O ponto fraco do inimigo

liberdade de expressão

Ex-muçulmano escreve para Ali Sina. Link para o texto original 2007. Tradução 23-01-2016

Querido Ali Sina,

Eu também sou iraniano e fui criado na Alemanha. Vivi no Irã por três anos, e agora estou de volta à Alemanha. Eu percebi que o Islã é uma seita primitiva, demoníaca e ridícula, e estou preocupado com a educação nas escolas alemãs.

Alguns meses atrás, as autoridades decidiram que além do ensino do catolicismo e religiões evangélicas, que podem ser escolhidas pelos estudantes (elas não são obrigatórias), a educação islâmica também deve ser oferecida. O mais assustador é que muitos estudantes escolhem estudar o Islã, que é ensinado por muçulmanos, é claro.

Como você já deve saber, muita gente que não é muçulmana “de verdade” escolhe esse tipo só para “mostrar” a todo mundo que eles são muçulmanos. E as autoridades estão felizes que “a educação islâmica será uma matéria nacional em breve”. Eu posso bem imaginar como tais professores irão alimentá-los com mentiras sobre o Islã, o Alcorão, e Maomé; e como esses estudantes irão tentar propagá-lo e tentar islamizar a sociedade, os amigos e os parentes.

Eu me sinto muito mal com isso e gostaria de perguntá-lo o que posso fazer ou como posso contribuir para que eles se iluminem, pois não quero que essas coisas aconteçam.

Desejo tudo de bom e muito obrigado a você e aos coeditores.

Ali Sina responde:

Querido Farhad,

Você tem todo motivo do mundo para estar preocupado. Dizem que a ignorância é uma bênção. Os não-muçulmanos, particularmente os europeus, são ingênuos ignorantes dos perigos do Islã. Somente os ex-muçulmanos, que viram a enormidade da devastação que o Islã provoca, podem entender a grandeza da ameaça que esta seita representa para o mundo e a civilização humana.

É um engano tolerar o Islã. É um engano dar a ele o status de religião e contá-lo no meio de outras religiões. O Islã não é só mais uma cor no arco-íris das religiões. É a escuridão de uma noite que almeja obliterar todas as outras cores.

Alguns erros são mais custosos que outros e a inércia pode resultar em desastre. O erro que o mundo cometeu durante os anos 30 quando os nazistas estavam ganhando força custou 50 milhões de vidas. Tolerar o Islã hoje pode resultar em muito mais mortes num futuro próximo. Se deixarmos o Islã dominar o mundo, nós perderemos a nossa liberdade e nossa civilidade ao mesmo tempo. Embora ainda não se fale nisso e é provável que não aconteça, a possibilidade de um holocausto nuclear em que bilhões de pessoas pereçam é real. Esse desastre pode ser evitado se nós agirmos agora, colocarmos um freio na história e mudarmos o seu curso, antes que atinja o precipício.

A única maneira de evitar esse perigo iminente é ajudando os muçulmanos a saírem do Islã. Este êxodo deve começar em larga escala e logo. Todavia, não é uma tarefa fácil. Os muçulmanos não aderiram ao Islã por causa de argumentos racionais. Então eles não vão deixar o Islã por causa deles. Os muçulmanos geralmente evitam completamente o diálogo. Eles acreditam que não há razão para provar o Islã como verdade e que todo mundo deve aceitar a religião prontamente, assim que seja chamado.

Converter-se ao Islã é muito mais um ato emocional do que uma experiência da razão. As emoções agem na parte mais primitiva do cérebro. Elas são mais fortes e suplantam a mente racional. Como resultado, não é fácil dialogar com muçulmanos. Eles não vão deixar a fé apenas com a razão. Suas fortes emoções em relação a sua fé formam uma redoma completa em torno da parte lógica.

Embora a meta do meu site Faith Freedom Internacional seja dupla: A) ajudar os muçulmanos a deixarem o Islã e B) advertir aos outros sobre seus perigos; a verdade é que A depende muito de B. Estando eu consciente da dificuldade de se argumentar com os muçulmanos, meu foco principal é em B. Eu sou da opinião que a chave para influenciar um grande número de muçulmanos e fazê-los ver que o Islã é falso está nas mãos dos infiéis. Os muçulmanos não vão deixar o Islã a menos que o mundo denuncie sua seita.

Os não-muçulmanos mantêm o Islã vivo.

Nós escutamos constantemente os muçulmanos citarem celebridades famosas que fazem comentários positivos sobre o Islã e o louvam. Os muçulmanos dependem desses comentários como o peixe dentro da água. Eles pescam esses comentários, incentivam-nos, compilam-nos e advertem-nos, porque é na aprovação dos outros que eles acham validade para a sua fé. Toda a autoestima deles depende de como os outros os percebem e do que dizem sobre eles. Esta é a chave para entender a sua idiossincrasia e traçar um plano estratégico para combater sua Jihad.

O que aconteceria se essa aprovação parasse? Toda a sua autoestima desmoronaria! A dúvida subiria a sua mente e eles perderiam a fé. Um narcisista depende de elogios porque neles acha suprimento para seu narcisismo. É com os elogios dos outros que o narcisista encontra a própria validação e sua raison d’être.

Todos nós somos narcisistas até certo ponto. Queremos ser notados. Nós procuramos atenção. Queremos que nos levem em conta. Esta sede é tão forte que alguns até cometem crimes para extrair atenção. Os vândalos destroem de modo que possam ser notados. Através do vandalismo, eles podem ver seu malfeito e se sentirem importantes. A mesma psicologia é o que motiva um incendiário ou até um assassino serial.

O psiquiatra Americano James Gilligan, autor de Preventing Violence, argumenta que a razão pela qual a maioria dos criminosos cometem crimes é para conseguir respeito. Ele escreve: “eu costumava pensar que as pessoas cometiam roubos à mão armada para conseguirem dinheiro; e de fato, essa é a explicação superficial que eles preferem nos dar. Mas quando eu me sentei e conversei demoradamente com homens que tinham cometido aquele crime com frequência eu escutei comentários como ‘eu nunca obtive tanto respeito antes em toda a minha vida quanto no momento em que apontei uma arma para o rosto de algum cara’”.

A chave para ajudar os muçulmanos a deixarem o Islã é desprovê-los de respeito. Para um narcisista, a coisa mais importante é a imagem. Os muçulmanos dependem da imagem do Islã para sua autoestima. Ao perderem sua identidade e serem deixados sem nada a não ser o Islã, eles se sentem respeitados quando o Islã é respeitado, e insultados quando o Islã é insultado. Enquanto os infiéis respeitarem o Islã, os muçulmanos irão continuar agarrados a religião. Somente vão abandonar quando toda a humanidade denunciar o Islã como algo maligno e perigoso.

Vergonha e culpa.

As culturas islâmicas são baseadas na vergonha. Ela é uma experiência dolorosa. Para evitar a vergonha, deve-se evitar a causa da vergonha. Isso significa que se deve proteger a imagem. Toda a sua autoestima e autovalor dependem dessa imagem. Quando estamos envergonhados, tornamo-nos violentos. A violência é uma das maneiras com que nós humanos lidamos com a vergonha.

O e-mail seguinte nos foi enviado por Drunkia. Mostra o relacionamento que os muçulmanos têm com o Islã e o aperto que este culto tem sobre eles. Ela escreveu:

Eu concordo totalmente com você, senhor. Os muçulmanos são violentos, abusadores, e eles são estupradores. E é totalmente verdade que essas histórias que chamam de milagre são casualidades. Então por que diabos eu não estou em um asilo psiquiátrico? Por que porra eu, uma jovem muçulmana que nunca chama palavrão – a menos que seja necessário – está chamando agora? Cale sua boca imunda e vá para o inferno. Talvez você tenha nascido de uma mãe honesta, mas nasceu para ser um homem desonesto.

Creia-me, eu concordo totalmente com você que os muçulmanos são violentos. Se eu não tivesse escrevendo isso em uma tela de computador, você não teria um rosto decente agora. E meu punho estaria ensanguentado e eu seria punida. Mas que punição pior poderia haver quando você está sendo uma “mala sem alça” para minha religião? Mova seu traseiro e me escreva de volta. Não sou uma garota de violência, mas eu posso me tornar, e minha família pode ser de assassinos. Apodreça no inferno! Rs rs vou chorar pela sua mãe quando estiver sendo despejado no lixo pelas mãos de Alá.

