A eterna condenação do inferno

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Texto de Abdullah Sameer.

A crença em um fogo eterno preparado para punir os descrentes é uma pílula que eu sempre tive dificuldade para engolir. Vejam só essas lindas pessoas adorando a Deus em sua própria maneira. Todas elas irão para o inferno, de acordo com o Islã (e outras religiões por aí).

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Esses lindos seres humanos, por que atirá-los ao fogo para sempre? Não há algo que Deus possa fazer com eles em sua suprema sabedoria e juízo?

Toda essa gente, sinceramente rezando a Deus por felicidade, perdão, cura para suas doenças e outras coisas pelas quais se preocupam, irão no fim servir de combustível para o fogo. Não é um azar que eles tenham escolhido a religião errada? Por causa disso, vão pagar o irrevogável preço. A danação eterna, não apenas uma vida, mas uma vida eterna de miséria e tortura.

Deus amaldiçoou os descrentes e destina-lhes as chamas“. (Alcorão 33:64)

“Os que rejeitam nossos sinais, breve jogá-los-emos no fogo. Cada vez que suas peles forem queimadas, substituí-la-emos por outras para que continuem a experimentar o suplício. Deus é poderoso e sábio. ( Alcorão 4:56)

“Para os que descreem, serão confeccionadas roupas de fogo, e sobre suas cabeças será derramada água em ebulição. Que lhes derreterá a pele e o que tiverem nas entranhas”. ( Alcorão 22: 10-20)

“E hoje, são os crentes que riem dos pecadores”, (Alcorão 83:34)

E quando pedirem por água, receberão água escaldante que irá queimá-los por dentro:

“E nós preparamos para os iníquos um fogo que os circundará como as paredes de uma tenda. Quando implorarem por água, receberão água de metal fundido. A bebida horrível!” (Alcorão 18:29)

Eles ficarão lá para todo o sempre:

Quanto aos pecadores, no castigo da Geena estarão para todo o sempre, sem que lhes seja atenuado um dia sequer. E estarão na pior confusão. Não os oprimimos. Oprimiram-se a si mesmos. E gritarão: “Ó Malik, que teu Senhor acabe conosco”. Responderá: “Aqui permanecereis“.  (Alcorão 43: 74-77)

E Deus, ele sabia que toda essa gente iria acabar no inferno. 80% ou mais das populações mundiais nem são muçulmanos. Ele criou um ser que acabaria sendo torturado eternamente.

E permanecerão amaldiçoados para todo o sempre; seu castigo não será aliviado; e nenhuma trégua lhes será concedida“. (Alcorão 2:162)

Isto se aplica a todos os não muçulmanos que ouviram falar sobre o profeta Maomé.

Por Ele, em cujas mãos jaz a vida de Muhammead,  aquele que na comunidade dos judeus ou cristãos ouve falar de mim, mas não afirma sua crença naquilo que fui enviado para dizer e morre nesse estado (da descrença), ele será um dos habitantes do fogo“.  (Sahih Muslim)

Eu sempre tive muita dificuldade em digerir isso. Será que este é o mesmo Deus que criou este lindo universo? Este é o único e verdadeiro Deus? Por que ele está tão chateado pelas pessoas que não o adoram? Será que ele é assim insignificante? (perdão em dizer)

O Deus da Bíblia e do Alcorão é como um rei que pede às pessoas que o apoiem e um dos homens recusa. Então o rei ordena que um forno seja construído, e ordena que seja insuportavelmente quente, e que algumas pedras chamejantes sejam retiradas do fogo e o homem seja queimado vivo, mas não morra. Se o homem pedir perdão, não será concedido. Se ele pedir por água, receberá água fervente. Se pedir por comida, receberá carne estragada e comida putrefata que irá envenená-lo e fazê-lo ficar doente. Esta punição continuará até que o homem morra. A diferença é que no caso da punição divina Ele não deixará a pessoa morrer. Isso pode acontecer até com um homem que tinha família. Ele era um bom pai, um bom vizinho. Ele costumava cuidar dos pobres, ainda assim rejeitou o rei, e essa foi sua punição. Será que esse é um Deus perfeito?

