uma nesga da virtude de um líder moral.

Os muçulmanos dizem que Juwairiyah se tornou uma crente devota e passava todo o dia rezando. A fonte para essa afirmação pode ser encontrada no livro de Usud-ul-Ghaba. O autor escreve que todas as vezes em que o profeta se aproximava de Juwairiyah, ele a encontrava rezando. Então ele retornava mais tarde e ainda a via rezando. Um dia ele disse para ela: “Posso ensinar a você algumas palavras que terão mais peso do que o que você tem feito? Você deve dizer: “Glória a Alá tantas vezes quanto seja o número de suas criaturas, e tanto quanto seja o peso de seu trono, e em tanta quantidade quanto a tinta usada para escrever suas palavras” (subhaana allahe ‘adada khalqihi, subhana allahe ridhaa nafsehe, subhana allahe zinata ‘arshehe, subhana allahe zinata ‘arshehe,subhana allah midadda kalimaatihi).

Pergunta-se por que os muçulmanos desperdiçam tanto tempo para rezar cinco vezes por dia quando eles têm essa fórmula tão simples e tão infalível de louvar a Deus? Olhemos essa história em uma perspectiva mais realista. Coloque-se no lugar de uma jovem mulher que caiu no lote do assassino de seu pai. Se você fosse uma mulher na situação de Juwairiah, como se sentiria em relação ao assassino de seu marido e pessoas queridas? Suponha que não houvesse outro lugar a ir. Juwairiah não tinha escolha, a não ser aceitar a proposta de casamento de Maomé. Agora o que qualquer mulher faria quando esse homem viesse à procura de sexo? Ela provavelmente inventaria uma maneira de se livrar dele tanto quanto fosse possível. Foi isso que Juwairiah fez. Todas as ocasiões em que ela ouvia os passos de Maomé, ela fingia estar rezando, na esperança que ele fosse atrás das outras esposas satisfazer sua luxúria miserável. Ainda assim, Maomé era um safado. Ele logo prescreveu uma frase e disse a Juwairiyah que seria “de maior peso” do que rezar o dia todinho, tirando dela a desculpa para esquivar-se dele.

Nenhuma pessoa decente pode crer que esse criminoso depreciável possa ser um profeta de Deus. Os que chamam a si mesmos de muçulmanos são: ou ignorantes da verdade ou criminosos sem vergonha. Se até agora a ignorância foi uma desculpa, ela não é mais. Agora é com você provar sua humanidade, cuspir em Maomé e seu livro imundo de terror e deixar o Islã.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para esse ano.

A Jaula das Virgens

Excerto do livro A Virgem na Jaula, de Ayaan Hirsi Ali. Capítulo 3 – A jaula das virgens.

Tradução e adaptação Khadija Kafir

(…)

Os problemas como agressão, estagnação econômica e científica, repressão, epidemias e insatisfação social, que são enfrentados pela maior parte dos 1,2 bilhão de muçulmanos espalhados pelos cinco continentes não podem ser explicados por apenas uma ou duas causas. Uma complexa combinação de fatores, algumas vezes regionais, evoluiu ao longo do tempo. Entre eles está a moral sexual islâmica, uma moralidade de origem tribal, alçada à condição de dogma do islamismo. Essa explicação é rara na literatura existente. Essa moralidade pré-moderna foi sancionada no Alcorão e, posteriormente, desenvolvida nas tradições do profeta Maomé. Para muitos muçulmanos, essa moralidade se expressa em uma obsessão pela virgindade. A obsessão pelo domínio sobre a sexualidade feminina não se limita ao islã, e é também evidente em outras religiões (por exemplo, entre os cristãos, judeus e hindus). No entanto, o desenvolvimento moderno dessas outras culturas religiosas não foi tão prejudicado quanto o dos muçulmanos. O valor atribuído à virgindade é grande a ponto de eclipsar as catástrofes humanas e os custos sociais resultantes.

As meninas muçulmanas costumam aprender que “uma garota com o hímen rompido é como um objeto usado”. E, uma vez usado, um objeto torna-se permanentemente imprestável. Uma moça que tenha perdido o “selo de não usada” não encontrará marido e estará condenada a terminar seus dias na casa dos pais. Além disso, quando o defloramento se dá fora do matrimônio, os familiares da moça estarão desonrados até o décimo grau de parentesco e serão motivos de comentários maldosos por parte das outras famílias. Dirão que a família é conhecida por suas mulheres promíscuas, que se entregam “ao primeiro homem que aparece”. Por isso, a moça é punida pela família. As punições vão desde insultos à expulsão ou ao confinamento, podendo chegar até mesmo a um casamento forçado com aquele que a deflorou ou com algum “homem generoso” disposto a encobrir a vergonha familiar. Estes podem ser muitas vezes pobres, débeis mentais, velhos, impotentes ou tudo isso ao mesmo tempo. Em casos extremos, a garota é assassinada, muitas vezes pela própria família. As Nações Unidas relatam que, a cada ano, 5 mil jovens são mortas por esse motivo, em países islâmicos, inclusive na Jordânia, citada com tanta frequência como um regime “liberal”.

Na tentativa de evitar esse destino cruel, as famílias muçulmanas fazem todo o possível para garantir que o hímen de suas filhas permaneça intacto até o casamento. Os métodos variam de acordo com o país, as circunstâncias específicas e os meios disponíveis. Mas, em toda parte, as medidas se dirigem às jovens dotadas de hímen e não os homens capazes de rompê-los.