Tenha muita má sorte!…, e espere! Não vou escrever meu nome para um ser humano asqueroso como você! Creia-me! Não preciso nem tentar! Eu sei onde você mora. Sei onde você dorme, conheço seus parentes, sei onde você trabalha, e conheço seus amigos. E eu sei que você é um otário!

Esta pessoa muito provavelmente não é violenta. Mas dadas as chances, ela com certeza vai cumprir as ameaças proferidas. Pessoas de todas as religiões ficam ofendidas quando sua religião é insultada, mas somente os muçulmanos são capazes de perder a cabeça e se tornarem assassinos perversos. Por quê? É porque os muçulmanos perderam o ego individual e o Islã se tornou sua única identidade. O Islã dá a eles autoestima, uma falsa sensação de orgulho e ego próprio. Quando o Islã é criticado, eles sentem a vulnerabilidade e ficam envergonhados. O que é que se pode dizer quando as pessoas chamam seu profeta de pedófilo e você não pode negar? Isto causa intensa vergonha e a única maneira de lidar com isso é se tornando violento. O melhor jeito de descrever o comportamento deles é dizer que ficam “possessos”.

Para que se consiga ajudá-los a superar sua selvageria, os muçulmanos precisam ser “exorcizados” do Islã. E isso se faz desacreditando a religião para que ela perca as aparências. A vergonha os torna violentos, mas ao final, ela irá libertá-los. Assim, a resposta a sua violência não é respeitar sua fé, mas envergonhá-los mais. Somente a intensa vergonha pode quebrar sua redoma.

O narcisismo se alimenta de suprimentos narcisistas. O reconhecimento e o respeito são suprimentos narcisistas. Alimentar o narcisismo não ajuda o narcisista, só o faz ficar pior. Eles se tornam valentões, mais arrogantes, e mais exigentes. Os narcisistas não podem ser ajudados através do apaziguamento. Nas palavras de Churchill: “um apaziguador é alguém que alimenta um crocodilo esperando que ele o devore por último”. Os alemães e muitos governos europeus estão tentando apaziguar os muçulmanos. Eles não estão conscientes dos perigos do Islã e a calamidade que eles vão enfrentar em um futuro próximo. A ignorância tem um preço a pagar. O preço dessa ignorância pode ser uma guerra civil e o sangue de inúmeras pessoas na Europa, tanto muçulmanas quanto infiéis.

Nossa responsabilidade é acordar os infiéis (os não-muçulmanos) e adverti-los dos perigos do Islã. O perigo vem do Islã e não das pessoas do Oriente Médio. Ao contrário dos muçulmanos, que discriminam, violam e abusam os direitos humanos dos infiéis, os infiéis têm dificuldade com a discriminação. Todavia, eles precisam entender que o Islã é apenas uma crença e as crenças não possuem direitos. Serem humanos possuem direitos, crenças não.

Como o e-mail de Drunkia mostra, os muçulmanos se tornam cães ferozes se sua religião for criticada. A selvageria não deve ser tolerada. Os muçulmanos que defendem sua religião com violência devem ser presos. O diálogo deve ser bem vindo, mas deve haver tolerância zero para a violência.

Uma vez que o diálogo comece, o islã será desacreditado e os muçulmanos irão ser libertos. Uma vez que sua fonte de orgulho se torne uma fonte de vergonha, eles não mais se apegarão a ele, ao contrário, ficarão envergonhados e desejarão se dissociar dele.

A cultura ocidental é baseada na culpa. A cultura oriental é baseada na vergonha. Para nós, orientais, a imagem é tudo, bem como a maneira como os outros nos enxergam. O oposto de culpa é inocência. Se seu etos é baseado na culpa, então você se policia interiormente a fim de parar de cometer más atitudes porque agir mal faz você se sentir culpado.

Se seu etos é baseado na vergonha, tudo com o qual você se importa é com sua imagem. O oposto de vergonha é a honra. Você pode até agir mal, mas se ninguém perceber, sua imagem não é maculada e você ainda é considerado uma pessoa honrada. Em uma cultura baseada na vergonha, o certo e o errado não tem significado algum. Tudo se resume a vergonha e honra. Se a mancha da vergonha é eliminada, mesmo que isso signifique o assassinato da própria filha, a honra é restaurada. Esses pontos de vista são diferentes. A menos que nós os entendamos, não seremos capazes de fazer sentido para os muçulmanos e suas mentes.

As culturas baseadas na vergonha são primitivas (antigas). Todas as culturas orientais são baseadas na vergonha, mesmo que elas não sejam islâmicas. A cultura japonesa, por exemplo, é, ou tem sido, baseada na vergonha. Nossa cultura persa também é baseada na vergonha. Provérbios como “mantenho minhas bochechas rosadas com tapas” são indicadores de uma cultura baseada na vergonha, onde a imagem é mais importante do que os fatos. Este provérbio significa que posso estar morrendo de fome, mas meu orgulho não deixa que eu mostre isso a ninguém, então eu esbofeteio meu próprio rosto para mantê-lo rosado. Porque a pobreza é a causa da vergonha, enquanto eu esconder minha pobreza, eu preservo minha honra.

O Islã é uma filosofia baseada no medo e tem criado as suas raízes no meio social da vergonha. Esso é uma combinação muito perigosa. Quando se combina medo e códigos morais baseados na noção de honra e vergonha, se cria o etos mais insidioso imaginável. Assim é o Islã, ainda mais perigoso que o Nazismo. Os muçulmanos não estão preocupados com a irracionalidade do Islã ou sobre o que é bom ou ruim. Eles estão mais preocupados em “quebrar a cara” e em defender a imagem do Islã.

A violência vence.

Um fato com o qual todos concordam é que a força bruta é mais forte que a civilidade. Se eu e você nos confrontarmos um ao outro, e se eu fizer uso da violência enquanto você tenta argumentar comigo, eu irei vencer. A razão pela qual os muçulmanos venceram desde a época de Maomé é porque os não-muçulmanos estavam relutantes em recorrer a violência, enquanto os muçulmanos estavam sempre prontos para ela. A razão de vivermos em liberdade hoje é porque os europeus responderam ao barbarismo islâmico com igual selvageria. Se não fossem os cruzados, provavelmente não seríamos livres hoje.

Na ocasião da batalha de Badr, quando um poeta de Meca chamado Nadhr ibn Harith foi capturado por ser crítico de Maomé, apesar de ser também seu primo, ele se voltou ao homem que o prendera (chamado Musab) e pediu que intercedesse por ele junto a Maomé para que este não o matasse. Musab lembrou-lhe que ele havia negado a fé e havia ridicularizado o profeta. “Ah”, disse Nadhr, o prisioneiro, “se os coraixitas tivesse pegado você eles não iriam matá-lo”. “Mesmo se acontecesse isso”, Musab replicou desdenhosamente, “eu não sou como você. O Islã abriu uma fenda em todos os laços familiares”.

Maomé ordenou que seu primo Nadhr fosse decapitado. Musab estava dizendo a verdade. O Islã abriu uma fenda nos laços familiares. Isso se chama Moqalib-al qulu. Transforma os corações dos crentes e os faz ficar cruéis e desumanos. Depois de se converter ao Islã, os crentes se voltam contra seu próprio povo e não tem pena nenhuma de matar seus entes queridos.

Este tem sido o segredo do sucesso do Islã desde o início. As pessoas comuns não são militantes. Eles se inscrevem na filosofia do “viva e deixe viver”. Esta é uma característica louvável do mundo civilizado. Todavia, onde a lei da selva se aplica, a besta mais feroz e astuta é a vencedora. Um bando de hienas pode invadir um grande rebanho de gnus ou gazelas, matar quantas quiser e as hienas são sempre vitoriosas. Os carnívoros sempre vencem porque os herbívoros não são violentos. A força bruta ganha. O bem e o mal são conceitos humanos. Na natureza, força bruta é o que importa. Isto é um princípio. Porque os muçulmanos são militantes, e o resto da humanidade não é; porque eles são violentos e os outros não são, os muçulmanos sempre ganham.

A tolerância com a intolerância encoraja esta última. O Islã precisa ser detido. Há duas maneiras de fazer isso. Uma é tangendo os muçulmanos do Islã, e a outra é respondendo à violência com uma violência maior. Na humilde opinião da pessoa que escreve, a primeira opção é a da sanidade, enquanto a outra é a guerra. Não é preciso dizer que a opção de não fazer nada é suicídio.

