O ponto fraco do inimigo

Ex-muçulmano escreve para Ali Sina. Link para o texto original 2007. Tradução 23-01-2016

Querido Ali Sina,

Eu também sou iraniano e fui criado na Alemanha. Vivi no Irã por três anos, e agora estou de volta à Alemanha. Eu percebi que o Islã é uma seita primitiva, demoníaca e ridícula, e estou preocupado com a educação nas escolas alemãs.

Alguns meses atrás, as autoridades decidiram que além do ensino do catolicismo e religiões evangélicas, que podem ser escolhidas pelos estudantes (elas não são obrigatórias), a educação islâmica também deve ser oferecida. O mais assustador é que muitos estudantes escolhem estudar o Islã, que é ensinado por muçulmanos, é claro.

Como você já deve saber, muita gente que não é muçulmana “de verdade” escolhe esse tipo só para “mostrar” a todo mundo que eles são muçulmanos. E as autoridades estão felizes que “a educação islâmica será uma matéria nacional em breve”. Eu posso bem imaginar como tais professores irão alimentá-los com mentiras sobre o Islã, o Alcorão, e Maomé; e como esses estudantes irão tentar propagá-lo e tentar islamizar a sociedade, os amigos e os parentes.

Eu me sinto muito mal com isso e gostaria de perguntá-lo o que posso fazer ou como posso contribuir para que eles se iluminem, pois não quero que essas coisas aconteçam.

Desejo tudo de bom e muito obrigado a você e aos coeditores.

Ali Sina responde:

Querido Farhad,

Você tem todo motivo do mundo para estar preocupado. Dizem que a ignorância é uma bênção. Os não-muçulmanos, particularmente os europeus, são ingênuos ignorantes dos perigos do Islã. Somente os ex-muçulmanos, que viram a enormidade da devastação que o Islã provoca, podem entender a grandeza da ameaça que esta seita representa para o mundo e a civilização humana.

É um engano tolerar o Islã. É um engano dar a ele o status de religião e contá-lo no meio de outras religiões. O Islã não é só mais uma cor no arco-íris das religiões. É a escuridão de uma noite que almeja obliterar todas as outras cores.

Alguns erros são mais custosos que outros e a inércia pode resultar em desastre. O erro que o mundo cometeu durante os anos 30 quando os nazistas estavam ganhando força custou 50 milhões de vidas. Tolerar o Islã hoje pode resultar em muito mais mortes num futuro próximo. Se deixarmos o Islã dominar o mundo, nós perderemos a nossa liberdade e nossa civilidade ao mesmo tempo. Embora ainda não se fale nisso e é provável que não aconteça, a possibilidade de um holocausto nuclear em que bilhões de pessoas pereçam é real. Esse desastre pode ser evitado se nós agirmos agora, colocarmos um freio na história e mudarmos o seu curso, antes que atinja o precipício.

A única maneira de evitar esse perigo iminente é ajudando os muçulmanos a saírem do Islã. Este êxodo deve começar em larga escala e logo. Todavia, não é uma tarefa fácil. Os muçulmanos não aderiram ao Islã por causa de argumentos racionais. Então eles não vão deixar o Islã por causa deles. Os muçulmanos geralmente evitam completamente o diálogo. Eles acreditam que não há razão para provar o Islã como verdade e que todo mundo deve aceitar a religião prontamente, assim que seja chamado.

Converter-se ao Islã é muito mais um ato emocional do que uma experiência da razão. As emoções agem na parte mais primitiva do cérebro. Elas são mais fortes e suplantam a mente racional. Como resultado, não é fácil dialogar com muçulmanos. Eles não vão deixar a fé apenas com a razão. Suas fortes emoções em relação a sua fé formam uma redoma completa em torno da parte lógica.