Há pouco tempo, o porta voz do Ministério da Justiça da Turquia, o professor Dogan Soyasian, declarou que todos os homens desejam casar-se com uma virgem, e que aqueles que o negam seriam hipócritas. Ainda se aconselha às jovens estupradas a se casarem com seus agressores, com o argumento de que o tempo cura todas as feridas. A seu tempo, a mulher aprenderá a amar quem a estuprou, e a união poderá ser muito feliz. Porém, caso a mulher tenha sido violentada por vários homens, o casamento terá menor chance de sucesso, pois seu marido a verá como uma mulher desonrada.

No que se refere à sexualidade, a cultura islâmica vê os homens como feras terríveis, irresponsáveis e imprevisíveis, que perdem de imediato todo o autocontrole ao ver uma mulher. Isso me lembra uma experiência que tive ainda bastante jovem. Minha avó tinha um bode. Estávamos brincando na frente de casa quando, no fim da tarde, pouco antes de escurecer, todas as cabras da vizinhança voltavam para casa em uma longa procissão. Era uma visão encantadora. Mas logo que avistou as cabras, o bode de vovó galopou em sua direção e montou na primeira que conseguiu alcançar. A nós crianças, aquilo pareceu muito cruel. Quando perguntamos à vovó o que o bode estava fazendo, ela respondeu que aquilo não era problema dela: se os vizinhos não quisessem que suas cabras fossem montadas, deveriam leva-las para casa por outro caminho. O Islã representa seus homens como aquele bode; quando veem uma mulher descoberta, saltam imediatamente sobre ela.

(…)

Por essa razão, as meninas têm de se cobrir, tornando-se invisível. E por isso, sentem-se constantemente culpadas e envergonhadas, pois é quase impossível levar uma vida normal e ser invisível aos homens. As meninas sempre pensam que estão fazendo algo de errado. Têm cercada não apenas a sua liberdade externa de ir e vir, mas também a interna. Certa vez minha tia pôs uma peça de carneiro para secar ao sol. A carne atraiu fileiras de moscas. Titia disse: “Os homens são iguais a essas moscas e formigas: quando veem uma mulher, não conseguem conter o desejo”. Vi a gordura derreter ao sol, enquanto os insetos se fartavam. Restou um rastro de sujeira.

(…)

Tudo isso se torna uma profecia auto realizável; um homem muçulmano não tem por que aprender a se controlar. Ele não precisa e não é ensinado a fazê-lo. A moral sexual destina-se exclusivamente às mulheres, sempre culpadas por qualquer descuido.

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Sobre a autora: Ayaan Hirsi Ali é uma ex-muçulmana nascida na Somália que se tornou famosa ao publicar uma autobiografia intitulada Infiel- a história de uma mulher que desafiou o Islã. Também é autora de outros livros: A Virgem na Jaula e Nômade. Porém seu mais novo livro chama-se Herege – por que o Islã precisa de uma reforma imediata. Todos os seus livros são publicados no Brasil pela editora Companhia das Letras. Ayaan Hirsi Ali é a mais notória das pessoas que criticam o Islã e faz frequentes aparições na mídia em todo o mundo.

Aisha: a noiva criança de Maomé.

Título Original: Aisha: The child Bride of Muhammad  http://alisina.org/?p=291

Texto de Ali Sina.

O pensamento de que um homem maduro possa ficar sexualmente excitado por uma criança é perturbador. Só tem um nome para isso: pedofilia – um dos crimes mais depreciáveis. Os humanos, e até os animais, são protetores com as crias. Um grito infantil por socorro, que venha de qualquer criança, desperta o desejo de proteção na maioria dos animais. Pedófilos estão entre as classes de pessoas mais depravadas porque eles violam a confiança infantil.

É difícil acreditar que o profeta do Islã, o homem literalmente cultuado e imitado por mais de um bilhão de almas benignas, era de fato um depreciável pedófilo. Maomé se casou com Aisha quando ela tinha seis anos e consumou o matrimônio quando ela tinha nove. Ele tinha então 54 anos. As evidências disso são esmagadoras; estão relatadas pela própria Aisha em dúzias de hadiths e os muçulmanos nunca duvidaram deles até agora, a época em que as pessoas começaram a levantar a sobrancelha.

Sejamos honestos em dizer que os muçulmanos não se sentem envergonhados pelo fato de o profeta deles ser um pedófilo. Eles mesmos praticaram esse ato por mais de mil anos e muitos deles ainda estão praticando. Eles só se sentem embaraçados pelo mundo estar questionando isso. Mas as provas são esmagadoras.

Sahih Muslim Livro 008, número 3310:

Aisha (Alá esteja satisfeito com ela) relatou: “O apóstolo de Alá (que a paz esteja sobre ele) se casou comigo quando eu tinha seis anos, e eu fui admitida em sua casa quando eu tinha nove anos”.

Sahih Bukhari volume 7, livro 62, número 64:

Relatou Aisha: que o profeta se casou com ela quando ela tinha seis anos de idade e consumou o matrimônio quando ela tinha nove anos, e daí ela permaneceu com ele por nove anos (até sua morte).

Sahih Bukhari Volume 7, livro 62, número 65:

Relatou Aisha: que o profeta se casou com ela quando ela tinha seis anos e consumou seu casamento quando ela tinha nove anos. Hisham disse: “eu tenho sido informado que Aisha ficou com o profeta por nove anos (até a sua morte).”

Sahih Bukhari volume 7 livro 62 número 88:

Relatou Ursa:O profeta escreveu o contrato de casamento com Aisha quando ela tinha seis anos e consumou seu casamento com ela quando ela tinha nove anos de idade; e ela permaneceu com ele por nove anos (até a sua morte).

Alguns muçulmanos dizem que foi Abu Bakr quem se aproximou de Maomé pedindo que ele se casasse com sua filha. Isto não é verdade.

