O ponto fraco do inimigo

Ex-muçulmano escreve para Ali Sina. Link para o texto original 2007. Tradução 23-01-2016

Querido Ali Sina,

Eu também sou iraniano e fui criado na Alemanha. Vivi no Irã por três anos, e agora estou de volta à Alemanha. Eu percebi que o Islã é uma seita primitiva, demoníaca e ridícula, e estou preocupado com a educação nas escolas alemãs.

Alguns meses atrás, as autoridades decidiram que além do ensino do catolicismo e religiões evangélicas, que podem ser escolhidas pelos estudantes (elas não são obrigatórias), a educação islâmica também deve ser oferecida. O mais assustador é que muitos estudantes escolhem estudar o Islã, que é ensinado por muçulmanos, é claro.

Como você já deve saber, muita gente que não é muçulmana “de verdade” escolhe esse tipo só para “mostrar” a todo mundo que eles são muçulmanos. E as autoridades estão felizes que “a educação islâmica será uma matéria nacional em breve”. Eu posso bem imaginar como tais professores irão alimentá-los com mentiras sobre o Islã, o Alcorão, e Maomé; e como esses estudantes irão tentar propagá-lo e tentar islamizar a sociedade, os amigos e os parentes.

Eu me sinto muito mal com isso e gostaria de perguntá-lo o que posso fazer ou como posso contribuir para que eles se iluminem, pois não quero que essas coisas aconteçam.

Desejo tudo de bom e muito obrigado a você e aos coeditores.

Ali Sina responde:

Querido Farhad,

Você tem todo motivo do mundo para estar preocupado. Dizem que a ignorância é uma bênção. Os não-muçulmanos, particularmente os europeus, são ingênuos ignorantes dos perigos do Islã. Somente os ex-muçulmanos, que viram a enormidade da devastação que o Islã provoca, podem entender a grandeza da ameaça que esta seita representa para o mundo e a civilização humana.

É um engano tolerar o Islã. É um engano dar a ele o status de religião e contá-lo no meio de outras religiões. O Islã não é só mais uma cor no arco-íris das religiões. É a escuridão de uma noite que almeja obliterar todas as outras cores.

Alguns erros são mais custosos que outros e a inércia pode resultar em desastre. O erro que o mundo cometeu durante os anos 30 quando os nazistas estavam ganhando força custou 50 milhões de vidas. Tolerar o Islã hoje pode resultar em muito mais mortes num futuro próximo. Se deixarmos o Islã dominar o mundo, nós perderemos a nossa liberdade e nossa civilidade ao mesmo tempo. Embora ainda não se fale nisso e é provável que não aconteça, a possibilidade de um holocausto nuclear em que bilhões de pessoas pereçam é real. Esse desastre pode ser evitado se nós agirmos agora, colocarmos um freio na história e mudarmos o seu curso, antes que atinja o precipício.

A única maneira de evitar esse perigo iminente é ajudando os muçulmanos a saírem do Islã. Este êxodo deve começar em larga escala e logo. Todavia, não é uma tarefa fácil. Os muçulmanos não aderiram ao Islã por causa de argumentos racionais. Então eles não vão deixar o Islã por causa deles. Os muçulmanos geralmente evitam completamente o diálogo. Eles acreditam que não há razão para provar o Islã como verdade e que todo mundo deve aceitar a religião prontamente, assim que seja chamado.

Converter-se ao Islã é muito mais um ato emocional do que uma experiência da razão. As emoções agem na parte mais primitiva do cérebro. Elas são mais fortes e suplantam a mente racional. Como resultado, não é fácil dialogar com muçulmanos. Eles não vão deixar a fé apenas com a razão. Suas fortes emoções em relação a sua fé formam uma redoma completa em torno da parte lógica.

Embora a meta do meu site Faith Freedom Internacional seja dupla: A) ajudar os muçulmanos a deixarem o Islã e B) advertir aos outros sobre seus perigos; a verdade é que A depende muito de B. Estando eu consciente da dificuldade de se argumentar com os muçulmanos, meu foco principal é em B. Eu sou da opinião que a chave para influenciar um grande número de muçulmanos e fazê-los ver que o Islã é falso está nas mãos dos infiéis. Os muçulmanos não vão deixar o Islã a menos que o mundo denuncie sua seita.

Os não-muçulmanos mantêm o Islã vivo.

Nós escutamos constantemente os muçulmanos citarem celebridades famosas que fazem comentários positivos sobre o Islã e o louvam. Os muçulmanos dependem desses comentários como o peixe dentro da água. Eles pescam esses comentários, incentivam-nos, compilam-nos e advertem-nos, porque é na aprovação dos outros que eles acham validade para a sua fé. Toda a autoestima deles depende de como os outros os percebem e do que dizem sobre eles. Esta é a chave para entender a sua idiossincrasia e traçar um plano estratégico para combater sua Jihad.

O que aconteceria se essa aprovação parasse? Toda a sua autoestima desmoronaria! A dúvida subiria a sua mente e eles perderiam a fé. Um narcisista depende de elogios porque neles acha suprimento para seu narcisismo. É com os elogios dos outros que o narcisista encontra a própria validação e sua raison d’être.

Todos nós somos narcisistas até certo ponto. Queremos ser notados. Nós procuramos atenção. Queremos que nos levem em conta. Esta sede é tão forte que alguns até cometem crimes para extrair atenção. Os vândalos destroem de modo que possam ser notados. Através do vandalismo, eles podem ver seu malfeito e se sentirem importantes. A mesma psicologia é o que motiva um incendiário ou até um assassino serial.