Se nós escolhermos o caminho da sanidade, a única maneira de ajudar aos muçulmanos a saírem do Islã é desacreditando-o. Isso significa criticar abertamente, do mesmo jeito que fazemos com o Cristianismo ou outras religiões. O Cristianismo não foi poupado do criticismo. Não há nada contra o Cristianismo, Judaísmo ou Hinduísmo que não já tenha sido dito. Por que o Islã deve ser poupado do criticismo? Se houver alguma verdade no Islã, deixemos que os apologistas o defendam. Se não puder se sustentar logicamente, então é uma mentira. Por que nós deveríamos nos curvar a uma mentira que é responsável por tantas mortes?

As melhores pessoas para criticar o islã e desacreditá-lo são as pessoas como você e eu. Nós apóstatas conhecemos o Islã por dentro e por fora, e depende de nós abrirmos a boca para criticá-lo. Todo mundo precisa se tornar um crítico do Islã, mas os ex-muçulmanos podem fazer o que os outros não podem. Nosso inimigo é militante, determinado e proativo, e nós devemos ser do mesmo jeito.

A nossa vulnerabilidade e a deles.

Você não pode ganhar uma guerra sem conhecer seu inimigo. Para conseguir ganhar essa guerra, nós precisamos entender a psicologia dos muçulmanos. Uma vez que conheçamos sua mentalidade, nós conheceremos suas fraquezas e vulnerabilidades.

A fraqueza dos muçulmanos é o Islã. Eles se agarram à religião para ter identidade e orgulho. Eles querem que você respeite o Islã e com isso alimente sua sede narcisista. Quando você vê milhões de muçulmanos perderem as estribeiras por causa de algumas charges do profeta, então você sabe que tocou num ponto muito sensível.

Este conhecimento é crucial para ganhar esta guerra. Na guerra, deve-se atacar o inimigo em seu ponto fraco. Por isso atacar a figura de Maomé e a credibilidade do Alcorão é essencial em nossa luta contra o terrorismo. A fisgada do islã nos muçulmanos não é lógica, mas emocional. Então só podemos vencer se nos engajarmos emocionalmente. Como fazer isso? Dizendo a verdade. Quando todo mundo parar de se prostrar diante dos muçulmanos, e começar a chamá-los de maometanos e seguidores de um pedófilo, a batalha está ganha. Eu fico muito impressionado que alguns não muçulmanos que fingem lutar contra o terrorismo fiquem ofendidos com esses termos e achem que é desnecessário chamar os muçulmanos disso. Longe de ser desnecessário, é imperativo. É nossa exata estratégia contra eles. Tais palavras não são insultos, mas fatos. Tais fatos, uma vez espalhados mundo afora e repetidos em eco por todo mundo, irão esmagar a fé dos muçulmanos no Islã, cortando o cordão umbilical.

Os muçulmanos não têm medo de lutar. Eles não têm medo de matar ou morrer. Eles têm medo de serem ridicularizados. É o ponto fraco deles. E é bem no ponto fraco que precisamos concentrar nossos ataques.

Somente um tolo negaria que estamos em uma guerra. Os muçulmanos declararam sua jihad contra a humanidade. Cada lado tem suas fraquezas. A fraqueza dos infiéis, principalmente os ocidentais, é a culpa. Os muçulmanos abusam os outros que vivem em seus países e violam seus direitos humanos, mas quando chegam ao Ocidente, eles exigem não apenas tratamento igual, mas preferencial. Eles não obedecem a regra nenhuma, mas fazem com que nós obedeçamos às suas regras. A maioria das carnes que são servidas nos fast foods europeus é halal. Por quê? Porque os não-muçulmanos não se importam. E por causa disso os muçulmanos vencem. Vencem por causa de nossa indiferença e inércia. Os ocidentais se sentem obrigados a se curvarem porque estão amarrados pela culpa. Aí é onde os muçulmanos agarram os inimigos pelo pescoço. Eles conhecem nossa fraqueza e nosso sistema legal e obtêm plena vantagem a sua posição. Mas e o ponto fraco deles?

A vulnerabilidade dos muçulmanos é a vergonha. Tendo perdido sua identidade, eles procuram seu eu e seu orgulho na religião. Criticar o Islã é para um muçulmano a experiência mais devastadora. Para eles, que literalmente adoram mais ao Maomé do que a Deus, escutar críticas e escárnios é algo traumático.

Paradoxalmente, isso é sua salvação. Quanto mais o Islã for criticado, menos sensíveis eles se tornam e gradualmente param de se escorar na religião. Afinal o Islã acabará se tornando sua fonte de vergonha. Será aí que um grande êxodo do islã irá começar. Pode acontecer da noite para o dia.

Os muçulmanos temem o diálogo. Quando eles falam de “diálogo entre civilizações” eles na verdade querem dizer monólogo. Eles querem que você escute a história deles, mas não querem escutar a sua, muito menos tolerar suas perguntas provocantes. Eles demonstraram sua intolerância ao diálogo quando o papa citou um imperador bizantino dizendo que o Islã era violento. Eles evitam situações onde o Islã possa ser seriamente examinado. Essa é a fraqueza deles.

Os ocidentais não podem superar sua própria fraqueza. Eles não vão conseguir ser intolerantes com os muçulmanos. O sentimento de culpa deles é muito forte e muito debilitante. Isso dá aos muçulmanos uma aresta. A única maneira de o Ocidente superar esta deficiência é tirando vantagem da fraqueza do inimigo, e isso quer dizer criticar o Islã e ridicularizar seu fundador pedófilo e estuprador.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para 2016.

A escravidão sexual na Arábia Saudita vai acabar?

bondage burca

Texto de Taslima Nasreen (2015). Tradução de kadija kafir 13 -10 – 2015 link para o original

Uma notícia intrigante foi publicada no mundo árabe uns dias atrás – uma sex shop está chegando na cidade mais sagrada da Arábia Saudita, Meca. E é uma sex shop “halal” (permitida). Não tenho a menor ideia de quais são as condições e termos para que uma sex shop seja considerada halal (lícita) ou haram (ilícita). Eu também quero saber se nesta sex shop uma mulher será capaz de comprar sozinha para suas necessidades pessoais. Em um país onde as mulheres não têm a mínima liberdade pessoal além de serem escravas sexuais dos homens, não existe dúvidas de que uma sex shop aberta lá será exclusivamente para os prazeres sexuais deles.

Os homens da Arábia Saudita gastam muito de sua enorme riqueza em sexo. Eles vão a vários países em turismo sexual e gozam da companhia de prostitutas caras, e então perambulam livremente em sex shops de países estrangeiros. De agora em diante, todavia, eles não vão mais ter o problema de ter que fazer uma viagem para fazerem compras, pelo menos as relacionadas a sexo. Para EL Asira, a marca que se ajusta a Sharia e que se originou em Amsterdam e que tem o apoio de Beate Uhse, irá em breve se ramificar à cidade sagrada.

Até agora, as sex shops da Europa e da América ainda não chegaram em países progressivos da Ásia, mas chegaram a Arábia Saudita, a sociedade mais conservadora e ortodoxa do mundo, onde as mulheres são vistas como meras genitálias ambulantes.

O rei saudita, Abdullah, tinha 30 esposas. Uma delas era Alanoud al Fayez, de quem se divorciou em 1985. Mas as quatro filhas são prisioneiras nos palácios reais sauditas. Jawaher, Maha, Sahar e Hala são encarceradas em todo o sentido da palavra. Elas não são livres para colocar os pés fora das paredes do palácio. Elas mal recebem duas refeições diárias e seus meios irmãos as espancam sem pena. Algumas das irmãs estão com idade próxima dos 40 anos, mas não foram autorizadas a se casarem.

Alanoud, que impôs a si mesma um exílio em Londres nos últimos anos, quebrou o silêncio e falou para a mídia internacional dos abusos impostos a suas filhas. Sem sucesso, é claro. Se a nação mais poderosa do planeta, os Estados Unidos, abaixa a cabeça e presta obediência à poderosa casa de Saud, quem ousa protestar?

Barack Obama fez uma visita de alto perfil para a Arábia Saudita uns meses atrás, acompanhado pela mulher. Ninguém se lembra de nenhum pedido a ele para que alivie a situação das irmãs presas no palácio real, ou a condição das mulheres do país em geral.