Sahih Bukhari 7.18

Relatou Ursa: O profeta pediu a Abu Bakr pela mão de Aisha em casamento. Abu Bakr disse “mas eu sou seu irmão.” O profeta disse: “você é meu irmão na religião de Alá e no livro, mas a lei permite que eu me case com Aisha”.

Os árabes eram primitivos. Ainda assim, eles tinham alguns códigos de ética que honravam escrupulosamente. Por exemplo, embora eles guerreassem por todo ano, eles se abstinham de hostilidade durante certos meses sagrados. Eles também consideravam Meca uma cidade sagrada e não faziam guerra contra ela. Também era costume que amigos íntimos fizessem pacto e considerassem um ao outro como verdadeiros irmãos. O profeta desrespeitava todas essas regras a qualquer hora que elas ficassem no seu caminho ou no de seus caprichos.

Abu Bakr e Maomé prometeram serem irmãos. Então, de acordo com seus costumes, Aisha era uma sobrinha para Maomé. Ainda assim, isto não o impediu de pedir ao pai dela que a entregasse a ele quando ela tinha apenas seis anos de idade.

Mas este profeta moralmente relativista usava a mesma desculpa para rejeitar uma mulher que ele não gostava.

Sahih Bukhari volume 7 livro 62 número 37:

Relatou Ibn Abbas: Disseram ao profeta: “não vai se casar com a filha de Hamza?” Ele disse: “ela é a minha sobrinha adotiva (filha do irmão)”.

Hamza era meio tio de Maomé. No Islã, casar-se com primos em primeiro grau é aceitável. Maomé rejeitou a filha de Hamza, não porque este fosse seu tio, mas com a desculpa de que Hamza era seu irmão adotivo. Abu Bakr também era irmão adotivo de Maomé, então qual a diferença? Aisha era uma menina bonita, enquanto que a filha de Hamza não o era. O relativismo moral de Maomé se torna mais evidente neste hadith.

Relatou Aisha, Ummul Muminin: “O profeta (que a paz esteja sobre ele) disse: o que a lei não permite em razão da consanguinidade, também não permite em razão da adoção”.

No hadith seguinte, o autoproclamado profeta confidenciou a Aisha que ele havia sonhado com ela.

Sahih Bukhari 9.140

Relatou Aisha: O apóstolo de Alá disse para mim: “você se mostrou duas vezes em sonho para mim antes de eu me casar com você. Eu vi um anjo carregando você toda envolta em um pedaço de seda e eu disse a ele: ‘descubra-a’ e na minha frente lá você estava. Eu disse a mim mesmo: ‘se isto é de Alá, então deve acontecer’”.

Se Maomé teve realmente tal sonho ou se mentiu não é o que importa. Sonhos são revelações do próprio subconsciente e não mensagens do mundo dos espíritos. Isto mostra que Aisha era um bebê carregado por um anjo quando Maomé sentiu tesão por ela.

Há numerosos hadiths que explicitamente revelam a idade de Aisha na época de seu casamento.

Sahih Bukhari 5.236

Relatou o pai de Hisham: Khadija morreu antes de o profeta partir para Medina. Ele ficou lá por três anos mais ou menos e aí casou com Aisha quando ela era uma menina de seis anos de idade, e consumou o casamento quando ela tinha nove anos de idade.

 Sahih Bukhari 5.234:   

Relatou Aisha: O profeta se comprometeu comigo quando eu era uma menina de seis anos. Nós fomos à Medina e ficamos na casa de Bani-al-Harith bin Khazraj. Daí eu fiquei doente e meu cabelo caiu. Mais tarde o cabelo cresceu de novo e minha mãe, Um Ruman, veio até mim enquanto eu estava brincando no balanço com minhas amigas. Ela me chamou e eu fui até ela, sem saber o que ela queria comigo. Ela me pegou pela mão e me fez ficar ante a porta de casa. Eu estava sem fôlego e quando minha respiração ficou normal, ela tomou um pouco de água e esfregou minha face e cabeça. Então ela me levou para dentro de casa. Na casa, eu vi umas mulheres Ansari que disseram: “Felicidades e a benção de Alá. Boa sorte!” De repente, o apóstolo de Alá veio até mim de manhã e minha mãe me entregou a ele. Naquele dia, eu era uma menina de nove anos de idade.

Sunan Abu-Dawud Livro 41, Número 4915, também número 4916 e número 4917:

Relatou Aisha, Ummul Mu’minin: O apóstolo de Alá (que a paz esteja sobre ele) se casou comigo quando eu tinha sete ou seis anos. Quando nós viemos a Medina, de acordo com a versão de Bishr’s: Umm Ruman veio até mim quando eu estava me balançando. Eles me pegaram, me prepararam e me enfeitaram. Eu então fui levada ao apóstolo de Alá (que a paz esteja sobre ele) e ele me levou para coabitar quando eu tinha nove anos. Ela me interrompeu na porta e eu comecei a rir.

No hadith acima nós lemos que Aisha estava brincando em um balanço quando foi levada à casa de Maomé, o que prova que não há dúvidas de que ela era mesmo uma criança.

Alguns muçulmanos dizem que uma vez que essas histórias são apenas de tradições (hadiths), nós devemos rejeitá-las. Isto não faz a menor lógica. O casamento com crianças também é permitido no Alcorão 65, 4.

“Se tiverdes dúvidas quanto às vossas mulheres que deixaram de ter a menstruação, sabei que o prazo é de três meses. (…).”     (tradução Mansour Challita)

Este verso diz que se você quiser casar uma viúva ou uma divorciada, espere por três menstruações para ter certeza de que ela não está grávida. Isto se aplica também àquelas que ainda não menstruam (meninas pré-pubescentes).

Aisha era tão pequena que ela não tinha nenhum conhecimento de sexo quando Maomé a “surpreendeu”.