O psiquiatra Americano James Gilligan, autor de Preventing Violence, argumenta que a razão pela qual a maioria dos criminosos cometem crimes é para conseguir respeito. Ele escreve: “eu costumava pensar que as pessoas cometiam roubos à mão armada para conseguirem dinheiro; e de fato, essa é a explicação superficial que eles preferem nos dar. Mas quando eu me sentei e conversei demoradamente com homens que tinham cometido aquele crime com frequência eu escutei comentários como ‘eu nunca obtive tanto respeito antes em toda a minha vida quanto no momento em que apontei uma arma para o rosto de algum cara’”.

A chave para ajudar os muçulmanos a deixarem o Islã é desprovê-los de respeito. Para um narcisista, a coisa mais importante é a imagem. Os muçulmanos dependem da imagem do Islã para sua autoestima. Ao perderem sua identidade e serem deixados sem nada a não ser o Islã, eles se sentem respeitados quando o Islã é respeitado, e insultados quando o Islã é insultado. Enquanto os infiéis respeitarem o Islã, os muçulmanos irão continuar agarrados a religião. Somente vão abandonar quando toda a humanidade denunciar o Islã como algo maligno e perigoso.

Vergonha e culpa.

As culturas islâmicas são baseadas na vergonha. Ela é uma experiência dolorosa. Para evitar a vergonha, deve-se evitar a causa da vergonha. Isso significa que se deve proteger a imagem. Toda a sua autoestima e autovalor dependem dessa imagem. Quando estamos envergonhados, tornamo-nos violentos. A violência é uma das maneiras com que nós humanos lidamos com a vergonha.

O e-mail seguinte nos foi enviado por Drunkia. Mostra o relacionamento que os muçulmanos têm com o Islã e o aperto que este culto tem sobre eles. Ela escreveu:

Eu concordo totalmente com você, senhor. Os muçulmanos são violentos, abusadores, e eles são estupradores. E é totalmente verdade que essas histórias que chamam de milagre são casualidades. Então por que diabos eu não estou em um asilo psiquiátrico? Por que porra eu, uma jovem muçulmana que nunca chama palavrão – a menos que seja necessário – está chamando agora? Cale sua boca imunda e vá para o inferno. Talvez você tenha nascido de uma mãe honesta, mas nasceu para ser um homem desonesto.

Creia-me, eu concordo totalmente com você que os muçulmanos são violentos. Se eu não tivesse escrevendo isso em uma tela de computador, você não teria um rosto decente agora. E meu punho estaria ensanguentado e eu seria punida. Mas que punição pior poderia haver quando você está sendo uma “mala sem alça” para minha religião? Mova seu traseiro e me escreva de volta. Não sou uma garota de violência, mas eu posso me tornar, e minha família pode ser de assassinos. Apodreça no inferno! Rs rs vou chorar pela sua mãe quando estiver sendo despejado no lixo pelas mãos de Alá.

Tenha muita má sorte!…, e espere! Não vou escrever meu nome para um ser humano asqueroso como você! Creia-me! Não preciso nem tentar! Eu sei onde você mora. Sei onde você dorme, conheço seus parentes, sei onde você trabalha, e conheço seus amigos. E eu sei que você é um otário!

Esta pessoa muito provavelmente não é violenta. Mas dadas as chances, ela com certeza vai cumprir as ameaças proferidas. Pessoas de todas as religiões ficam ofendidas quando sua religião é insultada, mas somente os muçulmanos são capazes de perder a cabeça e se tornarem assassinos perversos. Por quê? É porque os muçulmanos perderam o ego individual e o Islã se tornou sua única identidade. O Islã dá a eles autoestima, uma falsa sensação de orgulho e ego próprio. Quando o Islã é criticado, eles sentem a vulnerabilidade e ficam envergonhados. O que é que se pode dizer quando as pessoas chamam seu profeta de pedófilo e você não pode negar? Isto causa intensa vergonha e a única maneira de lidar com isso é se tornando violento. O melhor jeito de descrever o comportamento deles é dizer que ficam “possessos”.

Para que se consiga ajudá-los a superar sua selvageria, os muçulmanos precisam ser “exorcizados” do Islã. E isso se faz desacreditando a religião para que ela perca as aparências. A vergonha os torna violentos, mas ao final, ela irá libertá-los. Assim, a resposta a sua violência não é respeitar sua fé, mas envergonhá-los mais. Somente a intensa vergonha pode quebrar sua redoma.

O narcisismo se alimenta de suprimentos narcisistas. O reconhecimento e o respeito são suprimentos narcisistas. Alimentar o narcisismo não ajuda o narcisista, só o faz ficar pior. Eles se tornam valentões, mais arrogantes, e mais exigentes. Os narcisistas não podem ser ajudados através do apaziguamento. Nas palavras de Churchill: “um apaziguador é alguém que alimenta um crocodilo esperando que ele o devore por último”. Os alemães e muitos governos europeus estão tentando apaziguar os muçulmanos. Eles não estão conscientes dos perigos do Islã e a calamidade que eles vão enfrentar em um futuro próximo. A ignorância tem um preço a pagar. O preço dessa ignorância pode ser uma guerra civil e o sangue de inúmeras pessoas na Europa, tanto muçulmanas quanto infiéis.