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Abdullah-SameerSobre o autor: Abdullah Sameer nasceu no Quênia e mudou-se para o Canadá quando ainda era muito jovem. Pertencia a uma vertente xiita do Islã, mas durante a adolescência, converteu-se ao Sunismo graças a influência de um amigo. Virou um praticante muito fervoroso, usando a internet para pregar, e assim passou 16 anos de sua vida. Mas um dia, Abdullah conheceu um jovem que dizia que não iria se converter ao Islã porque achava que o Alcorão era apenas trechos mal citados do Talmud (escritura judaica). Abdullah então fez algo que quase nenhum muçulmano faz: começou a ler materiais críticos do Islã, e aos 33 anos abandonou a religião, considerando-se ateu. Hoje se dedica a iluminar outros contra os males dessa perniciosa crença.

Quanto mais difícil melhor

mulher tomando banho de burca

Excerto do livro Understanding Muhammad – Capítulo 5, de Ali Sina.

Publicado por Khadija Kafir em 18-07-2015

Os muçulmanos geralmente perguntam: se Maomé era tão mentiroso, por que ele criaria uma religião tão difícil e com tantas restrições? De fato, o Islã é uma das religiões mais difíceis de praticar. É muito exigente, com muitas proibições, rituais e obrigações. Não é triste seguir uma religião que é um estorvo?

O axioma básico da fé é também aquele que contém um paradoxo, e que pode ser estabelecido assim: quanto mais difícil de seguir é uma doutrina, mais intrinsecamente atrativa ela se torna. Faz parte de nossa psique que apreciemos coisas pelas quais lutamos mais ferrenhamente. Por outro lado, nós valorizamos menos e damos menos importância a coisas que obtemos de maneira fácil ou de graça. As seitas (ou cultos) prezam pela dificuldade e encaram com desdém a vida fácil. É precisamente a sua dificuldade que as tornam tão atraentes.

Todos os cultos ou seitas são, por natureza, difíceis de seguir. Os seguidores de Warren Jeffs, líder da seita polígama mórmon conhecida como A Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Fundamentalist Church of Jesus Christ of Latter Day Saints– FLDS), trabalhavam para ele de graça ou doavam para ele todos os seus ganhos, enquanto que seus seguidores dependiam dos programas sociais para sustento. Jeffs tinha controle absoluto sobre seus seguidores. Ele os proibia de assistir TV, escutar rádio ou quaisquer músicas, exceto as suas. Ele lhes designava uma casa para viver e dizia que não se misturassem com os infiéis. Ele escolhia para os seguidores um cônjuge. Se ele estivesse descontente com alguém, ele ordenava que as esposas daquela pessoa deixassem o marido e elas obedeciam. Os cultos ou as seitas exigem submissão total e com isso, grande sacrifício.

Olhemos para os outros cultos, como os de Jim Jones, Shoko Asahara, o dos “moonies” ou os da “Entrada para o Céu” (Heaven’s Gate). Essas seitas não eram fáceis de praticar. Os membros frequentemente tinham que entregar suas possessões mundanas ao líder, deixar para trás seus empregos, amigos e parentes para segui-lo. Eles eram forçados a viver uma vida austera e às vezes eram persuadidos a se absterem de sexo. Enquanto isso, o líder da seita tinha tudo que ele queria. David Koresh dizia a seus seguidores que as mulheres pertenciam a Deus; e uma vez que ele era o Messias, elas pertenciam a ele. Então ele dormia com as esposas e filhas adolescentes de seus seguidores, mas prescrevia o celibato para eles. Shoko Asahara, Jim Jones e geralmente todos os líderes de seitas puniam severamente aqueles que o desobedeciam. Apesar desses abusos e dificuldades, a pior punição era a excomunhão (ostracismo). Alguns seguidores cometiam suicídio depois de serem excomungados.

Os líderes dessas seitas impõem o ostracismo aos membros que parecem indisciplinados. As pessoas querem se integrar. Elas irão sucumbir se forem excomungadas ou deixadas de lado. Assim foi que os muçulmanos forçaram as minorias descrentes a conversão.