Sahih Bukhari Volume 7, livro 62 número 90:

Relatou Aisha:Quando o profeta se casou comigo, minha mãe veio até mim e me fez entrar na casa (do profeta) e nada me surpreendeu a não ser a entrada do apóstolo de Alá para me buscar pela manhã.

Deve ter sido uma surpresa e tanto!

O hadith seguinte demonstra que ela era apenas uma criança com suas bonecas. Preste atenção ao que o intérprete escreveu entre parênteses (ela era uma menina que ainda não havia alcançado a puberdade).

Sahih Bukhari volume 8 livro 73 número 151

Relatou Aisha: Eu costumava brincar com bonecas na presença do profeta e minhas amigas também costumavam brincar comigo. Quando o apóstolo de Alá entrava no meu local de habitação, elas costumavam se esconder, mas ele as chamava para se juntar a mim e brincar comigo (o ato de brincar com bonecas ou imagens similares é proibido, mas foi concedido à Aisha naquela época, pois ela era uma menininha, que ainda não alcançara a puberdade). (Fateh-al-Bari página 143, volume 13).

Sahih Muslim livro 008 número 3311

Aisha (que Alá esteja satisfeito com ela) relatou que o apóstolo de Alá (que a paz esteja sobre ele) se casou com ela quando ela tinha sete anos e foi levada a sua casa como noiva quando ela tinha nove e suas bonecas estavam com ela; e quando ele (o profeta sagrado) morreu, ela tinha dezoito anos.

Maomé morreu aos 63 anos. Então ele devia ter casado com Aisha quando ele tinha 51 e fez sexo com ela quando tinha 54.

Maomé teve muitas mulheres e concubinas, mas ele não amava nenhuma delas. Estas jovens meninas eram apenas brinquedos sexuais. A verdadeira paixão de Maomé foi Khadija. Se você quiser saber o porquê, você tem que ler o meu livro PARA ENTENDER MAOMÉ: UMA PSICOBIOGRAFIA DO PROFETA DE ALÁ. A relação entre Maomé e Khadija não era baseada em amor, mas na codependência. Estes dois indivíduos eram ambos carentes e doentes.

Sahih Bukhari volume 8, livro 73, número 33.

Relatou Aisha: Eu nunca tive tanto ciúme por outra mulher quanto eu tinha de khadija, embora ela já houvesse morrido três anos antes do profeta ter casado comigo, e isso porque eu o ouvia falar dela muitas vezes e porque o Senhor o havia mandado dar boas notícias a ela pois teria um palácio no paraíso, feito de Qasab e porque ele costumava abater uma ovelha e distribuir a carne entre os amigos dela.

Khadija morreu em dezembro de 619 D.C., dois anos antes da Hégira. Naquela época, Maomé tinha 51 anos de idade. Em fevereiro de 618 D.C Maomé casou com Aisha e a levou para cama três anos depois. Os muçulmanos não sentem vergonha pelo fato de seu profeta ser pedófilo, mas ficam envergonhados pelo fato de muitos saberem disso, então alguns deles dizem que Aisha era mais velha, talvez com 16 ou 18 anos quando ela se casou. Isto não é verdade. Aisha disse que tanto quanto ela consegue se lembrar, seus pais sempre foram muçulmanos.

Sahih Bukhari volume 5, livro 58 número 245:

Relatou Aisha: (a esposa do profeta) Eu nunca me lembrava de meus pais acreditando em outra religião a não ser a religião verdadeira (Islã).

Se Aisha fosse mais velha, ela teria se lembrado da religião de seus pais antes de virarem muçulmanos. Agora alguém pode alegar que esses hadith são mentira. Os muçulmanos podem dizer o que quiserem, mas a verdade é clara como o dia para aqueles que têm olhos para ver.

Por que tantos muçulmanos devotos iriam fabricar falsos hadith sobre a idade de Aisha para fazer o profeta parecer um pedófilo? Estes hadith não podem ser negados.

É fácil dizer porque as pessoas atribuem falsos milagres a seu profeta. Os babistas acreditam que Báb começou a louvar a Deus assim que nasceu. Há um hadith assim sobre Maomé também. Os cristãos acreditam que o nascimento de Jesus Cristo foi milagroso e os judeus acreditam que Moisés abriu uma passagem pelo mar Vermelho. Os que creem em alguma religião adoram escutar milagres sobre seus profetas mesmo se eles não forem verdade, mas ninguém iria fabricar mentiram para retratar seu profeta como um homem vil. Se tais histórias são contatas em tão grande número, elas devem ser verdadeiras. 

Controvérsias sobre a idade de Aisha.

A maioria dos muçulmanos concorda que Aisha tinha apenas nove anos quando Maomé casou com ela e estabelecem o casamento infantil em sua lei. A maioria dos sites não dá explicações pela sua pouca idade e acusam os modernistas de mistificar a moralidade ocidental e negar a verdade.

O site Islamonline.com explica: “deve ser notado que em regiões quentes é normal para uma menina atingir a maturidade em uma idade muito tenra” e argumenta que os casamentos de Maomé eram meramente alianças políticas com seus pais e tribos. Isto é conversa fiada! Maomé casou com Safiyah após ter decapitado seu pai, torturar seu marido até a morte e massacrar sua tribo inteira. Ele se casou com Juwariyah depois de assaltar seu povo, massacrar os homens e roubar suas posses, e pegar as mulheres e crianças como escravas. Ele pegou Rayana, a judia de 15 anos de Bani Quraiza, depois de massacrar todos os homens e meninos que atingiram a puberdade. Com quem ele queria fazer aliança? Que desculpa vergonhosa para defender um criminoso de guerra. O que Maomé fez foi repugnante, mas é ainda mais repugnante quando os apologistas muçulmanos tentam absolvê-lo de seus crimes com desculpas tão vergonhosas.