Nossa responsabilidade é acordar os infiéis (os não-muçulmanos) e adverti-los dos perigos do Islã. O perigo vem do Islã e não das pessoas do Oriente Médio. Ao contrário dos muçulmanos, que discriminam, violam e abusam os direitos humanos dos infiéis, os infiéis têm dificuldade com a discriminação. Todavia, eles precisam entender que o Islã é apenas uma crença e as crenças não possuem direitos. Serem humanos possuem direitos, crenças não.

Como o e-mail de Drunkia mostra, os muçulmanos se tornam cães ferozes se sua religião for criticada. A selvageria não deve ser tolerada. Os muçulmanos que defendem sua religião com violência devem ser presos. O diálogo deve ser bem vindo, mas deve haver tolerância zero para a violência.

Uma vez que o diálogo comece, o islã será desacreditado e os muçulmanos irão ser libertos. Uma vez que sua fonte de orgulho se torne uma fonte de vergonha, eles não mais se apegarão a ele, ao contrário, ficarão envergonhados e desejarão se dissociar dele.

A cultura ocidental é baseada na culpa. A cultura oriental é baseada na vergonha. Para nós, orientais, a imagem é tudo, bem como a maneira como os outros nos enxergam. O oposto de culpa é inocência. Se seu etos é baseado na culpa, então você se policia interiormente a fim de parar de cometer más atitudes porque agir mal faz você se sentir culpado.

Se seu etos é baseado na vergonha, tudo com o qual você se importa é com sua imagem. O oposto de vergonha é a honra. Você pode até agir mal, mas se ninguém perceber, sua imagem não é maculada e você ainda é considerado uma pessoa honrada. Em uma cultura baseada na vergonha, o certo e o errado não tem significado algum. Tudo se resume a vergonha e honra. Se a mancha da vergonha é eliminada, mesmo que isso signifique o assassinato da própria filha, a honra é restaurada. Esses pontos de vista são diferentes. A menos que nós os entendamos, não seremos capazes de fazer sentido para os muçulmanos e suas mentes.

As culturas baseadas na vergonha são primitivas (antigas). Todas as culturas orientais são baseadas na vergonha, mesmo que elas não sejam islâmicas. A cultura japonesa, por exemplo, é, ou tem sido, baseada na vergonha. Nossa cultura persa também é baseada na vergonha. Provérbios como “mantenho minhas bochechas rosadas com tapas” são indicadores de uma cultura baseada na vergonha, onde a imagem é mais importante do que os fatos. Este provérbio significa que posso estar morrendo de fome, mas meu orgulho não deixa que eu mostre isso a ninguém, então eu esbofeteio meu próprio rosto para mantê-lo rosado. Porque a pobreza é a causa da vergonha, enquanto eu esconder minha pobreza, eu preservo minha honra.

O Islã é uma filosofia baseada no medo e tem criado as suas raízes no meio social da vergonha. Esso é uma combinação muito perigosa. Quando se combina medo e códigos morais baseados na noção de honra e vergonha, se cria o etos mais insidioso imaginável. Assim é o Islã, ainda mais perigoso que o Nazismo. Os muçulmanos não estão preocupados com a irracionalidade do Islã ou sobre o que é bom ou ruim. Eles estão mais preocupados em “quebrar a cara” e em defender a imagem do Islã.

A violência vence.

Um fato com o qual todos concordam é que a força bruta é mais forte que a civilidade. Se eu e você nos confrontarmos um ao outro, e se eu fizer uso da violência enquanto você tenta argumentar comigo, eu irei vencer. A razão pela qual os muçulmanos venceram desde a época de Maomé é porque os não-muçulmanos estavam relutantes em recorrer a violência, enquanto os muçulmanos estavam sempre prontos para ela. A razão de vivermos em liberdade hoje é porque os europeus responderam ao barbarismo islâmico com igual selvageria. Se não fossem os cruzados, provavelmente não seríamos livres hoje.

Na ocasião da batalha de Badr, quando um poeta de Meca chamado Nadhr ibn Harith foi capturado por ser crítico de Maomé, apesar de ser também seu primo, ele se voltou ao homem que o prendera (chamado Musab) e pediu que intercedesse por ele junto a Maomé para que este não o matasse. Musab lembrou-lhe que ele havia negado a fé e havia ridicularizado o profeta. “Ah”, disse Nadhr, o prisioneiro, “se os coraixitas tivesse pegado você eles não iriam matá-lo”. “Mesmo se acontecesse isso”, Musab replicou desdenhosamente, “eu não sou como você. O Islã abriu uma fenda em todos os laços familiares”.

Maomé ordenou que seu primo Nadhr fosse decapitado. Musab estava dizendo a verdade. O Islã abriu uma fenda nos laços familiares. Isso se chama Moqalib-al qulu. Transforma os corações dos crentes e os faz ficar cruéis e desumanos. Depois de se converter ao Islã, os crentes se voltam contra seu próprio povo e não tem pena nenhuma de matar seus entes queridos.