Embora a meta do meu site Faith Freedom Internacional seja dupla: A) ajudar os muçulmanos a deixarem o Islã e B) advertir aos outros sobre seus perigos; a verdade é que A depende muito de B. Estando eu consciente da dificuldade de se argumentar com os muçulmanos, meu foco principal é em B. Eu sou da opinião que a chave para influenciar um grande número de muçulmanos e fazê-los ver que o Islã é falso está nas mãos dos infiéis. Os muçulmanos não vão deixar o Islã a menos que o mundo denuncie sua seita.

Os não-muçulmanos mantêm o Islã vivo.

Nós escutamos constantemente os muçulmanos citarem celebridades famosas que fazem comentários positivos sobre o Islã e o louvam. Os muçulmanos dependem desses comentários como o peixe dentro da água. Eles pescam esses comentários, incentivam-nos, compilam-nos e advertem-nos, porque é na aprovação dos outros que eles acham validade para a sua fé. Toda a autoestima deles depende de como os outros os percebem e do que dizem sobre eles. Esta é a chave para entender a sua idiossincrasia e traçar um plano estratégico para combater sua Jihad.

O que aconteceria se essa aprovação parasse? Toda a sua autoestima desmoronaria! A dúvida subiria a sua mente e eles perderiam a fé. Um narcisista depende de elogios porque neles acha suprimento para seu narcisismo. É com os elogios dos outros que o narcisista encontra a própria validação e sua raison d’être.

Todos nós somos narcisistas até certo ponto. Queremos ser notados. Nós procuramos atenção. Queremos que nos levem em conta. Esta sede é tão forte que alguns até cometem crimes para extrair atenção. Os vândalos destroem de modo que possam ser notados. Através do vandalismo, eles podem ver seu malfeito e se sentirem importantes. A mesma psicologia é o que motiva um incendiário ou até um assassino serial.

O psiquiatra Americano James Gilligan, autor de Preventing Violence, argumenta que a razão pela qual a maioria dos criminosos cometem crimes é para conseguir respeito. Ele escreve: “eu costumava pensar que as pessoas cometiam roubos à mão armada para conseguirem dinheiro; e de fato, essa é a explicação superficial que eles preferem nos dar. Mas quando eu me sentei e conversei demoradamente com homens que tinham cometido aquele crime com frequência eu escutei comentários como ‘eu nunca obtive tanto respeito antes em toda a minha vida quanto no momento em que apontei uma arma para o rosto de algum cara’”.

A chave para ajudar os muçulmanos a deixarem o Islã é desprovê-los de respeito. Para um narcisista, a coisa mais importante é a imagem. Os muçulmanos dependem da imagem do Islã para sua autoestima. Ao perderem sua identidade e serem deixados sem nada a não ser o Islã, eles se sentem respeitados quando o Islã é respeitado, e insultados quando o Islã é insultado. Enquanto os infiéis respeitarem o Islã, os muçulmanos irão continuar agarrados a religião. Somente vão abandonar quando toda a humanidade denunciar o Islã como algo maligno e perigoso.

Vergonha e culpa.

As culturas islâmicas são baseadas na vergonha. Ela é uma experiência dolorosa. Para evitar a vergonha, deve-se evitar a causa da vergonha. Isso significa que se deve proteger a imagem. Toda a sua autoestima e autovalor dependem dessa imagem. Quando estamos envergonhados, tornamo-nos violentos. A violência é uma das maneiras com que nós humanos lidamos com a vergonha.

O e-mail seguinte nos foi enviado por Drunkia. Mostra o relacionamento que os muçulmanos têm com o Islã e o aperto que este culto tem sobre eles. Ela escreveu:

Eu concordo totalmente com você, senhor. Os muçulmanos são violentos, abusadores, e eles são estupradores. E é totalmente verdade que essas histórias que chamam de milagre são casualidades. Então por que diabos eu não estou em um asilo psiquiátrico? Por que porra eu, uma jovem muçulmana que nunca chama palavrão – a menos que seja necessário – está chamando agora? Cale sua boca imunda e vá para o inferno. Talvez você tenha nascido de uma mãe honesta, mas nasceu para ser um homem desonesto.