As seitas exigem sacrifícios. Através dos sacrifícios os crentes provam sua fé e lealdade. O cultista ou o guru é levado a acreditar que alguém pode ganhar os prazeres de Deus em sacrificar tudo, incluindo a própria vida. A lógica é que quanto mais se sacrifica, mais se dá valor. Nenhum sacrifício é demais quando a salvação está em jogo. Maomé ofereceu vida eterna no paraíso, um bando de “houris” celestiais e o vigor sexual de 80 homens para aqueles que se sacrificarem pela sua causa. Quanto mais a recompensa cresce, o sacrifício deve ser proporcionalmente maior. Para encorajar seus seguidores a fazerem mais, ele disse:

Não há igualdade entre os crentes que permanecem em casa, sem serem inválidos, e os que combatem e arriscam bens e a vida a serviço de Deus. Deus eleva os que lutam por Ele com seus bens e sua vida um grau acima dos outros. A todos, Deus promete excelente recompensa, mas conferirá aos combatentes paga superior à dos que permanecem em casa. (Alcorão 4: 95)

Em outras palavras, se você acredita, será recompensado, mas a sua recompensa não será igual à recompensa daqueles que empreendem a jihad, que sacrificam suas riquezas e as próprias vidas para se tornarem mártires pela causa.

Quanto mais perigoso um culto, mais difíceis são seus requisitos. Algumas seitas não vão nem mesmo aceitá-lo como membro integral até que se prove sua lealdade em fazer grandes sacrifícios. Maomé fez seus seguidores acreditarem que estes sacrifícios eram necessários e parte da fé. Gastar dinheiro na seita ou doar as posses para o líder é considerado ato de fé e comprometimento.

Os líderes de seitas são narcisistas psicopatas e mestres da manipulação. Eles amam ver as pessoas fazerem tarefas extenuantes para eles, para que possam sentir o poder e o sabor de sua própria onipotência. Seus seguidores engolfados irão fazer qualquer coisa, inclusive desencadear guerra, assassinar e dar a vida para obter aprovação deles. Esta atitude servil alimenta a fome narcisista do líder pela dominação e pelo controle. Eles curtem o poder e seus seguidores confundem sua intransigência com a veracidade de sua causa.

Por que a maioria dos profetas é se sexo masculino? Porque o narcisismo é uma desordem mais masculina. Embora as mulheres também possam se tornar narcisistas, há mais narcisistas homens que mulheres. Como resultado há mais profetas, mais líderes de seitas e mais ditadores do sexo masculino.

As seitas aplicam rituais rigorosos de maneira típica. Em observar esses rituais meticulosamente, os seguidores são levados a crer que atingirão a salvação. Eles se tornam obcecados com os rituais e consideram a falha em observá-los como um pecado. Estes rituais sem sentido precisam ser cumpridos, supostamente para agradarem a Deus ou para que fiquem “iluminados”. Todavia, o intento real deste ritual é manter os seguidores fisgados e no cabresto. Quanto mais curto for o cabresto, mais o líder consegue controlar seus seguidores. Na verdade nenhum desses rituais tem a ver com Deus. Eles servem para dar ao narcisista poder máximo sobre seus seguidores.

O ritual islâmico das preces obrigatórias e do jejum serve para dessensibilizar de pensamentos e emoções. Aos muçulmanos é pedido que se abstenham de certas comidas, escutar música ou se socializarem com o sexo oposto. Se do sexo feminino, elas precisam se cobrir em camadas de roupas folgadas, mesmo no escaldante calor do sol, e elas devem romper todos os laços com sua família não muçulmana e seus amigos. Essas são dificuldades e sacrifícios que fazem os crentes acreditarem que ele ou ela vai ganhar um prêmio em troca. O crente se torna obcecado com os rituais e os sacrifícios. Enquanto ele sofre, ele conta suas bênçãos e recompensas no outro mundo e assim, ele é preenchido com euforia e a glória. Paradoxalmente, a dor dá ao crente mais alegria e contentamento. Não é incomum que os crentes pratiquem a autoflagelação com o intento de serem eleitos dos prazeres divinos.

Nós humanos temos a tendência de acreditar na máxima “sem dor, sem ganho” (no pain no gain). Nossos ancestrais primitivos costumavam oferecer sacrifícios para apaziguar seus deuses. Para maiores recompensas eles faziam maiores sacrifícios. Esta crença estava tão enraizada que em algumas culturas as pessoas sacrificavam humanos e até os próprios filhos.

A dificuldade em praticar o Islã (bem como outras seitas ou cultos) e o intenso sacrifício que os muçulmanos devem fazer para serem subservientes e piedosos são de fato o charme e a atração do Islam. Quanto mais difícil de seguir, mais verdadeiro ele parece. Aqueles que não se sacrificam o suficiente são dominados pela culpa. E esta culpa é mais dolorosa do que o sacrifício em si.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, ALI SINA é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução em progresso.