Este tem sido o segredo do sucesso do Islã desde o início. As pessoas comuns não são militantes. Eles se inscrevem na filosofia do “viva e deixe viver”. Esta é uma característica louvável do mundo civilizado. Todavia, onde a lei da selva se aplica, a besta mais feroz e astuta é a vencedora. Um bando de hienas pode invadir um grande rebanho de gnus ou gazelas, matar quantas quiser e as hienas são sempre vitoriosas. Os carnívoros sempre vencem porque os herbívoros não são violentos. A força bruta ganha. O bem e o mal são conceitos humanos. Na natureza, força bruta é o que importa. Isto é um princípio. Porque os muçulmanos são militantes, e o resto da humanidade não é; porque eles são violentos e os outros não são, os muçulmanos sempre ganham.

A tolerância com a intolerância encoraja esta última. O Islã precisa ser detido. Há duas maneiras de fazer isso. Uma é tangendo os muçulmanos do Islã, e a outra é respondendo à violência com uma violência maior. Na humilde opinião da pessoa que escreve, a primeira opção é a da sanidade, enquanto a outra é a guerra. Não é preciso dizer que a opção de não fazer nada é suicídio.

Se nós escolhermos o caminho da sanidade, a única maneira de ajudar aos muçulmanos a saírem do Islã é desacreditando-o. Isso significa criticar abertamente, do mesmo jeito que fazemos com o Cristianismo ou outras religiões. O Cristianismo não foi poupado do criticismo. Não há nada contra o Cristianismo, Judaísmo ou Hinduísmo que não já tenha sido dito. Por que o Islã deve ser poupado do criticismo? Se houver alguma verdade no Islã, deixemos que os apologistas o defendam. Se não puder se sustentar logicamente, então é uma mentira. Por que nós deveríamos nos curvar a uma mentira que é responsável por tantas mortes?

As melhores pessoas para criticar o islã e desacreditá-lo são as pessoas como você e eu. Nós apóstatas conhecemos o Islã por dentro e por fora, e depende de nós abrirmos a boca para criticá-lo. Todo mundo precisa se tornar um crítico do Islã, mas os ex-muçulmanos podem fazer o que os outros não podem. Nosso inimigo é militante, determinado e proativo, e nós devemos ser do mesmo jeito.

A nossa vulnerabilidade e a deles.

Você não pode ganhar uma guerra sem conhecer seu inimigo. Para conseguir ganhar essa guerra, nós precisamos entender a psicologia dos muçulmanos. Uma vez que conheçamos sua mentalidade, nós conheceremos suas fraquezas e vulnerabilidades.

A fraqueza dos muçulmanos é o Islã. Eles se agarram à religião para ter identidade e orgulho. Eles querem que você respeite o Islã e com isso alimente sua sede narcisista. Quando você vê milhões de muçulmanos perderem as estribeiras por causa de algumas charges do profeta, então você sabe que tocou num ponto muito sensível.

Este conhecimento é crucial para ganhar esta guerra. Na guerra, deve-se atacar o inimigo em seu ponto fraco. Por isso atacar a figura de Maomé e a credibilidade do Alcorão é essencial em nossa luta contra o terrorismo. A fisgada do islã nos muçulmanos não é lógica, mas emocional. Então só podemos vencer se nos engajarmos emocionalmente. Como fazer isso? Dizendo a verdade. Quando todo mundo parar de se prostrar diante dos muçulmanos, e começar a chamá-los de maometanos e seguidores de um pedófilo, a batalha está ganha. Eu fico muito impressionado que alguns não muçulmanos que fingem lutar contra o terrorismo fiquem ofendidos com esses termos e achem que é desnecessário chamar os muçulmanos disso. Longe de ser desnecessário, é imperativo. É nossa exata estratégia contra eles. Tais palavras não são insultos, mas fatos. Tais fatos, uma vez espalhados mundo afora e repetidos em eco por todo mundo, irão esmagar a fé dos muçulmanos no Islã, cortando o cordão umbilical.

Os muçulmanos não têm medo de lutar. Eles não têm medo de matar ou morrer. Eles têm medo de serem ridicularizados. É o ponto fraco deles. E é bem no ponto fraco que precisamos concentrar nossos ataques.

Somente um tolo negaria que estamos em uma guerra. Os muçulmanos declararam sua jihad contra a humanidade. Cada lado tem suas fraquezas. A fraqueza dos infiéis, principalmente os ocidentais, é a culpa. Os muçulmanos abusam os outros que vivem em seus países e violam seus direitos humanos, mas quando chegam ao Ocidente, eles exigem não apenas tratamento igual, mas preferencial. Eles não obedecem a regra nenhuma, mas fazem com que nós obedeçamos às suas regras. A maioria das carnes que são servidas nos fast foods europeus é halal. Por quê? Porque os não-muçulmanos não se importam. E por causa disso os muçulmanos vencem. Vencem por causa de nossa indiferença e inércia. Os ocidentais se sentem obrigados a se curvarem porque estão amarrados pela culpa. Aí é onde os muçulmanos agarram os inimigos pelo pescoço. Eles conhecem nossa fraqueza e nosso sistema legal e obtêm plena vantagem a sua posição. Mas e o ponto fraco deles?

A vulnerabilidade dos muçulmanos é a vergonha. Tendo perdido sua identidade, eles procuram seu eu e seu orgulho na religião. Criticar o Islã é para um muçulmano a experiência mais devastadora. Para eles, que literalmente adoram mais ao Maomé do que a Deus, escutar críticas e escárnios é algo traumático.

Paradoxalmente, isso é sua salvação. Quanto mais o Islã for criticado, menos sensíveis eles se tornam e gradualmente param de se escorar na religião. Afinal o Islã acabará se tornando sua fonte de vergonha. Será aí que um grande êxodo do islã irá começar. Pode acontecer da noite para o dia.