Quanto à Aisha, ela era a filha de Abu Bakr que era um amigo e o principal apoiador de Maomé. Então ele não precisava fazer sexo com a filha daquele tolo para incrementar a amizade com ele. Maomé era um líder de culto. Ele fez uma lavagem cerebral em Abu Bakr. Aquele bendito homem teria feito qualquer coisa para agradar Maomé. Quando você se submete a um líder de um culto, você submete sua inteligência e consciência.

Para entender o dinamismo desta relação entre os cultistas e seus líderes, eu convido você a ler meu livro PARA ENTENDER MAOMÉ. Apesar de toda essa evidência, alguns muçulmanos negam que seu profeta era um pedófilo. Isto não é porque eles ignoram. A pedofilia é lei em muitos países islâmicos. Eles querem é tirar o corpo fora.

Por um lado é bom que eles saibam que o que Maomé fez foi vergonhoso e não tentem defender, mas ao fazer isso, eles mentem. Eles são os verdadeiros hipócritas. Ao invés de trazer a razão à tona, escondem os fatos e pervertem a verdade. Os muçulmanos não tem vergonha. Eles são zumbis de neurônios mortos. Os cultos fazem isso com as pessoas.

Aqui temos alguns exemplos do tipo de argumentos que os muçulmanos apresentam para negar o óbvio:

Argumento muçulmano: De acordo com uma tradição geralmente aceita, Aisha nasceu oito anos antes da Hégira, mas de acordo com outra narrativa em Bukhari (kitabu’l-tafseer) Aisha relatou ter dito que na época em que a surata Al-Qamar, o 54º capítulo do Alcorão foi revelado, ela era “uma menina jovem”.

A 54º surata do alcorão foi revelada nove anos antes da Hégira. De acordo com essa tradição, Aisha não somente já havia nascido antes da tal surata como era uma jovem, não uma criança naquela época. Obviamente, se esta narrativa for verdade, é uma contradição com as narrativas de Hisham ibn ‘urwah. Eu não vejo nenhuma razão, depois dos comentários dos especialistas sobre as narrativas de Hisham ibn ‘urwah, para rejeitar esta narrativa como sendo mais exata.

Resposta: Por que deveríamos acreditar nesta narrativa e não naquelas detalhadas pela própria Aisha, descrevendo-se a si própria e as amigas brincando de boneca, e as escondendo quando Maomé entrava no quarto; ou suas memórias sobre brincar no balanço quando sua mãe a chamou e lavou seu rosto, e em seguida a entregou a Maomé? Ela revelou o quanto era ignorante em matéria de sexo quando Maomé começou a tocá-la e “deu uma surpresa” a ela. Estas coisas são mais prováveis de ser lembradas por uma criança do que quando uma surata particular foi revelada.

Argumento muçulmano: De acordo com um número de narrativas, Aisha acompanhava os muçulmanos nas batalhas de Badr e Uhud. Além do mais, existem evidências nos livros dos hadiths e livros históricos que ninguém abaixo da idade de 15 anos tinha permissão de participar da batalha de Uhud. Todos os meninos com menos de 15 anos foram deixados em casa. A participação de Aisha na batalha de Badr e Uhud claramente indica que ela não tinha nove ou dez anos na época. Afinal de contas, as mulheres costumavam acompanhar os homens no campo de batalha para ajudá-los, e não servir de fardo.

Resposta: Esta é uma desculpa fraca. Quando as batalhas de Badr e de Uhud aconteceram, Aisha tinha 10 ou 11 anos. Ela não foi para ser um soldado, como os meninos. Ela só foi para aquecer a cama de Maomé durante a noite. Os meninos com menos de 15 anos foram mandados de volta, mas isso não se aplicou a ela.

Argumento muçulmano: De acordo com quase todos os historiadores, Asma, a irmã mais velha de Aisha era 10 anos mais velha que ela. Lê-se em Taqri’bu’l-tehzi’b, bem como em  Al-bidayah wa’l-nihayah que Asma morreu 73 anos depois da Hégira, quando ela tinha 100 anos. Então ela tinha 27 ou 28 anos na época da Hégira e Aisha devia ter uns 17 ou 18 anos naquela época, que foi também a época de seu casamento.

Resposta: Quando alguém envelhece, as pessoas não se preocupam muito com sua idade exata. É muito fácil dizer que ela tinha 100 anos quando na verdade ela podia ter 90. A diferença não é notável. As pessoas jovens sempre pensam que os idosos são muito mais velhos. Se o Hadith é autêntico, poderia ser um engano honesto. As pessoas não tinham certidão de nascimento. Asma não era uma pessoa importante e não ocorreu na cabeça de ninguém daquela época que 1300 anos depois isso seria objeto de controvérsias.

Argumento muçulmano: Al-Tabari em seu tratado da história islâmica, quando menciona Abu Bakr, relata que o mesmo tinha quatro filhos e todos quatro nasceram durante o Jahiliyyah, o período pré-islâmico. Obviamente que se Aisha nasceu no período pré-islâmico, ela não poderia ter menos de 14 anos um ano depois da Hégira – a época em que ela provavelmente se casou.

Resposta: As narrativas de Tabari não têm a distinção de serem conhecidas como Sahih (autênticas). A pessoa que narrou estava errada. Há muitos hadith narrados pela própria Aisha que têm mais peso. As pessoas se lembram de eventos importantes melhor do que aqueles que são insignificantes. A data de nascimento dos filhos de Abu Bakr não era um evento importante para que os muçulmanos se lembrassem dele. Mas os detalhes da vida de Maomé e seus casamentos eram importantes. Como se pode ler na história do noivado de Safiyah, até o tipo de comida que foi servido está relatado.