Creia-me, eu concordo totalmente com você que os muçulmanos são violentos. Se eu não tivesse escrevendo isso em uma tela de computador, você não teria um rosto decente agora. E meu punho estaria ensanguentado e eu seria punida. Mas que punição pior poderia haver quando você está sendo uma “mala sem alça” para minha religião? Mova seu traseiro e me escreva de volta. Não sou uma garota de violência, mas eu posso me tornar, e minha família pode ser de assassinos. Apodreça no inferno! Rs rs vou chorar pela sua mãe quando estiver sendo despejado no lixo pelas mãos de Alá.

Tenha muita má sorte!…, e espere! Não vou escrever meu nome para um ser humano asqueroso como você! Creia-me! Não preciso nem tentar! Eu sei onde você mora. Sei onde você dorme, conheço seus parentes, sei onde você trabalha, e conheço seus amigos. E eu sei que você é um otário!

Esta pessoa muito provavelmente não é violenta. Mas dadas as chances, ela com certeza vai cumprir as ameaças proferidas. Pessoas de todas as religiões ficam ofendidas quando sua religião é insultada, mas somente os muçulmanos são capazes de perder a cabeça e se tornarem assassinos perversos. Por quê? É porque os muçulmanos perderam o ego individual e o Islã se tornou sua única identidade. O Islã dá a eles autoestima, uma falsa sensação de orgulho e ego próprio. Quando o Islã é criticado, eles sentem a vulnerabilidade e ficam envergonhados. O que é que se pode dizer quando as pessoas chamam seu profeta de pedófilo e você não pode negar? Isto causa intensa vergonha e a única maneira de lidar com isso é se tornando violento. O melhor jeito de descrever o comportamento deles é dizer que ficam “possessos”.

Para que se consiga ajudá-los a superar sua selvageria, os muçulmanos precisam ser “exorcizados” do Islã. E isso se faz desacreditando a religião para que ela perca as aparências. A vergonha os torna violentos, mas ao final, ela irá libertá-los. Assim, a resposta a sua violência não é respeitar sua fé, mas envergonhá-los mais. Somente a intensa vergonha pode quebrar sua redoma.

O narcisismo se alimenta de suprimentos narcisistas. O reconhecimento e o respeito são suprimentos narcisistas. Alimentar o narcisismo não ajuda o narcisista, só o faz ficar pior. Eles se tornam valentões, mais arrogantes, e mais exigentes. Os narcisistas não podem ser ajudados através do apaziguamento. Nas palavras de Churchill: “um apaziguador é alguém que alimenta um crocodilo esperando que ele o devore por último”. Os alemães e muitos governos europeus estão tentando apaziguar os muçulmanos. Eles não estão conscientes dos perigos do Islã e a calamidade que eles vão enfrentar em um futuro próximo. A ignorância tem um preço a pagar. O preço dessa ignorância pode ser uma guerra civil e o sangue de inúmeras pessoas na Europa, tanto muçulmanas quanto infiéis.

Nossa responsabilidade é acordar os infiéis (os não-muçulmanos) e adverti-los dos perigos do Islã. O perigo vem do Islã e não das pessoas do Oriente Médio. Ao contrário dos muçulmanos, que discriminam, violam e abusam os direitos humanos dos infiéis, os infiéis têm dificuldade com a discriminação. Todavia, eles precisam entender que o Islã é apenas uma crença e as crenças não possuem direitos. Serem humanos possuem direitos, crenças não.

Como o e-mail de Drunkia mostra, os muçulmanos se tornam cães ferozes se sua religião for criticada. A selvageria não deve ser tolerada. Os muçulmanos que defendem sua religião com violência devem ser presos. O diálogo deve ser bem vindo, mas deve haver tolerância zero para a violência.

Uma vez que o diálogo comece, o islã será desacreditado e os muçulmanos irão ser libertos. Uma vez que sua fonte de orgulho se torne uma fonte de vergonha, eles não mais se apegarão a ele, ao contrário, ficarão envergonhados e desejarão se dissociar dele.