Os muçulmanos temem o diálogo. Quando eles falam de “diálogo entre civilizações” eles na verdade querem dizer monólogo. Eles querem que você escute a história deles, mas não querem escutar a sua, muito menos tolerar suas perguntas provocantes. Eles demonstraram sua intolerância ao diálogo quando o papa citou um imperador bizantino dizendo que o Islã era violento. Eles evitam situações onde o Islã possa ser seriamente examinado. Essa é a fraqueza deles.

Os ocidentais não podem superar sua própria fraqueza. Eles não vão conseguir ser intolerantes com os muçulmanos. O sentimento de culpa deles é muito forte e muito debilitante. Isso dá aos muçulmanos uma aresta. A única maneira de o Ocidente superar esta deficiência é tirando vantagem da fraqueza do inimigo, e isso quer dizer criticar o Islã e ridicularizar seu fundador pedófilo e estuprador.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para 2016.

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Devoção mortal

Texto de Ali Sina (17 -11- 2015). Tradução de Khadija Kafir (24-11- 2015). Link para o texto original.

Outro dia eu assisti a um documentário no YouTube chamado Devoção Mortal. Era a história verídica de Kim Anderson, uma mulher que cresceu como Testemunha de Jeová e nunca questionou sua fé. Ela se casou com um homem que também era testemunha de Jeová, Jim Kostelniuk, e juntos tiveram um filho e uma filha.

Como toda testemunha de Jeová, Kim e Jim estavam esperando o fim do mundo e o retorno de Cristo em 1975. Muitos crentes venderam suas propriedades, fazendeiros pararam de trabalhar, jovens pararam de estudar e a maioria dos devotos vendeu suas casas. O fim do mundo era iminente.

Muitas previsões já tinham sido feita pelas testemunhas de Jeová sobre a segunda vinda de Cristo e o advento do Reino dos Céus, e cada uma dessas previsões foi frustrada. Entre tais previsões estão as de 1878, 1881, 1914, 1918 e 1925, e finalmente 1975. Cada vez que essas profecias não se materializavam, muitos seguidores deixavam a Igreja. Porém muito mais seguidores nela permaneciam.

Quando o ano 1975 chegou e nada aconteceu, Kim começou a ter dúvidas. “Se a Igreja estava errada neste ponto tão crucial, em que outras coisas eles poderiam estar enganados?” ela perguntou. Mas Kim, como verdadeira devota, não permitiu que os fatos destruíssem sua fé. E como ela não podia viver com um apóstata, ela recebeu permissão dos superiores da igreja para se divorciar do marido.

A religião Testemunha de Jeová tem muito em comum com o Islã. Entre as semelhanças, está o fato de que uma mulher divorciada não tem respeito na sociedade. As amigas de Kim a rejeitaram. Ela não tinha amigos e não tinha vida fora da Igreja. O único jeito de recobrar seu status era achando outro marido. Finalmente, ela foi apresentada para outro homem testemunha de Jeová e se casou com ele.

Como os muçulmanos, as testemunhas de Jeová não podem namorar. O resultado disso é que eles somente podem conhecer a pessoa com quem se casam de maneira superficial.

O segundo marido de Kim demonstrou ser um psicopata. Ela veio a perceber sua péssima decisão no dia do seu casamento. Enquanto o tempo passava, o seu novo marido se tornou mais abusivo e, sendo também ele criado como testemunha de Jeová, ele acreditava que as mulheres deveriam servir aos maridos, então ele a controlava.

Finalmente, Kim decidiu contar para os responsáveis pela igreja e pediu a permissão para se divorciar de seu marido abusivo. Mas, assim como no Islã, embora a apostasia do marido seja motivo para um divórcio, o abuso marital não é. Para seu azar, os mentores da Igreja ficaram do lado do homem e mandaram que ela fosse obediente ao marido.

Traída pelos mentores da Igreja, ela finalmente recobrou a lucidez e percebeu que eles não falavam em nome Deus. Ela juntou a coragem e escapou, levando os filhos consigo. Seu marido abusivo a encontrou, a perseguiu, e um dia entrou em sua casa atirando nela e nos filhos até que estivessem todos mortos.

A história de Kim é de partir o coração. Porém seria um erro supor que esse tipo de devoção cega está reservado apenas para pessoas religiosas. Os irreligiosos podem ser, se não forem piores, pelo menos tão fanáticos em suas crenças como muitos religiosos.

No dia 13 de novembro, homens armados massacraram 127 parisienses inocentes sem qualquer provocação. Eles fizeram isso porque tal coisa foi o que o profeta ordenou que eles fizessem. Aos muçulmanos foi prometido um paraíso se eles matarem não muçulmanos. Desde os atentados do 11 de setembro, mais de 27 mil casos de terrorismo tem sido registrado pelo site thereligionofpeace.com. Isto significa cinco ataques a cada dia por 14 anos consecutivos. Mas o terrorismo islâmico não começou no 11 de setembro. Começou no ano 624 da era cristã, logo após Maomé ter emigrado a Medina. De acordo com uma fonte, nos últimos 14 séculos, 280 milhões de pessoas foram mortas por muçulmanos. Isto não conta o número de muçulmanos mortos uns pelos outros.