É assim com a Arábia Saudita. É como uma criança teimosa – o que lhe dá na telha ela vai em frente e faz. As mulheres sauditas não podem respirar ao ar livre se não estiverem cobertas dos pés a cabeça. Elas não têm direito a liberdade de expressão. Elas não podem conversar com pessoas do sexo oposto porque é considerado proibido. Não podem pegar carona com ninguém sem o medo de uma execução. Elas são punidas cruelmente se forem vítimas de estupro ou tortura.

As leis primitivas do século sete ainda prevalecem sobre as do século 21. Não se houve falar em liberdade de expressão. O blogueiro ativista Raif Badawi, criador do web site Free Saudi Liberals (liberais sauditas livres) ainda leva chicotada toda semana por ousar em ter aspirações de liberdade de pensamento. Arábia Saudita não dá a mínima para os pilares da modernização e civilização. Este país, sem o menor senso de ética e caráter, fica sem punição uma vez que não existe nação corajosa o suficiente para enfrentar a ira de um país rico em petróleo.

Tais são as circunstancias sob as quais a Arábia Saudita abriu suas portas para uma sex shop. O que essa novidade vai fazer com os homens sauditas? Bem, agora eles podem ter cintos de couro, máscaras, grilhões e todo tipo de armamento que podem usar para tratarem as mulheres como escravas sexuais. Para forçá-las em jogos sexuais de dominante vs submissa. Trazer o primitivismo brutal de suas atitudes patriarcais contra as mulheres, infringindo-as um novo tipo de tortura sexual. E como já é de praxe isso vai ficar sem punição.

Se houver de fato qualquer prazer a ser acrescentado por essas lojas, será exclusivamente para os homens. As mulheres não participam dessas coisas. Aquelas que não têm direitos humanos tampouco devem aspirar a direitos sexuais. E aquelas que não têm liberdade sexual ou direito, não têm prazer. Escravas sexuais não sentem prazer com o sexo – precisam primeiro sair de sua escravidão.

O mundo fica se perguntando quando é que esta nova geração de jovens politicamente conscientes irá soletrar a sentença de morte para esta dinastia. O tempo os aguarda.

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taslima nasrinSobre a autora: Talisma Nasrin é uma ex-muçulmana lésbica nascida em Bangladesh. Formada em Medicina, Nasrin é mais conhecida no mundo por seus escritos e suas críticas à religião islâmica e sua nefasta influência na opressão das mulheres. Em sua autobiografia, intitulada Amar Meyebela, relata sua sofrida infância e faz críticas a Maomé, o que lhe valeu represálias e proibição de vender o livro. Nasrin se define como humanista secular, e não tem hoje nenhum tipo de crença.

Definição de casamento: o que se aprende com o islã?

casamento-gay

Brasil: Em reunião tumultuada, a comissão especial que discute o Estatuto da Família na Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (dia 24 de setembro de 2015) o texto principal do projeto, que define família como a união entre homem e mulher. A comissão aprovou o relatório por 17 votos favoráveis e 5 contrários. Vejam a opinião de uma ex-muçulmana egípcia sobre um assunto parecido, que nos Estados Unidos foi discutido em 2013.

Texto de Nonie Darwish (2013). Traduzido em 27-09-2015. Link para o original.

Antes de os americanos embarcarem na ideia de mudar a definição de casamento, eu espero que eles pelo menos concordem em examinar as culturas que não definem o casamento como união entre homem e mulher. Em sua ânsia de atingir suas metas, os entusiastas do casamento gay estão marchando pelo que eles consideram como progresso e modernidade, ao mesmo tempo em que ignoram as lições de outras culturas, a história, a natureza humana básica e as consequências indesejadas e negativas por se redefinir o conceito de “casamento”.

A definição de casamento para o islã é de um homem e até quatro mulheres onde a lealdade no casamento é requerida somente da mulher em relação ao homem, mas não necessariamente do homem para com a mulher. No contrato egípcio de casamento, do homem se pede que dê nome e endereço de uma segunda, terceira, ou quarta mulher, se houver. É tão fácil para um homem legalizar o casamento com uma quarta mulher como foi com somente a primeira. É verdade que a maioria dos muçulmanos escolhe ter apenas uma mulher, mas a mera existência dessa lei tem consequências devastadoras no funcionamento saudável da unidade familiar, equilíbrio de poder no casamento, direitos da mulher e autoestima, segurança dos filhos, segregação sexual na sociedade como um todo e a maneira como os sexos se relacionam.

Se nós desejamos ter uma discussão saudável sobre essa discussão acalorada sobre a redefinição do casamento, precisamos manter a discussão respeitosa e honesta sem lançar mão de xingamentos de “homofóbicos” ou “intolerantes” daqueles que querem preservar a palavra “casamento” como união de homem e mulher. É fato que legalmente, biologicamente, culturalmente e em muitos outros aspectos, a união entre um homem e uma mulher é muito diferente da união homossexual e não há nada que possamos fazer para mudar isso. Se nós insistimos em chamar a união homossexual de “casamento” nós estamos negando a diferença principal de que a união heterossexual é autossuficiente e não necessita de um terceiro para produzir filhos (ou necessidade de adoção N.T). Isto é legal e biologicamente diferente. Ponto final. Consequentemente, se ela é diferente, não devíamos dar o mesmo nome, mas podemos dar aos gays todos os benefícios legais e o respeito que merecem sem ferir o casamento tradicional.

Eu vivi os primeiros 30 anos da minha vida em uma sociedade com segregação sexual que permitia a poligamia onde o conceito de casamento não estava restrito a um homem e uma mulher. Uma das consequências de sociedades polígamas islâmicas é que não há comunicação e interação entre os sexos, exceto para a procriação.

O movimento feminista moderno dos anos 60 disse inverdades às mulheres que resultaram em uma quebra dos relacionamentos na América e uma geração de mulheres casadas com PhD mas que nunca casaram ou tiveram filhos. Os homens se sentiram inúteis e foram vexados por assédio sexual resultando em um declínio e deterioração da instituição do “namoro” na América.

Eu não tenho nada contra as pessoas, apenas amor e respeito, sejam elas “hétero” ou gays. Mas isso não significa que eu me permitirei ser enganada em pensar que não haverá consequências indesejadas se usarmos a palavra “casamento” para casais gays. A extrema esquerda na América está promovendo relacionamentos gays como se eles não diferissem em nada dos relacionamentos “hétero” e isso é uma inverdade que somente trará uma sociedade segregada em gênero que vai ferir a mulher muito mais do que ao homem.

Gostemos de admitir isso ou não, as mulheres irão sempre cuidar dos bebês e com a segregação dos sexos os homens se tornarão meros doadores de esperma. O papel dos homens na criação e apoio aos filhos será ainda mais prejudicado com o casamento gay, a menos que as sociedades com esse casamento desenvolvam leis obrigando os doadores de esperma a prover os filhos que eles geraram biologicamente sob pena de prisão. Outro fato que não podemos ignorar: o senso comum nos diz que uma mulher que se relaciona com outra mulher não tem obrigação de manter legalmente o filho da outra se foi gerado com um amante. Que bagunça estamos criando quando usamos o termo “casamento” para uniões gays!

Ao chamar uniões gays de “casamento”, a divisão de gênero e a alienação masculina na criação da família e da criança vão ficar ainda mais profundas. Quem vai se beneficiar se criarmos uma sociedade ocidental segregada por sexo? Estamos a caminho de criar bairros onde só há casais homossexuais? Será que haverá tabus para prevenir os sexos de se comunicarem ou se misturarem? Vocês acham mesmo que isso é imaginação louca de uma mulher que viveu e sofreu em uma sociedade segregada por gênero? A esquerda americana deveria ser cuidadosa naquilo que deseja pois… poderá conseguir mais do que aquilo que desejou.

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Sobre a autora:  Nonie Darwish nascida no Egito e naturalizada americana, é uma ex muçulmana ativista a favor dos direitos humanos e fundadora do Arabs for Israel e diretora do Former Muslims United. É autora de vários livros, entre eles, The Devil We Don’t Know: The Dark Side of Revolutions in the Middle East (O diabo que não conhecemos: o lado escuro da revolução no Oriente Médio).

O Islã é a roupa nova do Imperador

a roupa nova do imperador

Um conto de Hans Christian Andersen conta que um imperador muito exigente pediu a seu alfaiate que fizesse uma roupa especial e inigualável, que fosse uma novidade absoluta. O alfaiate mostrou as mãos vazias ao monarca e disse que a roupa apresentada era de um tecido especial que só as pessoas boas e de coração puro podiam ver. Como não podia enxergar nada, o rei imediatamente fingiu que conseguia ver e vestir a roupa, e saiu nu no meio da multidão, que, petrificada, não ousavam sequer criticá-lo. Até que a voz inocente de uma criança gritou a verdade: “Olha, mãe, o imperador está nu!”  O texto abaixo é de Ali Sina (2013), um dos mais respeitáveis críticos da religião islâmica. Para ler o original, clique aqui.