A cultura ocidental é baseada na culpa. A cultura oriental é baseada na vergonha. Para nós, orientais, a imagem é tudo, bem como a maneira como os outros nos enxergam. O oposto de culpa é inocência. Se seu etos é baseado na culpa, então você se policia interiormente a fim de parar de cometer más atitudes porque agir mal faz você se sentir culpado.

Se seu etos é baseado na vergonha, tudo com o qual você se importa é com sua imagem. O oposto de vergonha é a honra. Você pode até agir mal, mas se ninguém perceber, sua imagem não é maculada e você ainda é considerado uma pessoa honrada. Em uma cultura baseada na vergonha, o certo e o errado não tem significado algum. Tudo se resume a vergonha e honra. Se a mancha da vergonha é eliminada, mesmo que isso signifique o assassinato da própria filha, a honra é restaurada. Esses pontos de vista são diferentes. A menos que nós os entendamos, não seremos capazes de fazer sentido para os muçulmanos e suas mentes.

As culturas baseadas na vergonha são primitivas (antigas). Todas as culturas orientais são baseadas na vergonha, mesmo que elas não sejam islâmicas. A cultura japonesa, por exemplo, é, ou tem sido, baseada na vergonha. Nossa cultura persa também é baseada na vergonha. Provérbios como “mantenho minhas bochechas rosadas com tapas” são indicadores de uma cultura baseada na vergonha, onde a imagem é mais importante do que os fatos. Este provérbio significa que posso estar morrendo de fome, mas meu orgulho não deixa que eu mostre isso a ninguém, então eu esbofeteio meu próprio rosto para mantê-lo rosado. Porque a pobreza é a causa da vergonha, enquanto eu esconder minha pobreza, eu preservo minha honra.

O Islã é uma filosofia baseada no medo e tem criado as suas raízes no meio social da vergonha. Esso é uma combinação muito perigosa. Quando se combina medo e códigos morais baseados na noção de honra e vergonha, se cria o etos mais insidioso imaginável. Assim é o Islã, ainda mais perigoso que o Nazismo. Os muçulmanos não estão preocupados com a irracionalidade do Islã ou sobre o que é bom ou ruim. Eles estão mais preocupados em “quebrar a cara” e em defender a imagem do Islã.

A violência vence.

Um fato com o qual todos concordam é que a força bruta é mais forte que a civilidade. Se eu e você nos confrontarmos um ao outro, e se eu fizer uso da violência enquanto você tenta argumentar comigo, eu irei vencer. A razão pela qual os muçulmanos venceram desde a época de Maomé é porque os não-muçulmanos estavam relutantes em recorrer a violência, enquanto os muçulmanos estavam sempre prontos para ela. A razão de vivermos em liberdade hoje é porque os europeus responderam ao barbarismo islâmico com igual selvageria. Se não fossem os cruzados, provavelmente não seríamos livres hoje.

Na ocasião da batalha de Badr, quando um poeta de Meca chamado Nadhr ibn Harith foi capturado por ser crítico de Maomé, apesar de ser também seu primo, ele se voltou ao homem que o prendera (chamado Musab) e pediu que intercedesse por ele junto a Maomé para que este não o matasse. Musab lembrou-lhe que ele havia negado a fé e havia ridicularizado o profeta. “Ah”, disse Nadhr, o prisioneiro, “se os coraixitas tivesse pegado você eles não iriam matá-lo”. “Mesmo se acontecesse isso”, Musab replicou desdenhosamente, “eu não sou como você. O Islã abriu uma fenda em todos os laços familiares”.

Maomé ordenou que seu primo Nadhr fosse decapitado. Musab estava dizendo a verdade. O Islã abriu uma fenda nos laços familiares. Isso se chama Moqalib-al qulu. Transforma os corações dos crentes e os faz ficar cruéis e desumanos. Depois de se converter ao Islã, os crentes se voltam contra seu próprio povo e não tem pena nenhuma de matar seus entes queridos.