Argumento muçulmano: De acordo com Ibn Hirsham, o historiador, Aisha aceitou o Islã um tempo antes de Umar ibn Khattab. Isso mostra que Aisha aceitou o Islã durante seu primeiro ano de surgimento. Então se a narrativa do casamento de Aisha aos sete anos é verdadeira, ela não deveria ter nascido durante o primeiro ano do Islã.

Resposta: Os apologistas falham em dar as referências e esses hadiths que eles citam. Neste caso, é um erro. Para entender e aceitar uma religião, uma pessoa precisa pelo menos ser inteligente o suficiente para tomar tal decisão. Isto ocorre aos 15.  Mas sejamos generosos e digamos que essa idade é 12. Se Aisha aceitou o Islã durante o primeiro ano da religião, então ela tinha 26 anos quando o Maomé se casou com ela (12+14). Quer dizer então que Aisha com 26 anos brincava de bonecas?

Argumento muçulmano: Tabari também relata que na época Abu Bakr planejava imigrar para Habshaq (oito anos antes da Hégira), ele dirigiu a palavra a Mut’am – cujo filho estava comprometido com Aisha – e pediu a ele que levasse Aisha para sua casa como esposa de seu filho. Mut’am recusou, pois Abu Bakr havia abraçado o Islã e, como consequência, seu filho se divorciou de Aisha. Agora, se Aisha tinha apenas sete anos na época de seu casamento, ela não deveria existir na época em que seu pai Abu Bakr decidiu imigrar para Habshah. Com base neste relato, parece razoável assumir que Aisha, não apenas havia nascido oito anos antes da Hégira, como também já era uma moça bem preparada para o matrimônio.

Resposta: Era tradição árabe comprometer uma menina em casamento mesmo se ela fosse um bebê. Esta tradição ainda acontece em muitos países islâmicos. Então não é uma prova de que Aisha era adulta.

Argumento muçulmano: De acordo com uma narrativa relatada por Ahmad ibn Hanbal, depois da morte de Khadija, quando Khaulah veio até o profeta aconselhando-o a se casar de novo, o profeta indagou a ela quanto às escolhas que ela tinha em mente. Khaulah disse: “você pode se casar com uma virgem (bikr) ou uma mulher que já foi casada (thayyib)”. Quando o profeta perguntou quem era a virgem, khaulah propôs o nome de Aisha. Todos aqueles que conhecem a língua árabe sabem que a palavra “bikr” não é usada para meninas imaturas de nove anos. A palavra correta para isso é “Jariyah”. “Birk”, por outro lado, é usada para moças não casadas, e obviamente uma menina de nove anos não é uma moça.

Resposta: Esta explicação está incorreta. Birk significa virgem, e virgindade não especifica idade. De fato, Aisha foi a segunda esposa de Maomé (depois de Khadija), mas Maomé evitou consumar o matrimônio com ela por três anos por ela ser muito jovem e Abu Bakr pediu a ele que esperasse. Então ele casou com Sauda bint Zamah, a quem ele maltratou por ela não ser bonita.

Argumento muçulmano: De acordo com Ibn Hajar, Fátima tinha cinco anos a mais que Aisha. Relata-se que Fátima nasceu quando Maomé tinha 35 anos. Assim, se esta informação estiver correta, Aisha não podia ter menos de 14 anos na época da Hégira, e 15 ou 16 na época do casamento.

Resposta: É lógico que essa informação não está correta. Se Aisha tinha cinco anos a menos que Fátima, e Fátima nasceu quando Maomé tinha 35 anos, então Aisha devia ser 30 anos mais nova que Maomé. Então na época de seu casamento, ela devia ter uns 24 anos.

Isto não está correto, pelas razões explicadas acima e porque contradiz os Hadiths que os apologistas citaram sobre a idade de Asma, que de acordo com a fonte, era 10 anos mais velha que Aisha e morreu 73 anos depois da Hégira. Neste marco do tempo (Hégira), ela devia ter 100 -73, ou seja, 27 anos. Mas de acordo com esta tradição (hadith) ela tinha 34. A verdade é que ela tinha 17. Os dois Hadiths apresentados pelos mesmos apologistas se contradizem um ao outro porque estão ambos errados.

Isso só serve para mostrar que naqueles dias os números não importavam. É mais provável que as pessoas estivessem erradas sobre as datas dos eventos. Os relatos sobre a tenra idade de Aisha são consistentes com as histórias de sua infância brincando de bonecas, suas amigas escondendo as bonecas quando o Maomé entrava no quarto, o profeta brincando com ela, sua ignorância sobre sexo e sua “surpresa” quando o Maomé veio até ela. Tudo isso confirma que ela era uma menininha.

É responsabilidade daqueles que creem que casar com menininhas era uma norma aceitável da cultura árabe providenciar pelo menos alguns exemplos para sustentar o ponto de vista. Eu ainda não fui capaz de achar circunstâncias nos livros da história árabe onde uma menina tão nova fosse dada em casamento. A menos que tais exemplos sejam dados, nós não temos suporte para crer que era realmente uma norma aceitável.