Publicado por Khadija Kafir em 31-07-2015

Leitor escreve:

Querido Ali Sina,

Eu concordo com você sobre o Alcorão e os Hadith. Maomé era um maléfico depravado (se é que existiu). Será que a razão pela qual os muçulmanos permanecem com esse mal é por causa da punição aos dissidentes? Eu sou britânico e no meu país mesmo que as pessoas desprezem o islã em segredo, ninguém está muito a fim de anunciar isso publicamente. Eles temem serem taxados de racistas ou fascistas. Qual é a sua sugestão para uma medida contra isso? Quando é que a elite política vai acordar? Qual será o ponto de inflexão? Finalmente, o islã está entrando em colapso ou é só boato?

Atenciosamente

A razão pela qual os muçulmanos permanecem atados a sua fé é pelo medo do inferno. Este medo paralisou a mente deles a tal extremo que eles estão sem vontade de considerar que Maomé pode ter sido um mentiroso. Eles não vão nem considerar ler um livro ou um artigo que possa abrir os olhos.

Você me pergunta o que fazer para conter o avanço do islã. Você diz que a maioria das pessoas despreza o islã em segredo, mas não estão com coragem anunciar isso publicamente, para não serem xingados de racistas ou fascistas. Bem, esse é o problema. As pessoas se encurralaram. A solução é simples. Saia do armário e anuncie publicamente que o islã é incompatível com os valores da liberdade e da democracia e que não tem lugar em seu país.

A crítica a uma religião não é racismo. Os maiores pensadores como Voltaire, Bertrand Russel, Thomas Paine e inúmeras outras mentes brilhantes eram críticos acirrados da religião. Por que é que ninguém os chama de racistas? Por que é sensato criticar o cristianismo, o judaísmo o hinduísmo e todas as outras religiões, mas é racismo criticar o islã?

Esta é a mentira islâmica em que muitos não muçulmanos, principalmente os esquerdistas, tomam parte. O Islã não é uma raça. Qual é a raça do Islã? Eles querem fazer bullying com você para silenciá-lo e você não deve ceder a esse bullying.

O islã é também fascismo. É o Islã que não acredita na democracia, igualdade, e irmandade para todas as pessoas. É o islã que promove a supremacia religiosa. É o Islã que é misógino. É o Islã que trama dominar o mundo como um único governo mundial. Estas ideias são fascistas.

Todas as vezes em que criticamos o islamismo, os muçulmanos e seus amigos fascistas vêm em sua defesa e dizem que existem pessoas moderadas entre os muçulmanos. Mas nós estamos falando do Islamismo, que é uma religião e uma ideologia política. O fato de que existam muçulmanos “moderados” que não obedecem a sua religião é conversa fiada e é irrelevante ao que o islã prega.

Qualquer pessoa que o impeça de falar contra qualquer ideologia é um fascista. Não hesite em chamar essa pessoa por esse nome. Não fique na defensiva. A melhor defesa é um bom ataque. Imediatamente chame-os de fascistas por serem eles aqueles que tentam suprimir sua liberdade de expressão e defendem uma ideologia misógina de ódio, violência e dominação. Temos que virar a mesa desses fascistas e expor os defensores do islã a vergonha. Não podemos vencer esta guerra “pisando em ovos”. Sem recorrer a violência física, seja agressivo em seu ataque verbal contra o islã.

Você não vai acreditar no e-mail que eu recebi uns dois dias atrás. Alguém escreveu:

Os ataques no Quênia pelos muçulmanos têm me incomodado pois eles separaram os muçulmanos dos não muçulmanos com a tática de fazer perguntas sobre o islã. Se eu for pego em uma situação similar, como é que eu e minha família podemos nos passar por muçulmanos? Você pode me dizer como eu me visto e quais fatos eu tenho que saber sobre o Islã e Maomé? Também pode me ensinar a fazer as orações e me ensinar dois ou três versos em Árabe que eu possa lembrar de cor? Eu ficaria grato pelo seu conselho pois me ajuda a sobreviver aos jihadistas”.

Mas é assim mesmo que os muçulmanos querem e foi assim que eles venceram. Eles intimidaram as pessoas poupando suas tristes vidas, pois eles timidamente fingiram serem muçulmanos. Em apenas duas gerações, os filhos desses covardes se tornaram muçulmanos fanáticos e agora estamos sofrendo sua perseguição. Por que salvar tal vida vivida na covardia? Não é melhor a morte do que viver esta vida sem vergonha?

Nós não vamos ganhar esta Guerra com covardia. O fascismo islâmico prospera pela covardia de suas vítimas. E daí se eles chamarem você de racista ou fascista? Insulte-os de volta usando os mesmos nomes e continue atacando o islã. Não os deixe intimidá-lo ao silêncio pelo bullying.

Você me pergunta quando é que a elite política vai acordar. Eles vão acordar quando o público acordar. Você diz que a maioria das pessoas sabe da verdade, mas eles estão com medo de falar publicamente. O mesmo acontece com os políticos. De fato, os políticos estão em uma pressão maior. Se um cidadão médio está com medo de falar o que pensa, e todos aceitam isso, e provavelmente ninguém faz nada, por que você espera que os políticos coloquem suas carreiras em risco? Eles têm mais a perder. Então se você não tem coragem de fazer a coisa certa, não culpe os outros. Como disse Jesus: quem não tiver pecado atire a primeira pedra.

Os políticos sabem o quanto sabe o povo, mas eles pensam que é politicamente melhor o apaziguamento e a mentira, e jogam o jogo do engano, até quando causam um escândalo e são forçados a pedirem desculpas ou renunciarem ao cargo. Eles terão coragem de falar quando o povo tiver essa coragem. O público é você. Você tem coragem de denunciar o islã publicamente ou em qualquer lugar fora de seu quarto? Se a resposta for não, então você não merece a liberdade.

 a roupa nova do imperador2

O islã é a roupa nova do imperador. Todo mundo com bom senso pode ver que é uma religião de terror, mas ninguém ousa dizer pelo medo de ser insultado de racista ou fascista. O engano das roupas invisíveis do imperador é exposto quando uma criança na multidão, muito jovem para entender a vantagem de manter a farsa, grita que o imperador está nu e o grito é dado por outros. Se você quer por termo nesta charada sobre o islamismo, você tem que agir como aquela criança e gritar que o islã é uma religião de ódio. Uma vez que você fizer isso, outros tomarão coragem e seu grito será levado em conta. Então os políticos tomarão coragem de fazer o que é de seu dever: proteger o país contra seus inimigos.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, ALI SINA é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé).

Defenda o direito de ficar ofendido

rushdie

O texto a seguir é um excerto do artigo “Defend the right to be offended”. Salman Rushdie fala sobre o perigo de ser criarem leis limitantes à liberdade de expressão e que proíbem a crítica ao Islã sob a denominação “incitamento ao ódio por motivos religiosos”. Ele fala da Grã-Bretanha, onde vive, mas traça paralelos com outros países ocidentais.

Texto de Salman Rushdie (2005).

Tradução e adaptação: Khadija Kafir 30-07-2015

(…) O perigo que essa legislação acarreta para a liberdade de expressão, quando diminuída, permanece. Parece que precisamos lutar a batalha do Iluminismo toda de novo na Europa, bem como nos Estados Unidos.

Essa batalha foi sobre o desejo da Igreja de impor limites ao pensamento. O Iluminismo não foi uma batalha contra o Estado, mas contra a igreja. O romance de Diderot La Religieuse (1760), com seu retrato das freiras e seu comportamento, foi deliberadamente blasfemo: ele desafiou a autoridade religiosa, com seus índex e inquisições, dentro do que era possível dizer. A maioria de nossas ideias contemporâneas sobre a liberdade de expressão e imaginação vem do Iluminismo. Podemos ter pensado que a batalha já está vencida. Mas se não tivermos cuidado, ela está prestes a ser derrotada.

Ofensas e insulto são parte da vida cotidiana das pessoas na Grã-Bretanha. Tudo que você tem a fazer é abrir um jornal diário e há muito com que se ofender. Ou pode andar para a seção de livros religiosos de uma livraria e descobrir que você está condenado a vários tipos de torturas eternas no inferno, o que certamente é um insulto, para não dizer que é algo picante.