A matança é parte do Islã. O Alcorão (2:216) diz: “a guerra foi-vos prescrita, e vós a detestais. Mas quantas coisas detestais que acabam vos beneficiando, e quantas coisas amais que acabam vos prejudicando!”. Há vários versos que exortam os muçulmanos a matar. Aqueles que acreditam no Islã não têm escolha a não ser matar. Se eles não matarem, são chamados hipócritas (munafiqs).

Uma vez que os muçulmanos matavam quem não era muçulmano, os árabes os temeram e muitos se converteram só de nome para ficarem seguros. A população do al-Zarrar, uma vila ao Norte de Medina, construiu uma mesquita e todos disseram que eram muçulmanos na esperança que suas vidas e suas famílias fossem poupadas. Os companheiros de Maomé disseram para ele que estas pessoas eram hipócritas e que não acreditavam nele de verdade. Maomé ordenou que se fechasse a mesquita e tocasse fogo nela com todas as pessoas dentro.

Embora os historiadores não digam o porquê de os muçulmanos de al-Zarrar terem sido acusados de se opor a Maomé e terem merecido ser queimados vivos, nós podemos supor que eles estivessem relutantes em tomar parte na jihad e podem ter murmurado como é que Deus podia ordenar os devotos a fazerem emboscadas e massacrarem homens desarmados, roubarem propriedades e estuprarem mulheres. Os árabes nunca se distinguiram por boa moralidade, mas é natural, pelo menos para aqueles cuja consciência não esteja completamente destruída, saber que matar, estuprar e roubar não são mandamentos divinos.

Logo após a morte de Maomé, antes mesmo de seu cadáver ser enterrado, os muçulmanos guerrearam entre si sobre quem deveria governá-los. Durante o califado de Ali, centenas de milhares de muçulmanos se massacraram uns aos outros, cada grupo reivindicando que a fé do outro grupo estava errada. A luta entre os muçulmanos nunca terminou e nunca vai terminar. Os muçulmanos devem matar para provar sua devoção a seu deus.

Os ocidentais estão cometendo um erro mortal em deixar os muçulmanos entrarem para se estabelecerem em seus países. Os muçulmanos acreditam em uma fé assassina, imitam um profeta assassino, e cultuam um profeta assassino.

Agora, é lógico que nem todo muçulmano é um crente verdadeiro. Muitos deles têm dúvidas e às vezes eles ousam verbalizar isso. Por exemplo, nos anos mais recentes, Al Sisi, dirigindo a palavra aos clérigos mais importantes de seu país na Universidade de Al Azhar disse: “não é possível que 1,5 bilhão de muçulmanos matem o resto da humanidade para que eles possam viver”. Só o fato de ele ter dito isso já é uma evidência que esta é uma crença que os muçulmanos possuem. Eles têm essa crença porque o profeta deles assim disse. Está escrito em seu livro sagrado em mais de uma centena de versos.

Quando deixamos os muçulmanos se aproximarem e viverem em nosso meio, nós estamos convidando nossos próprios assassinos. Isto é uma evidência pelos fatos. Os muçulmanos estão matando os infiéis e almejam matar mais. Eles não vão parar até que lancem o terror no coração dos descrentes, mate-os e estuprem suas mulheres.

Os ocidentais, todavia, estão infectados pela mesma devoção mortal que matou Kim Anderson. A devoção dos ocidentais não é pela Bíblia, mas por uma ideologia falaciosa. Esta ideologia diz que todas as culturas são iguais, que a moral é relativa, o bom e o mal são relativos e todas as pessoas querem a mesma coisa.

Estas mentiras são mortais. Uma cultura que reduz a mulher a um animal, prescreve apedrejamentos, abuso doméstico, casamento infantil, e estupro de infiéis não está a par de uma cultura que pratica a igualdade, a democracia e a liberdade de pensamento. O Islã não é de todo uma cultura. É uma barbaridade. Cultura islâmica é falácia enquanto que terrorismo islâmico é redundância.

Mas muitas pessoas no Ocidente se recusam a ver isso. Eles têm devoção cega a sua ideologia falaciosa. Eles preferem culpar a América por ter criado a Al-Qaeda, Israel por criar o Hamas e o Ocidente por ter armado o ISIS do que enxergar o fato gritante de que essas pessoas estão fazendo o que o profeta fez. Como é que alguém pode mentir tão descaradamente e de maneira tão sem vergonha? Os ocidentais acreditam que o dia é a noite, que o preto é branco e estão convencidos disso. Será que você consegue encontrar em livros religiosos mentiras mais egrégias do que essas?

Karl Marx, cuja interpretação da História tem sido aceita cegamente pela elite intelectual do Ocidente e pela grande mídia liberal, foi um ideólogo. Sendo ele um materialista, foi incapaz de compreender a complexidade da mente humana e pensava que o dinheiro era a motivação por trás de todas as emoções e atividades humanas.

Nada poderia estar mais longe da verdade. As pessoas são movidas internamente por uma variedade de coisas e o dinheiro é apenas uma delas. De acordo com Marx, todas as guerras são o resultado de conflitos econômicos. Mas a realidade é que as pessoas lutam por muitas coisas. Os alemães começaram a Segunda Guerra para recuperarem seu orgulho. Os europeus lutaram nas cruzadas para se vingarem de seus invasores muçulmanos. Os americanos lutaram em mais de 40 guerras, a maioria delas resultando em perda econômica, só para conseguirem remover ditadores e fazer do mundo um lugar seguro. Os muçulmanos lutam contra Israel por puro ódio religioso. Eles ganhariam muito dinheiro comercializando com Israel ao invés de lutarem contra ele.