Este tem sido o segredo do sucesso do Islã desde o início. As pessoas comuns não são militantes. Eles se inscrevem na filosofia do “viva e deixe viver”. Esta é uma característica louvável do mundo civilizado. Todavia, onde a lei da selva se aplica, a besta mais feroz e astuta é a vencedora. Um bando de hienas pode invadir um grande rebanho de gnus ou gazelas, matar quantas quiser e as hienas são sempre vitoriosas. Os carnívoros sempre vencem porque os herbívoros não são violentos. A força bruta ganha. O bem e o mal são conceitos humanos. Na natureza, força bruta é o que importa. Isto é um princípio. Porque os muçulmanos são militantes, e o resto da humanidade não é; porque eles são violentos e os outros não são, os muçulmanos sempre ganham.

A tolerância com a intolerância encoraja esta última. O Islã precisa ser detido. Há duas maneiras de fazer isso. Uma é tangendo os muçulmanos do Islã, e a outra é respondendo à violência com uma violência maior. Na humilde opinião da pessoa que escreve, a primeira opção é a da sanidade, enquanto a outra é a guerra. Não é preciso dizer que a opção de não fazer nada é suicídio.

Se nós escolhermos o caminho da sanidade, a única maneira de ajudar aos muçulmanos a saírem do Islã é desacreditando-o. Isso significa criticar abertamente, do mesmo jeito que fazemos com o Cristianismo ou outras religiões. O Cristianismo não foi poupado do criticismo. Não há nada contra o Cristianismo, Judaísmo ou Hinduísmo que não já tenha sido dito. Por que o Islã deve ser poupado do criticismo? Se houver alguma verdade no Islã, deixemos que os apologistas o defendam. Se não puder se sustentar logicamente, então é uma mentira. Por que nós deveríamos nos curvar a uma mentira que é responsável por tantas mortes?

As melhores pessoas para criticar o islã e desacreditá-lo são as pessoas como você e eu. Nós apóstatas conhecemos o Islã por dentro e por fora, e depende de nós abrirmos a boca para criticá-lo. Todo mundo precisa se tornar um crítico do Islã, mas os ex-muçulmanos podem fazer o que os outros não podem. Nosso inimigo é militante, determinado e proativo, e nós devemos ser do mesmo jeito.

A nossa vulnerabilidade e a deles.

Você não pode ganhar uma guerra sem conhecer seu inimigo. Para conseguir ganhar essa guerra, nós precisamos entender a psicologia dos muçulmanos. Uma vez que conheçamos sua mentalidade, nós conheceremos suas fraquezas e vulnerabilidades.

A fraqueza dos muçulmanos é o Islã. Eles se agarram à religião para ter identidade e orgulho. Eles querem que você respeite o Islã e com isso alimente sua sede narcisista. Quando você vê milhões de muçulmanos perderem as estribeiras por causa de algumas charges do profeta, então você sabe que tocou num ponto muito sensível.

Este conhecimento é crucial para ganhar esta guerra. Na guerra, deve-se atacar o inimigo em seu ponto fraco. Por isso atacar a figura de Maomé e a credibilidade do Alcorão é essencial em nossa luta contra o terrorismo. A fisgada do islã nos muçulmanos não é lógica, mas emocional. Então só podemos vencer se nos engajarmos emocionalmente. Como fazer isso? Dizendo a verdade. Quando todo mundo parar de se prostrar diante dos muçulmanos, e começar a chamá-los de maometanos e seguidores de um pedófilo, a batalha está ganha. Eu fico muito impressionado que alguns não muçulmanos que fingem lutar contra o terrorismo fiquem ofendidos com esses termos e achem que é desnecessário chamar os muçulmanos disso. Longe de ser desnecessário, é imperativo. É nossa exata estratégia contra eles. Tais palavras não são insultos, mas fatos. Tais fatos, uma vez espalhados mundo afora e repetidos em eco por todo mundo, irão esmagar a fé dos muçulmanos no Islã, cortando o cordão umbilical.

Os muçulmanos não têm medo de lutar. Eles não têm medo de matar ou morrer. Eles têm medo de serem ridicularizados. É o ponto fraco deles. E é bem no ponto fraco que precisamos concentrar nossos ataques.