Não poderia ter dito melhor. Casar com criança não era parte de uma cultura de nenhuma nação, mas é contrária à natureza humana. Homens psicologicamente saudáveis não acham crianças pequenas atraentes. Maomé não era psicologicamente saudável. Ele era um pedófilo. Ele foi uma vítima de abuso infantil. Para entendê-lo e o que se passava em sua mente doentia, por favor, leia meu livro (UNDERSTANDING MUHAMMAD*. Tradução: Para entender Maomé)

Como ele se safou dessa? Ele dizia que era profeta e como tal, colocou a si mesmo acima do escrutínio dos mortais. Quem ousava questionar Alá e seu mensageiro? Ele tinha controle sobre a vida e a morte das pessoas em Medina. Ele agiu bem como outros líderes de culto, tais como Jim Jones em seu Jonestown, que dormia com qualquer mulher que agradasse, e como David Korsh em seu complexo, que fazia sexo como todas as mulheres e até com as filhas adolescentes de seus seguidores enquanto os proibia de tocar as próprias esposas. Pessoas que são presas dos cultistas fazem coisas estúpidas. Elas matam, como os seguidores de Charles Manson, Shoko Asahara e Maomé; elas podem cometer suicídio como os seguidores de Jim Jones, David Koresh ou os da seita Entrada para o Céu. O Islã é um culto e Maomé foi um líder de culto. Eu expliquei isto de maneira bem extensiva no meu livro.

Muçulmano: “Na minha opinião, não era um costume árabe dar meninas em casamento em uma idade tão jovem quanto nove ou dez anos, nem o profeta casou com Aisha em uma idade tão jovem. As pessoas da Arábia não fizeram objeção a esse casamento porque nunca tinha acontecido da maneira descrita”.

Resposta: Pode até não ter sido uma tradição, mas desde que o Maomé deu o exemplo todo pedófilo muçulmano justifica e valida o ato de pegar criancinhas para ser noiva e os pais ignorantes, que são geralmente pobres, deixam suas meninas serem estupradas pela ganância de dinheiro.

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* O livro de Ali Sina UNDERSTANDING MUHAMMAD (Para Entender Maomé) terá uma tradução em Português este ano.

Sobre o autor: ALI SINA é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, ALI SINA também é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução em progresso.

Mulher quer ser surrada apenas uma vez por semana.