A ideia de que qualquer tipo de sociedade livre possa ser construída sem que as pessoas nunca sejam ofendidas ou insultadas é um absurdo. Absurda também é a noção de que as pessoas devem ter o direito de invocar a lei para protegê-las de se sentirem ofendidas ou insultadas. A decisão fundamental precisa ser feita: queremos viver em uma sociedade livre ou não? A democracia não é uma festa de chá, onde as pessoas se sentam em círculos para ter uma conversa educada. Nas democracias, as pessoas ficam extremamente chateadas umas com as outras. Argumentam veementemente contra as posições de cada um (mas sem atirar para matar).

Na Universidade de Cambridge me ensinaram um método louvável de argumento: você nunca levar nada para o lado pessoal, mas não é obrigado ter absolutamente nenhum respeito pelas opiniões das pessoas. Você nunca deve ser rude com a pessoa, mas você pode ser barbaramente rude sobre o que a pessoa pensa. Isso me parece uma distinção crucial: as pessoas devem ser protegidas contra a discriminação em virtude da sua raça, mas nada impede que você toque suas ideias. No momento em que você diz que qualquer sistema de ideia é sagrado, quer se trate de um sistema de crença religiosa ou de uma ideologia secular, no momento em que você declara que esse conjunto de ideias é imune à crítica, sátira, escárnio ou desprezo, a liberdade de pensamento se torna impossível.

Agora, com a proposta de lei “para evitar que o ódio seja despertado contra pessoas por causa de suas crenças religiosas”, o governo britânico atual tem a intenção de criar essa impossibilidade. Secretamente seus elaboradores irão lhe dizer que a lei foi concebida para agradar “os muçulmanos”. Mas que muçulmanos, quando e em que dia?

A capacidade desta lei de proteger “os muçulmanos” parece-me discutível. É perfeitamente possível que em vez disso, ela seja usada contra os muçulmanos antes de ser usada contra qualquer outra pessoa. Há grupos identificáveis de racistas e de extrema-direita neste país que argumentam que os muçulmanos são os que incitam o ódio religioso, e esses grupos vão usar (ou tentar usar) esta lei.

(…)

As pessoas têm o direito fundamental de levar um argumento até o ponto em que alguém se ofende com o que elas dizem. Não vale trapacear apoiando a liberdade de expressão só de quem concorda com você. A defesa da liberdade de expressão começa no ponto em que as pessoas dizem algo que você não quer ouvir. Se você não defende o direito de dizer, então você não acredita nessa liberdade. Friedrich Nietzsche chamou o Cristianismo de “a grande maldição” e “o único defeito imortal da humanidade”. Será que hoje ele seria processado?

(…)

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Sobre o autor: Salman Rushdie é um ex-muçulmano nascido na Índia, mas que vive no Ocidente (Grã-Bretanha e EUA). É um romancista autor de várias obras, porém a mais conhecida delas se chama “Versos Satânicos” (1988), que gerou uma enorme polêmica no mundo muçulmano. Depois que publicou esta obra, O aiatolá Khomeine, líder supremo do Irã nessa época, lançou uma fátua (punição islâmica) contra Rushdie, que exigia a sua morte. Desde então Rushdie precisou viver sob constante proteção de guarda-costas. O jornal britânico The Times o colocou em décimo terceiro lugar na lista dos melhores escritores da Grã-Bretanha desde 1945.

Não tenho conexão com qualquer Deus, religião ou seita

(FILES) In this file photo taken, 13 October 2005, Bangladeshi novelist and human rights activist Taslima Nasreen poses during the first edition of the "Women's forum for the Economy and Society",  in Deauville, Western France.  Indian authorities, 22 November 2007, shunted out Bangladeshi author Taslima Nasreen from Kolkata after violence hit the eastern Indian city. Officials in the Marxist-ruled West Bengal state said Nasreen was taken to northern Rajasthan state, a day after army troops were called in to quell protests in Kolkata over her presence in the populous city. Kolkata, the capital of West Bengal, is home to a sizeable Muslim population, parts of which wants Nasreen to leave.  AFP PHOTO/JEAN-PIERRE MULLER (Photo credit should read JEAN-PIERRE MULLER/AFP/Getty Images)

Neste pequeno artigo, a médica e escritora bengali Talisma Nasrin diz o que é preciso fazer para melhorar a situação das mulheres do Oriente, bem como africanas e asiáticas.

Texto de Talisma Nasrin. Para ler o original, clique aqui.

Publicado por khadija Kafir em 21/07/2015

A maioria das pessoas confunde espiritualidade com alguma forma de crença religiosa. Todavia, por mais que se queira separar a ambos, uma pitada de religião sempre consegue aparecer na espiritualidade. É por essa razão que a palavra não significa nada para mim. Eu não tenho conexão com qualquer religião, qualquer Deus, qualquer seita.

Eu só acredito no humanismo secular. Eu era muito jovem quando comecei a argumentar e lutar por direitos iguais para homens e mulheres. Mesmo quando eu era uma menininha, eu nunca podia entender porque havia um conjunto de regras para meninos e outros para meninas. Eu acho que minha habilidade de questionar me fazia especial. Eu nunca obtive uma resposta satisfatória. E minha busca só continuava… Se eu puder fazer algo por aqueles que são oprimidos e explorados, se eu puder ajudar a melhorar seu destino, se eu puder criar consciência nas mulheres, eu poderia dizer que achei a felicidade.

Eu não chamaria isso de paz- nunca estou em paz – mas eu diria que uma distancia significativa foi percorrida. Não sou uma pessoa muito corajosa. Minha força vem quando eu vejo mulheres lutando. A luta delas me dá resiliência para continuar lutando pelos seus direitos.

Minha abordagem para lidar com toda problemática é a mesma – vá até a raiz e corte-a para sempre. Não existe utilidade nenhuma em achar soluções superficiais para problemas perenes. Creio que a resposta científica é o melhor caminho para resolver complicações. Fé cega não é meu forte. Não creio em baixar minha cabeça para ninguém ou para nada.

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Sobre a autora: Talisma Nasrin é uma ex-muçulmana lésbica nascida em Bangladesh. Formada em Medicina, Nasrin é mais conhecida no mundo por seus escritos e suas críticas à religião islâmica e sua nefasta influência na opressão das mulheres. Em sua autobiografia, intitulada Amar Meyebela, relata sua sofrida infância e faz críticas a Maomé, o que lhe valeu represálias e proibição de vender o livro.

Quanto mais difícil melhor

mulher tomando banho de burca

Excerto do livro Understanding Muhammad – Capítulo 5, de Ali Sina.

Publicado por Khadija Kafir em 18-07-2015

Os muçulmanos geralmente perguntam: se Maomé era tão mentiroso, por que ele criaria uma religião tão difícil e com tantas restrições? De fato, o Islã é uma das religiões mais difíceis de praticar. É muito exigente, com muitas proibições, rituais e obrigações. Não é triste seguir uma religião que é um estorvo?

O axioma básico da fé é também aquele que contém um paradoxo, e que pode ser estabelecido assim: quanto mais difícil de seguir é uma doutrina, mais intrinsecamente atrativa ela se torna. Faz parte de nossa psique que apreciemos coisas pelas quais lutamos mais ferrenhamente. Por outro lado, nós valorizamos menos e damos menos importância a coisas que obtemos de maneira fácil ou de graça. As seitas (ou cultos) prezam pela dificuldade e encaram com desdém a vida fácil. É precisamente a sua dificuldade que as tornam tão atraentes.

Todos os cultos ou seitas são, por natureza, difíceis de seguir. Os seguidores de Warren Jeffs, líder da seita polígama mórmon conhecida como A Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Fundamentalist Church of Jesus Christ of Latter Day Saints– FLDS), trabalhavam para ele de graça ou doavam para ele todos os seus ganhos, enquanto que seus seguidores dependiam dos programas sociais para sustento. Jeffs tinha controle absoluto sobre seus seguidores. Ele os proibia de assistir TV, escutar rádio ou quaisquer músicas, exceto as suas. Ele lhes designava uma casa para viver e dizia que não se misturassem com os infiéis. Ele escolhia para os seguidores um cônjuge. Se ele estivesse descontente com alguém, ele ordenava que as esposas daquela pessoa deixassem o marido e elas obedeciam. Os cultos ou as seitas exigem submissão total e com isso, grande sacrifício.