Derrotando o medo de Alá.

agora vai

Por Ali Sina.

Tradução de Khadija bint Kafir.

Dren escreve para Ali Sina:

Sou um homem que passou metade da vida sendo muçulmano e que depois abandonou a fé, vivendo como ateu – um profeta para mim mesmo, eu creio. Mas ultimamente eu tenho tido muito medo de que eu possa não estar no caminho certo. A idade está fazendo isso comigo, eu acho, afinal nosso maior medo é a morte.

Eu sei que Alá é um lunático, um desalmado, um terrível e repugnante “DEUS”. E ele é tão terrível que eu estou apavorado só da mera possibilidade de que ele possa ser real. Eu não tenho provas suficientes para refutá-lo. Visitei seu site e gostei de algumas partes, mas você está mais preocupado com a moralidade de Alá do que com sua real autenticidade.

E se ele for um deus MALVADO? E se quando eu morrer, eu queimar no inferno para sempre? E mesmo que eu fosse para o céu, só de saber que há alguma alma queimando no inferno, isso já seria um tipo de inferno para mim.

Portanto, este é um grito desesperado para que você “refute” Alá, e que eu possa viver em paz e possa morrer em paz. Eu te devo minha vida. Eu não quero mais viver com medo.

Não precisa responder imediatamente. Fique a vontade para elaborar uma resposta bastante convincente, pois se alguém consegue me libertar dessa miséria, esse alguém é você.

Com afeto,

Dren.

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Ali Sina responde:

Em primeiro lugar, obrigado pela grande confiança que você tem em mim para salvá-lo da “miséria”. Achei isso bem engraçado. Foi um pedido bastante imponente. Eu queria ser capaz de resolver alguns dos meus próprios problemas. Mas eu posso responder a sua pergunta e você não me deve nada, exceto pelo fato de que deve ajudar outros muçulmanos a verem a luz e a se libertarem deste medo sádico que Maomé colocou nos corações.

Os narcisistas usam o medo para conseguir o que querem. Eles o assustam e dizem que se você não fizer o que eles mandam, coisas terríveis irão acontecer com você. Claro que, se existe algum Deus, ele não pode ser mau ou sádico. Aqueles que promovem a ideia de um deus assim são eles mesmos maus e sádicos, e seu deus é um reflexo de quem eles são. Maomé não tinha argumentos lógicos para provar suas assertivas. Assim, ele recorreu à velha tática da difusão do medo e, como qualquer narcisista experiente, postulou-se como um “aconselhador” e disse a todos que se eles não acreditassem nele, seu deus iria queimá-los para sempre.

É tolice deixar um psicopata controlar nossas vidas com suas mentiras. Vamos supor que Deus exista. Será que ele se importa se nós, humanos, o adoramos? Para achar a resposta, avaliemos nosso lugar no universo. Estima-se que existam cerca de 400 bilhões de estrelas em nossa galáxia. Cada uma é um sol com os seus próprios planetas. Todas as estrelas que você vê em uma noite clara são nossos “vizinhos da porta ao lado”, ou seja, parte da Via Láctea. Leva cerca de 100.000 anos viajando na velocidade da luz para ir de um extremo do “bairro” para o outro. Para se ter uma ideia da grandeza, a luz do sol chega à Terra (distante a 150 milhões de km) penso que apenas em oito minutos. Agora, se tal fato não perturba sua razão, estima-se que existam centenas de bilhões de galáxias no universo. Você consegue imaginar um número tão astronômico? Agora vendo que em uma dessas um milhão de estrelas tem um planeta com seres inteligentes vivendo nele, então deve haver bilhões de várias espécies de criaturas inteligentes povoando o universo.

Mas isso não é tudo. Os cientistas acreditam que não há nenhuma razão para supor que exista apenas um universo. Pode haver bilhões de universos como o nosso em tempos e espaços completamente alheios a nós, o que significa que nunca podemos ter certeza de sua existência, muito menos vê-los, mas certamente eles existem, porque as mesmas leis que deram origem ao nosso universo podem dar a luz a mais bilhões de outros seres. Assim é como a natureza funciona. Tudo que a natureza faz, ela faz em abundância. Eu chamo isto de “lei da abundância”.