Somente um tolo negaria que estamos em uma guerra. Os muçulmanos declararam sua jihad contra a humanidade. Cada lado tem suas fraquezas. A fraqueza dos infiéis, principalmente os ocidentais, é a culpa. Os muçulmanos abusam os outros que vivem em seus países e violam seus direitos humanos, mas quando chegam ao Ocidente, eles exigem não apenas tratamento igual, mas preferencial. Eles não obedecem a regra nenhuma, mas fazem com que nós obedeçamos às suas regras. A maioria das carnes que são servidas nos fast foods europeus é halal. Por quê? Porque os não-muçulmanos não se importam. E por causa disso os muçulmanos vencem. Vencem por causa de nossa indiferença e inércia. Os ocidentais se sentem obrigados a se curvarem porque estão amarrados pela culpa. Aí é onde os muçulmanos agarram os inimigos pelo pescoço. Eles conhecem nossa fraqueza e nosso sistema legal e obtêm plena vantagem a sua posição. Mas e o ponto fraco deles?

A vulnerabilidade dos muçulmanos é a vergonha. Tendo perdido sua identidade, eles procuram seu eu e seu orgulho na religião. Criticar o Islã é para um muçulmano a experiência mais devastadora. Para eles, que literalmente adoram mais ao Maomé do que a Deus, escutar críticas e escárnios é algo traumático.

Paradoxalmente, isso é sua salvação. Quanto mais o Islã for criticado, menos sensíveis eles se tornam e gradualmente param de se escorar na religião. Afinal o Islã acabará se tornando sua fonte de vergonha. Será aí que um grande êxodo do islã irá começar. Pode acontecer da noite para o dia.

Os muçulmanos temem o diálogo. Quando eles falam de “diálogo entre civilizações” eles na verdade querem dizer monólogo. Eles querem que você escute a história deles, mas não querem escutar a sua, muito menos tolerar suas perguntas provocantes. Eles demonstraram sua intolerância ao diálogo quando o papa citou um imperador bizantino dizendo que o Islã era violento. Eles evitam situações onde o Islã possa ser seriamente examinado. Essa é a fraqueza deles.

Os ocidentais não podem superar sua própria fraqueza. Eles não vão conseguir ser intolerantes com os muçulmanos. O sentimento de culpa deles é muito forte e muito debilitante. Isso dá aos muçulmanos uma aresta. A única maneira de o Ocidente superar esta deficiência é tirando vantagem da fraqueza do inimigo, e isso quer dizer criticar o Islã e ridicularizar seu fundador pedófilo e estuprador.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para 2016.

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Por que deixei o Islã

Texto de Waleed Al-Husseini. Link para o original (2010)

Os muçulmanos frequentemente me perguntam por que deixei o Islã. Curioso é que os muçulmanos parecem não entender que renunciar o Islã é uma escolha oferecida a todos e que qualquer pessoa tem esse direito. Eles pensam que todo mundo que deixa o Islã é um agente ou um espião de um Estado Ocidental, chamado Estado de Israel, e que recebem somas em dinheiro dos governos de países ocidentais e seus serviços secretos. Eles realmente não acreditam que as pessoas são livres para pensar e acreditar no que é melhor para elas.

Antes que eu comece, gostaria de enfatizar que ao escrever este artigo, não quero implicar que o Cristianismo ou o Judaísmo são melhores que o Islã, e o leitor não deve se enganar pensando que eu rejeito apenas o Islã entre as religiões, pois para mim todas as religiões são lendas enganadoras do cérebro e um monte de bobagens que competem umas com as outras em termos de estupidez.

Aqui está uma lista de motivos que me levaram a apostasia:

O Islã é uma religião de tolerância?  