Os muçulmanos lutam movidos por sua crença religiosa. Os jihadistas não são pobres. Osama bin Laden era filho de um bilionário. Nidal Malik Hassan era um psiquiatra muito bem pago que trabalhava para o exército americano. Todos os terroristas muçulmanos vêm de boa família. Eles não são motivados por dinheiro, mas pela promessa do paraíso que o profeta fez para eles.

Outra falsa crença é que os muçulmanos são coitadinhos e estão ofendidos, e que o terrorismo é a sua reação a opressão. Esta é uma mentira óbvia. Milhares de cristãos, budistas, hindus, yazidis e bahais são sistematicamente perseguidos e mortos pelos muçulmanos, e tudo isso com as bênçãos dos governos de seus países. O que essas pessoas inocentes fizeram contra os muçulmanos para merecerem uma morte tão selvagem?

A terceira falsa crença é a de que os muçulmanos querem as mesmas coisas que os outros querem: uma vida boa, prosperidade e felicidade. Os muçulmanos – se são verdadeiramente crentes – amam a morte mais do você ama a vida. O problema é que precisam matar você para irem direto ao paraíso (para as camadas mais altas. N. T.).

Todas as crenças consideradas sacrossantas pelo Ocidente são falsas. A verdade não é politicamente correta, então eles se agarram às mentiras. A verdade é que o Islã não é compatível com o mundo ocidental e os muçulmanos não são apropriados para viverem em harmonia com os não muçulmanos.

Kim Anderson pagou com a própria vida e com a vida de seus filhos pela sua devoção mortal a uma falsa crença. Os ocidentais irão pagar com suas vidas e com a vida de milhões de seus filhos por sua devoção mortal a uma crença falsa.

O ISIS já disse que os ataques na França irão continuar. Eles já estão na França. Eles são muçulmanos que se escondem entre os companheiros da mesma fé. A lucidez ordena que tiremos os muçulmanos da França. Qual é a contribuição deles para o país? Eles estão trazendo a pobreza, a violência, o estupro e a mentalidade retrógrada, e além disso eles odeiam o país que os abriga, querendo estuprar, subjugar e dominar. Mas nós vivemos numa era onde a sanidade mental deve ser sacrificada no altar do politicamente correto. A devoção cega a uma falsa crença de que todas as culturas são iguais irá logicamente deixar o Ocidente de joelhos.

Kin Anderson finalmente enxergou a luz, mas já era tarde demais para ela e seus filhos. Será que os ocidentais irão acordar antes que seja tarde demais para si e seus filhos? A única maneira de resolver é mandando os muçulmanos de volta para suas casas. A essa altura do campeonato outra medida não vai funcionar. Se você pensa que isso é medida muito brutal, imagine o que os muçulmanos fariam se alguns membros de alguma minoria – tais como cristãos ou hindus – em um país de maioria islâmica matassem alguns muçulmanos. Em menos de 48 horas, milhões de membros daquela fé seriam massacrados. Em 48 horas. Não mais. Os muçulmanos matam as minorias entre eles até mesmo quando tais minorias estão “pisando em ovos” (vivendo com cuidado). Eles não acham nada demais matar. Matar faz parte da fé deles. Enquanto isso, nós estamos espantados sobre o que fazer com as minorias muçulmanas entre nós que é programada para nos matar e estuprar nossas filhas.

Ainda assim, nem todo muçulmano é terrorista. E daí? Eles são terreno fértil para os terroristas. Eles abrigam os terroristas. Eles mentem sobre a fé islâmica e protegem os terroristas. Todos eles partilham a mesma ideologia. Eles seguem o mesmo profeta terrorista. Se eu der a você mil garrafas de um bom vinho e falar que uma delas contém cianido (veneno) você beberia alguma dessas garrafas? Um em cada cinco muçulmanos que vivem na França, Reino Unido e outros países europeus acreditam que matar seus hospedeiros não muçulmanos é justificável. Uma votação feita pelo site árabe Aljazeera revelou que 81% de todos os 60 mil muçulmanos árabes que votaram concordavam com o ISIS. Todo muçulmano é uma ameaça a sua vida.

Os muçulmanos são como tanques de gasolina. Eles parecem inofensivos até que encontrem o fogo. Daí eles explodem. Os tão chamados muçulmanos “moderados” irão virar terroristas uma vez que se acendam pela centelha de sua fé. Você quer fazer um teste? Diga a um muçulmano bem liberal que você acha que Maomé foi um estuprador e mostre a ele as evidências a partir dos hadiths e do Alcorão. Então assista a esse benigno muçulmano “moderado” começar a insultá-lo, tornar-se abusivo e ele pode até feri-lo. Não se engane. Não há muçulmano moderados. O que pode acontecer é ele se tornar um apóstata.

Quando nós deixamos grandes massas de muçulmanos entrar em países ocidentais, nós deixamos entrar potenciais assassinos entre nós. Os muçulmanos acreditam que a matança é ordenada por Deus e que eles serão recompensados se estuprarem suas mulheres e assassinarem você. Quando eles dizem que o Alcorão é a palavra de Deus e que todos deveriam seguir, eles estão ensinando que matar é a palavra de Deus. Os ocidentais permitem isso enquanto rezam para que os muçulmanos não levem a sua fé tão a sério e não a sigam tão literalmente. E possuem a esperança de que eles se tornem muçulmanos não praticantes. Agora por favor, defina a palavra loucura e me diga se não é isso!