Olhemos para os outros cultos, como os de Jim Jones, Shoko Asahara, o dos “moonies” ou os da “Entrada para o Céu” (Heaven’s Gate). Essas seitas não eram fáceis de praticar. Os membros frequentemente tinham que entregar suas possessões mundanas ao líder, deixar para trás seus empregos, amigos e parentes para segui-lo. Eles eram forçados a viver uma vida austera e às vezes eram persuadidos a se absterem de sexo. Enquanto isso, o líder da seita tinha tudo que ele queria. David Koresh dizia a seus seguidores que as mulheres pertenciam a Deus; e uma vez que ele era o Messias, elas pertenciam a ele. Então ele dormia com as esposas e filhas adolescentes de seus seguidores, mas prescrevia o celibato para eles. Shoko Asahara, Jim Jones e geralmente todos os líderes de seitas puniam severamente aqueles que o desobedeciam. Apesar desses abusos e dificuldades, a pior punição era a excomunhão (ostracismo). Alguns seguidores cometiam suicídio depois de serem excomungados.

Os líderes dessas seitas impõem o ostracismo aos membros que parecem indisciplinados. As pessoas querem se integrar. Elas irão sucumbir se forem excomungadas ou deixadas de lado. Assim foi que os muçulmanos forçaram as minorias descrentes a conversão.

As seitas exigem sacrifícios. Através dos sacrifícios os crentes provam sua fé e lealdade. O cultista ou o guru é levado a acreditar que alguém pode ganhar os prazeres de Deus em sacrificar tudo, incluindo a própria vida. A lógica é que quanto mais se sacrifica, mais se dá valor. Nenhum sacrifício é demais quando a salvação está em jogo. Maomé ofereceu vida eterna no paraíso, um bando de “houris” celestiais e o vigor sexual de 80 homens para aqueles que se sacrificarem pela sua causa. Quanto mais a recompensa cresce, o sacrifício deve ser proporcionalmente maior. Para encorajar seus seguidores a fazerem mais, ele disse:

Não há igualdade entre os crentes que permanecem em casa, sem serem inválidos, e os que combatem e arriscam bens e a vida a serviço de Deus. Deus eleva os que lutam por Ele com seus bens e sua vida um grau acima dos outros. A todos, Deus promete excelente recompensa, mas conferirá aos combatentes paga superior à dos que permanecem em casa. (Alcorão 4: 95)

Em outras palavras, se você acredita, será recompensado, mas a sua recompensa não será igual à recompensa daqueles que empreendem a jihad, que sacrificam suas riquezas e as próprias vidas para se tornarem mártires pela causa.

Quanto mais perigoso um culto, mais difíceis são seus requisitos. Algumas seitas não vão nem mesmo aceitá-lo como membro integral até que se prove sua lealdade em fazer grandes sacrifícios. Maomé fez seus seguidores acreditarem que estes sacrifícios eram necessários e parte da fé. Gastar dinheiro na seita ou doar as posses para o líder é considerado ato de fé e comprometimento.

Os líderes de seitas são narcisistas psicopatas e mestres da manipulação. Eles amam ver as pessoas fazerem tarefas extenuantes para eles, para que possam sentir o poder e o sabor de sua própria onipotência. Seus seguidores engolfados irão fazer qualquer coisa, inclusive desencadear guerra, assassinar e dar a vida para obter aprovação deles. Esta atitude servil alimenta a fome narcisista do líder pela dominação e pelo controle. Eles curtem o poder e seus seguidores confundem sua intransigência com a veracidade de sua causa.

Por que a maioria dos profetas é se sexo masculino? Porque o narcisismo é uma desordem mais masculina. Embora as mulheres também possam se tornar narcisistas, há mais narcisistas homens que mulheres. Como resultado há mais profetas, mais líderes de seitas e mais ditadores do sexo masculino.

As seitas aplicam rituais rigorosos de maneira típica. Em observar esses rituais meticulosamente, os seguidores são levados a crer que atingirão a salvação. Eles se tornam obcecados com os rituais e consideram a falha em observá-los como um pecado. Estes rituais sem sentido precisam ser cumpridos, supostamente para agradarem a Deus ou para que fiquem “iluminados”. Todavia, o intento real deste ritual é manter os seguidores fisgados e no cabresto. Quanto mais curto for o cabresto, mais o líder consegue controlar seus seguidores. Na verdade nenhum desses rituais tem a ver com Deus. Eles servem para dar ao narcisista poder máximo sobre seus seguidores.

O ritual islâmico das preces obrigatórias e do jejum serve para dessensibilizar de pensamentos e emoções. Aos muçulmanos é pedido que se abstenham de certas comidas, escutar música ou se socializarem com o sexo oposto. Se do sexo feminino, elas precisam se cobrir em camadas de roupas folgadas, mesmo no escaldante calor do sol, e elas devem romper todos os laços com sua família não muçulmana e seus amigos. Essas são dificuldades e sacrifícios que fazem os crentes acreditarem que ele ou ela vai ganhar um prêmio em troca. O crente se torna obcecado com os rituais e os sacrifícios. Enquanto ele sofre, ele conta suas bênçãos e recompensas no outro mundo e assim, ele é preenchido com euforia e a glória. Paradoxalmente, a dor dá ao crente mais alegria e contentamento. Não é incomum que os crentes pratiquem a autoflagelação com o intento de serem eleitos dos prazeres divinos.

Nós humanos temos a tendência de acreditar na máxima “sem dor, sem ganho” (no pain no gain). Nossos ancestrais primitivos costumavam oferecer sacrifícios para apaziguar seus deuses. Para maiores recompensas eles faziam maiores sacrifícios. Esta crença estava tão enraizada que em algumas culturas as pessoas sacrificavam humanos e até os próprios filhos.

A dificuldade em praticar o Islã (bem como outras seitas ou cultos) e o intenso sacrifício que os muçulmanos devem fazer para serem subservientes e piedosos são de fato o charme e a atração do Islam. Quanto mais difícil de seguir, mais verdadeiro ele parece. Aqueles que não se sacrificam o suficiente são dominados pela culpa. E esta culpa é mais dolorosa do que o sacrifício em si.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, ALI SINA é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução em progresso.

FILHO DO HAMAS – A Escada da Fé.

capa do livro Filho do Hamas

Nota de Khadija Kafir:

Durante trintas anos, o Egito foi governado por um ditador chamado Mubarak. Insatisfeito, o povo foi às ruas exigir que ele deixasse o poder. Acreditando nas boas intenções de um grupo político e religioso, chamado Irmandade Muçulmana, o povo o elegeu. Porém o que aconteceu foi que tal irmandade, que deveria pregar a “pureza” e a “caridade” do Islã com os pobres, se converteu em uma ditadura pior do que a anterior.

Excerto do Livro Filho do Hamas,  de Mosab Hassan Yousef.

O tempo é sequencial, como um fio que cobre a distância entre nascimento e morte. No entanto, os acontecimentos se parecem mais com um tapete persa – milhares de fios das mais lindas cores se entrelaçando para formar complexos padrões e imagens. Qualquer tentativa de colocar os acontecimentos em uma ordem puramente cronológica seria como soltar os fios e organizá-los em uma sequencia linear. Isso poderia ser mais simples, mas o desenho se perderia.

(…)

Entre 1517 e 1923, o Islã, personificado pelo califado otomano, se disseminou por três continentes a partir de sua base na Turquia. Entretanto, após alguns séculos de hegemonia econômica e política, o Império Otomano se tornou centralizado e corrupto, o que levou a seu próprio declínio.

Sob o comando dos turcos, aldeias muçulmanas em todo Oriente Médio ficaram sujeitas a perseguições e tributação opressiva. Istambul era simplesmente longe demais daquela região para que o califa protegesse os fiéis dos abusos dos soldados e das autoridades locais.

No século XX, muitos muçulmanos estavam cada vez mais desiludidos com os preceitos da religião e passaram a adotar um estilo de vida diferente. Alguns se entregaram ao ateísmo dos recém-chegados comunistas. Outros mergulharam seus problemas na bebida, no jogo e na pornografia, introduzidos em grande parte pelos ocidentais, que haviam sido atraídos para a região por causa das riquezas minerais e da crescente industrialização.

No Cairo, capital egípcia, um jovem devoto professor primário chamado Hassan al-Banna chorava por seus compatriotas, pobres, desempregados e ímpios. Ele, porém, culpava o Ocidente, não os turcos, e acreditava que a única esperança para seu povo, em especial para os jovens, era o retorno à pureza e à simplicidade do Islã.