O Islã é uma religião autoritária que não respeita as escolhas individuais da pessoa, o que é facilmente verificável pelas suas sentenças bárbaras tais como apedrejamento de adúlteros, atirar homossexuais de despenhadeiros e matar os apóstatas por ousarem expressar um ponto de vista diferente. Depois disso segue o destino dos membros de outras religiões nos países islâmicos. O Islã comanda que seus seguidores lutem contra os infiéis até que se convertam ou concordem em pagar uma taxa chamada de “Jizya” por cabeça, em total submissão. Os textos sagrados do Islã também encorajam guerras flagrantes e a conquista de novos territórios para espalhar a religião de Maomé, ao invés de usar métodos pacíficos para transmitir a mensagem, e usar um esquema argumentativo racional, coisa que o Islã – bem como as outras religiões- carece. É simplesmente um insulto aos valores humanos e uma prova de demência sem precedentes.

O Islã é a religião da igualdade?

O Islã apresentou a tribo dos coraixitas como “a escolhida” para reinar sobre a raça humana. Maomé não concedeu uma só responsabilidade social para alguém que não fosse de sua tribo. O Islã legitimou a escravidão, reforçou as classes sociais e legitimou o roubo dos bens dos infiéis, da posse das mulheres como cativas (Sabaya) durante as guerras e o abuso sexual de tais cativas (Ima’a). Também tem provocado dano às relações maritais com as leis do dote (Mahr) e do divórcio, transformando assim a relação do matrimônio em uma transação comercial.

O Islã é uma religião de justiça social?

Alguns dos princípios mais ultrajantes do Islã são a pilhagem e o roubo, bem como a exploração das pessoas pelo sistema de taxação chamado Al-Jizya. O Islã reconheceu a desigualdade social ao impor o Zakat, de acordo com o seguinte ditado: “um homem rico e grato é melhor do que um homem pobre e paciente”.

O Islã foi justo com as mulheres?

Uma mulher no Islã tem menos razão e menos fé. Ela distrai as orações, do mesmo jeito que os burros e cachorros pretos; e é considerada impura durante a menstruação. A ela deve ser dada apenas a metade da herança de um homem e seu testemunho nos tribunais de justiça vale a metade.

O Islã a coloca sob a guarda do marido e implicou que a aprovação de Deus se dá pela obediência a ele. Um homem também tem o direito de corrigir sua mulher batendo nela e/ou deixando o leito marital se ela se recusar a se submeter a suas vontades.

Ela não tem escolha quando se trata de satisfazer seus desejos sempre que ele quiser, sem levar em conta seus sentimentos e desejos. Não sou feminista e não sou daqueles que defendem as mulheres com ardor contra as inúmeras formas de injustiça que elas sofreram por séculos por causa da religião, mas eu tenho uma mãe, uma irmã e uma companheira, e eu não posso aceitar que sejam humilhadas e estigmatizadas de maneira tão horripilante. Elas são preciosas para mim e eu as amo muito para trata-las dessa maneira asquerosa e falha, e que desmascara as pretensões do Islã ser uma religião de igualdade e liberdade!

O Islã e a criatividade humana.

Todas as formas de expressões artísticas são banidas no Islã: a música, o canto, a dança, a pintura, a escultura, o teatro e também a literatura, a poesia e o uso da lógica! Se você acha difícil de acreditar, eu convido você a conferir as fontes islâmicas, bem como as frases de Maomé, para ter certeza de que eu não estou exagerando e que estou dizendo a mais absoluta verdade.

O Islã e a ciência.

O Islã é rico em alegorias, começando com o mito dos Oráculos (a palavra de Deus comunicada a Maomé via anjo Gabriel), por todo o caminho chamado de Jornada Noturna e Ascensão, quando Maomé supostamente ascendeu aos céus nas costas de um fantástico animal chamado “Burâaq”, voando na velocidade da luz, para finalizar com as mirabolantes histórias que ninguém testemunhou e que nenhuma civilização registrou em seus arquivos históricos, e nem mencionou os fatos que poderiam corroborar essas alegações.