Se nós não acordarmos agora, se nós não mandarmos os muçulmanos de volta de onde vieram, nós estamos fritos. Eles devem voltar e levar seus filhos consigo. Essas crianças foram doutrinadas como muçulmanas. Essas crianças já estão praticando bullying e batendo nas crianças ocidentais e um grande número vai começar a matar assim que chegarem na idade.

Se os ocidentais não fizerem esforços contra o problema do islã agora, eles terão o sangue dos próprios filhos nas mãos. Lembre-se de uma coisa: o mal triunfa quando as pessoas boas não fazem nada.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para o início de 2016.

 

Por que os países árabes ricos abandonam os refugiados sírios?

Texto de Nonie Darwish (04-09-2015). Tradução em 01-10-2015. Link para o original.

A mídia ocidental está relatando a crise dos refugiados muçulmanos como um problema humanitário que o Ocidente precisa resolver. Mas onde estão as perguntas da mídia sobre os grandes recursos financeiros e de terras disponíveis em países muçulmanos ricos? Onde está a solução islâmica para essa equação?

O mundo é frequentemente indagado sobre a urgência de mostrar compaixão e respeito pelos árabes, mas onde estão as ações do próprio mundo árabe para resgatar os companheiros muçulmanos das garras do ISIS?

Onde estão as feministas árabes, principalmente aquelas que fizeram protesto contra a proibição da França contra o uso do hijab? Elas estão quietas e não estão fazendo nada para ajudar milhares de mulheres que são vítimas dos estupros e escravidão pelos jihadistas islâmicos. As únicas mulheres que ajudam as outras no Oriente Médio são as madres Teresas cristãs e as Kayla Muellers do mundo ocidental.

Onde estão os exércitos árabes que agitaram dúzias de guerras contra Israel? Por que eles não estão combatendo o ISIS e construindo cidades de lona nos vastos desertos da Arábia, Egito, Jordão e no rico golfo? Eles estão dizendo que são muçulmanos “moderados” e que são contra o ISIS. Mas o que eles fizeram de concreto?

Onde estão os milhares de grupos islâmicos humanitários no Ocidente, como o CAIR e o ISNA, que estão dedicando toda a sua energia e milhões de dólares contra a discriminação contra os muçulmanos e contra a “islamofobia” no Ocidente? Este é o mesmo Ocidente para o qual os refugiados escapam.

É obvio que os árabes e os governos islâmicos não prepararam ou planejaram as consequências do tumulto islâmico por todo o oriente Médio. A crise dos refugiados já deveria ser esperada e um desastre esperava para acontecer desde que a primavera Árabe falhara em produzir um estado Islâmico no Egito e o ISIS surgiu na Síria. Mas os países islâmicos ignoraram a crise humanitária resultante do comportamento bárbaro do Estado Islâmico.

Abaixo estão alguns motivos pelos quais os países raramente se preparam para um desastre e se escoram pesadamente no Ocidente para socorrer as vítimas da jihad:

* Os muçulmanos sabem que o Ocidente vai tomar conta de seus erros, então eles não precisam evitar as consequências negativas de suas ações.

* Os países ocidentais vêm rapidamente ao socorro, abrem suas fronteiras e terras para provarem ao mundo que não são islamofóbicos.

* Os países árabes carecem de compaixão e ações para resgatarem uns aos outros, apesar de sua retórica da unidade Árabe/muçulmana. A Arábia Saudita e o Golfo nunca abrem suas fronteiras para os muçulmanos pobres em conflito. Até o Egito rejeitou os refugiados de Darfur que foram mais tardes forçados a irem a Israel, que os acolheu.

* Os países ricos em petróleo tornam o turismo muito difícil, a não ser que seja para o Hajj (peregrinação). Eles são muito tribais e se recusam a diluir sua cultura com o influxo de estrangeiros. Os trabalhadores de terceiro mundo são tratados de forma desumana e raramente ganham residência permanente ou direitos iguais como cidadãos.

* Os árabes preferem gastar seus petrodólares em expandir sua influencia no Ocidente do que tornar a vida melhor para seus próprios cidadãos ou ajudar outras nações muçulmanas que são menos afortunadas financeiramente.

* Grupos islâmicos acreditam que os refugiados da Síria, Iraque e Afeganistão irão espalhar a Sharia na Europa, que é o principal objetivo da jihad.

* O fato de limpar as áreas da oposição dos cidadãos que não estão contribuindo para o crescimento do ISIS ajuda o grupo a se expandir além da Síria e do Iraque. A Europa e a América estão absorvendo a oposição ao ISIS, então para que atrapalhá-los?

* A vida e o resgate de vidas, bem como evitar as tragédias humanas não são mais importantes do que a jihad na cultura árabe.

Espero que o Ocidente pense duas vezes antes de aceitar milhares de refugiados do Oriente Médio.

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Sobre a autora:  Nonie Darwish nascida no Egito e naturalizada americana, é uma ex muçulmana ativista a favor dos direitos humanos e fundadora do Arabs for Israel e diretora do Former Muslims United. É autora de vários livros, entre eles, The Devil We Don’t Know: The Dark Side of Revolutions in the Middle East (O diabo que não conhecemos: o lado escuro da revolução no Oriente Médio).