Ele ia aos cafés, subia nas mesas e cadeiras e pregava a todos sobre Alá. Os bêbados zombavam dele. Os líderes religiosos o desafiavam. Mas a maioria das pessoas passou a amá-lo, porque ele lhes dava esperança.

Em março de 1928, Hassan al-Banna fundou a sociedade dos Irmãos muçulmanos, mais conhecida como Irmandade Muçulmana, cujo objetivo era reconstruir a sociedade de acordo com os princípios islâmicos. Num período de 10 anos, todas as províncias egípcias tinham uma filial da organização. Em 1935, o irmão de al-Banna fundou uma divisão da sociedade nos territórios palestinos. Vinte anos depois, a irmandade contava com cerca de meio milhão de adeptos apenas no Egito.

Os integrantes da Irmandade Muçulmana provinham em grande parte das classes mais pobres e menos influentes, mas eram ardorosamente leias à causa. Faziam doações do próprio bolso para ajudar outros muçulmanos, como prega o Alcorão.

No Ocidente, muitas pessoas que têm uma percepção estereotipada dos muçulmanos como terroristas desconhecem a face do Islã que reflete amor e piedade e que cuida dos pobres, das viúvas e dos órfãos. A que promove a educação e o bem estar. A que une e fortalece. Esse é o lado do islã que motivou os primeiros líderes da Irmandade Muçulmana e se reunirem em torno de uma causa comum. É claro que também existe o outro lado, que convoca todos os muçulmanos para a jihad a fim de lutar e enfrentar o mundo inteiro até que se estabeleça um califado global, liderado por um homem santo que governe e fale em nome de Alá. É importante que você entenda e se lembre desses fatos à medida em que este relato avançar.

Em 1948, a Irmandade Muçulmana tentou dar um golpe de Estado contra o governo egípcio, ao qual atribuía a culpa pela crescente secularização da nação. No entanto, o levante foi sufocado antes que pudesse ganhar força, quando o mandato britânico terminou e Israel declarou sua independência como Estado Judeu.

Os muçulmanos em todo o Oriente Médio ficaram indignados. De acordo com o Alcorão, quando um inimigo invade qualquer território muçulmano, todos os seguidores do islamismo são convocados a lutar e defender sua terra. Do ponto de vista do mundo árabe, os estrangeiros haviam invadido e, naquele momento, ocupavam a Palestina, onde está localizada a Mesquita de Al-Aqsa, o terceiro lugar mais sagrado da Terra para o Islã, depois de Meca e Medina. A mesquita foi construída no lugar do qual se acredita que Maomé tenha partido, na companhia do anjo Gabriel, para o céu, onde se encontrou com Abraão, Moisés e Jesus.

Egito, Líbano, Síria, Jordânia e Iraque imediatamente invadiram o novo Estado judeu. Entre dez mil soldados egípcios, havia milhares de voluntários da Irmandade Muçulmana. No entanto, a coalizão árabe estava em desvantagem tanto em efetivo quanto em armamento, e menos de um ano depois as tropas árabes foram rechaçadas.

Como consequência da guerra, cerca de 750 mil árabes palestinos fugiram ou foram expulsos de suas casas nos territórios que se tornaram o Estado de Israel.

Embora a Assembleia Geral das nações Unidas tenha aprovado a Resolução 194, que declarava em parte que “os refugiados que desejassem voltar a suas casas e viver em paz com seus vizinhos deveriam receber permissão para fazê-lo” e que “uma indenização pela propriedade deveria ser paga àqueles que optassem por não retornar”, tal recomendação nunca foi implementada. Dezenas de milhares de palestinos que fugiram de Israel durante a Guerra Árabe-Israelense nunca recuperaram suas casas e suas terras. Muitas dessas pessoas e seus descendentes vivem hoje em miseráveis campos de refugiados controlados pela ONU.

Quando os integrantes da Irmandade Muçulmana, então armados, voltaram do campo de batalha para o Egito, o golpe antes sufocado foi retomado. Entretanto, informações do plano para depor o governo vazaram e as autoridades egípcias baniram a Irmandade, confiscaram os bens e prenderam muitos dos seus integrantes. Aqueles que escaparam de ir para a prisão acabaram assassinando o primeiro-ministro do Egito semanas mais tarde.

Hassam al-Banna, por sua vez, foi assassinado em 12 de fevereiro de 1949, aparentemente pelo serviço secreto egípcio. A Irmandade, porém não foi esmagada. Em apenas 20 anos, Hassan al-Banna tirou o Islã de sua letargia e deu início a uma revolução com combatentes armados. Nos anos seguintes, a organização continuou a se expandir e a aumentar a sua influência entre o povo, não apenas no Egito, mas também na Jordânia e na Síria.

Quando meu pai chegou à Jordânia, em meados da década de 1970, para dar prosseguimento a seus estudos, a Irmandade Muçulmana já estava bem estabelecida por lá e era armada pelo povo. Seus integrantes estavam fazendo tudo que meu pai sempre sonhara em fazer: incentivavam a renovação da fé entre aqueles que haviam se afastado do modo de vida islâmico, cuidavam dos feridos e tentavam salvar as pessoas da influência corrupta da sociedade. Ele acreditava que aqueles homens eram os reformadores religiosos do Islã, como Martinho Lutero e William Tyndale haviam sido para o cristianismo. Eles só queriam salvar as pessoas e melhorar a vida delas, não matar e destruir. Ao conhecer alguns dos primeiros líderes da Irmandade, meu pai disse:

– É exatamente isso que eu estava procurando.

O que meu pai viu nos primeiros líderes da Irmandade Muçulmana foi a face do Islã que reflete o amor e a piedade. O que ele não viu – o que talvez nunca tenha se permitido ver – foi o lado negro do Islã.

A vida islâmica é como uma escada, com preces e louvores a Alá no primeiro degrau. Os degraus mais acima representam a ajuda aos pobres e necessitados, a criação de escolas e o apoio a instituições de caridade. O degrau mais alto é a Jihad.

A escada é comprida, e poucos olham para cima para ver o que está no topo. O progresso, em geral, é gradual, quase imperceptível, como o de um gato que persegue uma andorinha. Ela nunca tira os olhos do gato. Simplesmente fica lá, olhando o gato caminhar para frente e para trás. Mas a andorinha não tem noção de profundidade. Não percebe que o gato está um pouquinho mais perto a cada passo, até que, em um piscar de olhos, as garras do felino estão manchadas com o sangue do pássaro.

Os muçulmanos tradicionais ficam ao pé da escada, vivendo com culpa por não praticar de verdade o que prega o islã. No topo estão os fundamentalistas, aqueles que aparecem nos noticiários por terem matado mulheres e crianças em nome da glória do Deus do Alcorão. Os moderados estão em algum lugar intermediário.

Entretanto, um muçulmano moderado é, na verdade, mais perigoso do que um fundamentalista, porque parece ser inofensivo, porém nunca sabemos quando dará o próximo passo em direção ao topo. É assim, como moderados, que a maioria dos terroristas suicida começa.

No dia em que pôs os pés no degrau mais baixo da escada pela primeira vez, meu pai nunca poderia imaginar a que altura chegaria, se afastando de seus ideais mais genuínos. Trinta e cinco anos depois, eu gostaria de perguntar a ele: você se lembra de onde começou? Você sentiu o coração esmagado ao ver todas aquelas pessoas perdidas e quis que elas se voltassem para Alá em busca de segurança e proteção. E agora, terroristas suicidas e sangue inocente? Foi isso que você se propôs a fazer?

Em nossa cultura, porém, não falamos com o próprio pai a respeito de questões como essas. E assim ele continuou a trilhar aquele perigoso caminho.

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Sobre o autor: Mosab Hassan Yousef é um ex-muçulmano convertido ao Cristianismo. Nascido na região do conflito Árabe-Israelense, Yousef é filho de xeique Hassan Yousef, um dos sete fundadores do grupo terrorista Hamas, e viveu nos bastidores desta organização. A decepção com os objetivos políticos e religiosos do grupo o levou a apostasia e ele se tornou um aliado de Israel. Foi considerado um traidor, mas sua atuação como espião ajudou a evitar inúmero atentados terroristas. Tudo isso é contado em sua autobiografia, o livro Filho do Hamas. Yousef explica que Alá é um deus de ódio e que a única saída para seu povo é rever os seus próprios ensinamentos e começar a pregar o amor.