O Islã é assim baseado em fé cega que cresce e domina a mente das pessoas onde há irracionalidade e ignorância. Se essa ideologia tinha métodos de persuasão apelando para a lógica e a razão e abordou cada aspecto da vida humana, como nós os ex-muçulmanos somos ensinados a crer desde o princípio, por que então precisa recorrer a essas histórias malucas para provar sua precisão e apoiar suas ideias? Não é essa a atitude dos mentirosos e dos impostores? Não se esqueçam da contradição flagrante entre os textos sagrados e as verdades científicas básicas, tais como dizer que a Terra é fixa e que o céu fica suspenso acima do solo sem ser sustentado por nenhuma pilastra, e que os meteoritos foram feitos com o propósito de apedrejar os demônios que espiam de cima o que os seres humanos estão fazendo.

Os milagres científicos do Alcorão.

Nós os ex-muçulmanos conhecemos todos os absurdos, as falcatruas e as burlas dos sheikhs que dizem existir milagres científicos no Alcorão, e eu acho bom perguntar por que essas pessoas fabricam uma mentira colossal depois da outra em torno da religião.

A resposta é simples: somente uma teia de mentiras é capaz de perpetuar outra mentira. O Islã não pode se segurar frente a ciência que revela seu mito e sua inegável fraqueza, tal como afirmar que a Terra é plana e que duas pessoas que mamam no seio de uma mesma mulher se tornam parentes biológicos.

Tais pessoas protegem o Islã de passar da moda e perecer desesperadamente tentando reconciliá-lo com a ciência usando o engano e a distorção. Se o Islã fosse uma religião divina e uma mensagem vinda do criador do universo, seria esse objeto de escárnio da ciência e alvo de ilimitadas críticas?

O deus islâmico

Ele é um deus beduíno, primitivo e antropomórfico, o qual tem suas características derivadas do ser humano e experimenta sentimentos de raiva, vingança, ressentimento, superioridade, etc.

A imagem do deus que foi descrita nos textos sacros islâmicos reflete bem a civilização humana, como o trono majestoso carregado pelos anjos, em que ele assentou quando terminou o processo de criação, que nos traz a mente o ritual do Honga-Bonga feito com o chefe da tribo.

Pior ainda é que algumas ações humanas tais como homossexualismo podem fazer este trono magnífico tremer. Aqui está um Hadith que chamou minha atenção: “qualquer trabalho feito pelos filhos de Adão é da conta deles, exceto o jejum, que é da minha conta e eu dou sua recompensa”.

A pergunta que me atormenta é esta: que prazer pode o todo poderoso deus achar nessas pobres pessoas que o adoram? Que benefício isso faria a ele?

O profeta do Islã e o Alcorão.

Maomé não era diferente de um bandido bárbaro que massacrava, roubava e estuprava mulheres. Há muitas provas nas Sunnas, eu convido você a fazer esse dever de casa (de ler) antes de me acusar de mentir tão somente pelo propósito de danificar a imagem do profeta do Islã. Ele era um maníaco sexual, e contornava as leis que promulgava para aquietar seu apetite voraz. Ele dividiu a humanidade e aprisionou a nação com leis retrógradas de um beduíno arcaico. Ele não fez nenhum milagre que pudesse provar sua habilidade profética; tudo que ele tinha era um livro que mostrava semelhanças com a poesia de seus contemporâneos, cheio de erros científicos e dilemas filosóficos.

Conclusão: eu provavelmente teria que escrever um livro inteiro para falar de maneira suficiente sobre as razões que me levaram a renunciar o Islã como religião, mas esses poucos itens listados são as coisas mais importantes que me intrigaram e me levaram a repensar a essência do corolário da fé que, como qualquer outra religião, é uma ideologia mitológica a serviço da política.

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Waleed Al-HusseiniSobre o autor: Waleed Al-Husseini  é um ex-muçulmano palestino e blogueiro ateísta. Já foi preso sob a acusação de blasfêmia contra o Islã e sua prisão chamou a atenção internacional. Depois de ser torturado uma vez e passar 10 meses preso, Waleed Al-Husseini conseguiu fugir para a França, onde pediu asilo e vive até hoje.