Agora, supondo que todos esses universos sejam criados por um Deus, seria mesmo que tal Deus se importaria se criaturas tão insignificantes como nós humanos – neste planeta insignificante, em meio a essa vasta galáxia, que por si só é insignificante em relação ao universo, que pode ser apenas mais um em um bilhão de universos – o adorasse ou não? Se usarmos o bom senso e, em vez de pensar que somos o propósito da criação, enxergarmos a luz adequada, nós perceberemos quão tolo é o nosso pensamento sobre nós mesmos e nosso deus autofabricado.

Você daria a mínima se as formigas em seu quintal o adorassem? A diferença entre você e as formigas em seu quintal é insignificante em comparação com a diferença que existe entre você e o fabricante destes múltiplos universos. Você não acha idiotice pensar que este magnífico Ser está preocupado se minúsculas criaturas como nós humanos o adoram ou não? Se Deus realmente existe, não seria nada menos do que uma blasfêmia dizer que ele está tão desesperado para ser conhecido e adorado que ele puniria míseras criaturas pela eternidade só porque nós não o adoramos. O que você acharia de mim se você me visse pegando as formigas no meu jardim e jogando-as as no fogo; e dissesse eu estou chateado com elas porque elas não se curvam para mim, apesar de deixá-las viver em minha propriedade sem pagar aluguel? Você não diria que Ali é um louco? Então como é que quando um narcisista charlatão como Maomé atribui tal loucura a Deus você tem medo de que ele possa estar dizendo a verdade?

O fato é que Maomé era um mentiroso. Ele não podia dizer “eu quero poder”, “eu quero dinheiro”, “eu quero mulheres”, e “eu quero que você me adore e obedeça a mim”. Então ele inventou uma divindade que não era ninguém mais que seu próprio álter ego e que ordenou às pessoas imprudentes a obedecerem Maomé, e fazerem o que ele queria. Então, ele dizia: “lutar por Alá e seu mensageiro”, “trazer o espólio a Alá e Seu mensageiro”, “as meninas mais bonitas capturadas nas invasões pertencem a Deus e a Seu Mensageiro”. Ele fez Alá responsável por todos os seus crimes, fazendo-se seu parceiro. Ele gostava de todo o espólio. Garanto-lhe que Deus nunca viu um centavo desses lotes. Tudo foi para os cofres deste profeta falso.

Um Deus todo poderoso iria realmente precisar da ajuda de seres humanos para matar seus detratores? Se os muçulmanos meditassem só sobre essa única questão, eles deixariam o Islã. Infelizmente, esse medo que o profeta psicopata colocou neles é tão forte que eles os tornam incapazes de pensar. O deus de Maomé é uma invenção de sua mente doentia: um psicopata tal qual Maomé o criou.

Assumindo que haja um Deus, você pode ter certeza que ele não dá a mínima se nós o adoramos ou não. Tal crença banaliza Deus ao ponto da blasfêmia. Alá é um narcisista psicopata porque Maomé era um narcisista psicopata. Agora, se na verdade Deus existe, ele governa o mundo por meio de leis.

No passado as pessoas acreditavam que os anjos moviam a lua, o sol e os planetas. Acredite ou não, mesmo Newton pensava assim. Eventualmente percebemos que os corpos celestes se movem graças a leis físicas. Se existe vida após a morte (e eu quero deixar claro que eu não aceito nem nego) e se há um reino espiritual, também deve ser regido por leis, não por querubins, cupido, anjos, demônios ou outros seres fantasmagóricos. Assim como há leis físicas que regem o mundo físico, deve haver leis espirituais que regem o mundo espiritual.

Quais são essas leis espirituais? Elas são fáceis de entender. Tudo o que torna a vida do outro melhor é bom; e tudo o que lhe prejudica é ruim. Isso é tudo o que você precisa saber. Seja bom para os outros, e se há existência além desta vida, você não precisa se preocupar. Mesmo os muçulmanos entendem esta lei, mas não a aplicam. Eles entendem isso porque quando querem defender o Islã, eles mentem e falam com altivez de seu criminoso profeta. Eles nunca mencionam que ele era um pedófilo, um torturador, um estuprador, um terrorista ou um saqueador. Em vez disso, eles afirmam que ele era honesto, generoso, bondoso e compassivo. Isso não é verdade, mas mostra que até mesmo os muçulmanos sabem o que é bom e o que é ruim. Se os muçulmanos sabem, qualquer um sabe.