Por Ali Sina Em 22 de setembro de 2004,

Um triste relatório saiu do Irã e foi espalhado através da Internet e que, ironicamente, muitos acharam divertido. Era sobre uma mulher iraniana, que todos os dias apanhava do marido, e que pediu a um tribunal para dizer a esse marido para espancá-la apenas uma vez por semana. O diário Aftab-e-Yazd informou que Maryam, a mulher de meia-idade, disse que ela não queria se divorciar de seu marido porque ela o amava. “Apenas diga a ele para me bater uma vez por semana… Bater faz parte de sua natureza e ele não pode parar.” – disse Maryan ao tribunal. Quando o tribunal proibiu o marido de bater na esposa, ele protestou: “Se eu não bater nela, ela não vai ficar com medo o suficiente para me obedecer”. Neste drama tragicômico jazem duas realidades muito tristes que afetam todas as mulheres muçulmanas, independentemente de suas nacionalidades. A primeira é que as mulheres muçulmanas são educadas para aceitar o abuso como normal. Desde a infância, elas são tratadas de forma diferente. Nos países islâmicos, meninos são preferidos ao invés das meninas. Meninas são a fonte de decepção para seus pais e uma vergonha para suas mães. Se uma mulher dá à luz um menino, ela é elogiada, mas se a criança é uma menina, ela é desprezada. As meninas aprendem desde a infância que elas não são desejadas. À mesa, seus irmãos comem primeiro e tiram a melhor parte. Nas famílias mais pobres, os membros do sexo feminino cozinham e servem aos homens; então esperam até que estes fiquem satisfeitos e depois disso catam as sobras. Meninos obtêm oportunidade de ir para a escola e seguir adiante na vida. As meninas têm muitas vezes essa chance negada, pois não parece haver nenhuma necessidade para elas de se educarem, uma vez que aqui nas sociedades islâmicas não há oportunidade de trabalho para as mulheres. Tudo que uma garota pode aspirar é se casar com um homem que vai cuidar dela. Ela herda a metade do que seus irmãos herdam e têm menos direitos. A lógica é que ela não iria precisar porque cabe ao marido sustentá-la. As filhas são um fardo para as suas famílias e são “doadas” em casamento o mais rápido possível. Isso pode acontecer com uma menina de 9 anos de idade. Todo este condicionamento ocorre com a bênção da “melhor e mais perfeita religião” chamada Islã. Afinal, foi Maomé quem disse que as mulheres são “deficientes em inteligência”. Foi ele quem disse que os homens têm um “grau de vantagem sobre as mulheres”. Foi ele quem disse que as mulheres que desobedecem ao marido “devem ser surradas”. Se o Islã é a religião mais perfeita, como se pode contestar os seus ensinamentos? Assim, as mulheres muçulmanas crescem conhecendo apenas uma realidade: que elas são inferiores aos homens e devem agradá-los, se quiserem sobreviver. A lavagem cerebral é tão completa que muitas mulheres muçulmanas realmente lutam para preservar seu status inferior. Muitas delas insistem em usar véu e se orgulham de sua servidão e baixo status. Em sociedades islâmicas, o agredido é tão dependente do agressor como o último é do primeiro. Uma boa definição desta relação simbiótica homem / mulher nos países islâmicos é sadomasoquismo ou para usar um termo mais moderno, codependência. As mulheres muçulmanas têm sido abusadas e humilhadas desde o seu nascimento e esta é a única forma de existência que já conheceram e que acham que é “confortável”. Elas aprendem desde muito cedo que, para sobreviverem, ou mesmo chegar à frente, elas têm que agradar os homens à sua volta. Os homens também aprendem que as mulheres são criaturas sem valor, enganosas e não confiáveis. Portanto, os homens crescem sem respeito pelas mulheres, sua inteligência e sua dignidade. Estes homens aprendem a abusar de suas irmãs e bater nelas assim como seus pais batem nas mães e eles acabarão por bater nas mulheres com total pureza de consciência. Homens muçulmanos crescem com o entendimento de que é seu direito dado por Deus bater nas suas mulheres e as mulheres muçulmanas crescem aceitando o direito de seus maridos de bater nelas. Tudo isso é o efeito psicorreligioso de uma religião nefasta dentro das sociedades islâmicas, e que não vai embora enquanto esta religião ser considerada como uma fonte divina. A outra triste realidade é o efeito socioeconômico do Islã na vida das mulheres. Nos países islâmicos todas as portas estão fechadas para as mulheres. Há pouca ou nenhuma oportunidade disponível para as mulheres de viver uma vida produtiva e independente. Elas têm pouca instrução e nenhuma formação profissional. Tudo o que sabem é tarefa doméstica. Se as mulheres não se casarem e não encontrarem um marido que vai cuidar delas, elas vão ter uma vida muito difícil. O casamento é a única esperança que uma mulher muçulmana tem para sua própria sobrevivência. Ela sabe disso perfeitamente bem. Ela sabe que tem que se casar em breve e que, se ela for despejada, seu futuro será arruinado. Nos países islâmicos, o patrimônio da família não é dividido igualmente entre o ex-marido e a mulher, mas o homem mantém tudo, como tudo tem sido seu salário. O Alcorão deixa claro que tudo o que é propriedade do homem e uma boa mulher é aquela que cuida da propriedade do marido. O trabalho da mulher em manter casa do marido em ordem, cozinhar para ele e criar seus numerosos filhos não é reconhecido como valioso e, portanto, depois de um divórcio, ela tem direito a nada. Ela também vai perder a custódia de seus filhos pois as mulheres no Islam são nada mais que incubadoras para os filhos dos homens. Tudo o que ela pode obter é sua mahr (a taxa combinada antes das nupcias), que muitas vezes é apenas um símbolo e se resume a nada. Poderia ser algo tão insignificante como um vestido. As mulheres muitas vezes não exigem muito para mahr, não só porque Maomé insistiu que as boas mulheres também fossem baratas, mas também porque elas correm o risco de não se casarem o que seria uma grande desgraça para elas e para as suas famílias. Claramente, o divórcio pode significar um desastre para uma mulher muçulmana. Ele não só significa que ela vai perder seu status social, mas ela realmente pode enfrentar a fome. Se ela não é jovem o suficiente para casar-se novamente, ela será forçada a encontrar trabalho braçal. O trabalho não está prontamente disponível para as mulheres nos países islâmicos. O único trabalho disponível é o trabalho doméstico e de limpeza, que é extremamente mal pago e muito humilhante. Apenas as sortudas conseguem trabalho como empregadas domésticas. Muitas mulheres divorciadas acabam nas ruas como mendigas. Assim, é compreensível que as mulheres muçulmanas prefiram um marido que as abusem e as batam regularmente do que o divórcio. Isso também explica por que as mulheres consentem em compartilhar seus maridos com uma segunda, terceira ou quarta coesposa. Elas sabem que a alternativa do divorcio significa enfrentar um futuro muito sombrio de incertezas e pobreza. A estigmatização é apenas um dilema que uma mulher divorciada enfrenta. O verdadeiro desafio é a sobrevivência após o divórcio. Só depois de levar em consideração o dilema psicorreligioso e os fatores socioeconômicos que subjugam as mulheres muçulmanas é que podemos apreciar a gravidade do problema e podemos entender por Maryam ficaria feliz se o marido batesse nela apenas uma vez por semana, em vez de todos os dias. Só então é que vamos entender por que ela diz que ainda o ama. Maryam sabe perfeitamente que, se seu marido abusivo e selvagem despejá-la, ela vai ter que quer cometer suicídio ou viver uma vida de extrema pobreza e miséria. Tudo que Maryam quer é viver. Não é este o instinto básico de todos os seres vivos? Assim, ela está disposta a ser surrada uma vez por semana por esse privilégio. Maryam está disposta a manter seu marido psicopata contente, permitindo-lhe espancá-la regularmente para que ela possa continuar a viver a sua vida miserável. Para Maryam e para milhões de mulheres muçulmanas que vivem em relacionamentos abusivos e em sociedades abusivas, a vida não é um direito, mas um privilégio. É um privilégio que elas têm a ganhar por agradar seus maridos, mesmo que isso signifique aguentar suas birras violentas. As mulheres muçulmanas sem maridos não têm esperanças. Se elas são divorciadas ou viúvas; se elas não têm boa herança e se elas não conseguem encontrar outro marido, elas não têm futuro. Elas são párias e ônus para a sociedade e para si mesmas. A morte é muito mais atraente para elas do que esta vida sombria e miserável. Talvez isso explique a razão de ser das Viúvas Negras chechenas. Essas mulheres que perderam seus maridos e sendo muçulmanas não há mais nada para elas, a não ser morrer. No entanto, como boas muçulmanas – querem se vingar e matar tantas pessoas inocentes que puderem antes de enfrentar sua própria cobiçada morte. O abuso das mulheres é um dos problemas enfrentados pelo mundo muçulmano e não é dos menores. Infelizmente, não há solução para este problema, a menos que o Islã seja erradicado destas sociedades. A misoginia é apenas um dos muitos sintomas do doentio mundo islâmico. A doença é o Islã!

Sobre o autor: Ali Sina é um ex-muçulmano nascido no Irã e que atualmente mora no Canadá. É fundador da FAITH FREEDOM INTERNATIONAL, que é um fórum de referência na crítica ao Islã e escrito por ex-muçulmanos. http://www.faithfreedom.org O artigo original pode ser lido em http://www.faithfreedom.org/woman-wants-to-be-beaten-only-once-a-week/