Não há ninguém que puna ou recompense pela crença ou descrença. Mas a ideia de que podemos progredir espiritualmente no outro mundo – presumindo que haja um – faz sentido. Embora eu não aposte na vida após a morte, estou preparado para isso. Eu sei que se eu sobreviver estarei muito contente pela vida que eu vivi neste mundo. Eu nunca prejudiquei deliberadamente outro ser humano, apesar de muitas pessoas me prejudicarem intencionalmente. Fiz tudo que podia para ser um consolo para os outros. Isso é tudo o que conta. Portanto, eu não temo a morte. Mesmo se eu encontrasse essa luz que as pessoas com experiência de quase morte dizem que viram – e acham que viram Deus – estou absolutamente certo de que vou ser aceito e nunca vou ser insultado por causa de minha descrença.

Digamos que a Luz pergunte: – Ali, por que você nunca acreditou em mim? Eu diria: – “Os seus argumentos nunca fizeram sentido para mim. Se você realmente quisesse que eu acreditasse, você tinha que ter falado de maneira um pouco mais inteligente ou me criar um pouco mais idiota. Não é minha culpa você ter me dado um cérebro que acha tudo sobre você ilógico e absurdo. Como eu poderia distinguir a verdade da mentira se não usando meu cérebro? Quando eu usei o meu cérebro, eu não achei qualquer motivo para acreditar em sua existência. Agora que eu vejo que você existe, é claro que eu acredito em você e, se isso o faz feliz, eu até posso adorá-lo. Por favor, deixe-me passar. Eu não vejo minha avó há um bom tempo e eu sinto falta dela”.

Estou certo de que Deus não se importa se eu o adoro ou não. Ele ficaria feliz em ver o meu currículo. Isso é o que importa. Nossas obras são importantes. Nossas crenças não.

Dou a minha palavra que, se houver um inferno, Maomé é o único que está queimando lá. Um Deus justo mandaria as pessoas do mal para o inferno, não aquelas que usam seu cérebro. Maomé mentiu sobre tantas coisas que podemos comprovar. Por que devemos acreditar nele? Ou temer sua sádica divindade?

Com um simples argumento, provo que Maomé era um mentiroso. Maomé alegou ser enviado pelo mesmo Deus que enviou Jesus. Bem, isso é uma mentira descarada. A menos que este Deus tenha múltiplas personalidades, não há nenhuma semelhança entre o Deus de Jesus e de Maomé. O Deus de Jesus é, geralmente, um Deus amoroso; mas o Deus de Maomé é vingativo, tirânico e um bruto. Assim, ou Jesus estava mentindo e Deus é mau; ou Maomé estava mentindo e Deus é bom. Mas se Jesus era um mentiroso, Maomé mentiu sobre Jesus ser um mensageiro de Deus. Ele também disse que Deus é misericordioso, justo e compassivo. Ao ler o Alcorão e a Sira nós sabemos que isso não é verdade. A lógica simples nos faz ver que Maomé era mentiroso. Se ele mentiu sobre a natureza de Deus, poderia ter mentido sobre todo o resto.

Depois de saber que Maomé era um mentiroso, você não tem que acreditar no que aquele charlatão dizia; e não tem que temer sua falsa divindade psicopata também. Se Deus existe, ele deve se parecer com o Deus de Jesus e não com o deus de Maomé. Ele deve ser um Deus de amor e não um deus sádico e tirânico (na realidade, eu acredito que Deus se assemelhe com o Deus de Einstein. Ele é um princípio, e não um ser sensível).

Os atributos de Alá – como descrito por Maomé – são todos satânicos. Por isso, é justo dizer que Maomé era um mensageiro de Satanás e não de Deus. Os resultados falam por si. Veja como os seguidores de Maomé vivem e se comportam. Na medida em que eles o seguem, agem mal. Isso prova que muçulmanos são adoradores do demônio. Então, se você realmente teme o inferno, certifique-se de que não acredita em Maomé. Se o inferno é real, os muçulmanos que imitam Maomé vão parar lá.

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O artigo original foi escrito em 05 de março de 2009 e encontra-se no site ISLAM WATCH.

http://www.islam-watch.org/AliSina/Smashing-the-Fear-of-Allah.htm

Sobre o autor: Ali Sina é um ex-muçulmano nascido no Irã e que atualmente mora no Canadá. É fundador da FAITH FREEDOM INTERNATIONAL, que é um fórum de referência na crítica ao Islã e escrito por ex-muçulmanos. http://www.faithfreedom.org