Devoção mortal

Texto de Ali Sina (17 -11- 2015). Tradução de Khadija Kafir (24-11- 2015). Link para o texto original.

Outro dia eu assisti a um documentário no YouTube chamado Devoção Mortal. Era a história verídica de Kim Anderson, uma mulher que cresceu como Testemunha de Jeová e nunca questionou sua fé. Ela se casou com um homem que também era testemunha de Jeová, Jim Kostelniuk, e juntos tiveram um filho e uma filha.

Como toda testemunha de Jeová, Kim e Jim estavam esperando o fim do mundo e o retorno de Cristo em 1975. Muitos crentes venderam suas propriedades, fazendeiros pararam de trabalhar, jovens pararam de estudar e a maioria dos devotos vendeu suas casas. O fim do mundo era iminente.

Muitas previsões já tinham sido feita pelas testemunhas de Jeová sobre a segunda vinda de Cristo e o advento do Reino dos Céus, e cada uma dessas previsões foi frustrada. Entre tais previsões estão as de 1878, 1881, 1914, 1918 e 1925, e finalmente 1975. Cada vez que essas profecias não se materializavam, muitos seguidores deixavam a Igreja. Porém muito mais seguidores nela permaneciam.

Quando o ano 1975 chegou e nada aconteceu, Kim começou a ter dúvidas. “Se a Igreja estava errada neste ponto tão crucial, em que outras coisas eles poderiam estar enganados?” ela perguntou. Mas Kim, como verdadeira devota, não permitiu que os fatos destruíssem sua fé. E como ela não podia viver com um apóstata, ela recebeu permissão dos superiores da igreja para se divorciar do marido.

A religião Testemunha de Jeová tem muito em comum com o Islã. Entre as semelhanças, está o fato de que uma mulher divorciada não tem respeito na sociedade. As amigas de Kim a rejeitaram. Ela não tinha amigos e não tinha vida fora da Igreja. O único jeito de recobrar seu status era achando outro marido. Finalmente, ela foi apresentada para outro homem testemunha de Jeová e se casou com ele.

Como os muçulmanos, as testemunhas de Jeová não podem namorar. O resultado disso é que eles somente podem conhecer a pessoa com quem se casam de maneira superficial.

O segundo marido de Kim demonstrou ser um psicopata. Ela veio a perceber sua péssima decisão no dia do seu casamento. Enquanto o tempo passava, o seu novo marido se tornou mais abusivo e, sendo também ele criado como testemunha de Jeová, ele acreditava que as mulheres deveriam servir aos maridos, então ele a controlava.

Finalmente, Kim decidiu contar para os responsáveis pela igreja e pediu a permissão para se divorciar de seu marido abusivo. Mas, assim como no Islã, embora a apostasia do marido seja motivo para um divórcio, o abuso marital não é. Para seu azar, os mentores da Igreja ficaram do lado do homem e mandaram que ela fosse obediente ao marido.

Traída pelos mentores da Igreja, ela finalmente recobrou a lucidez e percebeu que eles não falavam em nome Deus. Ela juntou a coragem e escapou, levando os filhos consigo. Seu marido abusivo a encontrou, a perseguiu, e um dia entrou em sua casa atirando nela e nos filhos até que estivessem todos mortos.

A história de Kim é de partir o coração. Porém seria um erro supor que esse tipo de devoção cega está reservado apenas para pessoas religiosas. Os irreligiosos podem ser, se não forem piores, pelo menos tão fanáticos em suas crenças como muitos religiosos.

No dia 13 de novembro, homens armados massacraram 127 parisienses inocentes sem qualquer provocação. Eles fizeram isso porque tal coisa foi o que o profeta ordenou que eles fizessem. Aos muçulmanos foi prometido um paraíso se eles matarem não muçulmanos. Desde os atentados do 11 de setembro, mais de 27 mil casos de terrorismo tem sido registrado pelo site thereligionofpeace.com. Isto significa cinco ataques a cada dia por 14 anos consecutivos. Mas o terrorismo islâmico não começou no 11 de setembro. Começou no ano 624 da era cristã, logo após Maomé ter emigrado a Medina. De acordo com uma fonte, nos últimos 14 séculos, 280 milhões de pessoas foram mortas por muçulmanos. Isto não conta o número de muçulmanos mortos uns pelos outros.

A matança é parte do Islã. O Alcorão (2:216) diz: “a guerra foi-vos prescrita, e vós a detestais. Mas quantas coisas detestais que acabam vos beneficiando, e quantas coisas amais que acabam vos prejudicando!”. Há vários versos que exortam os muçulmanos a matar. Aqueles que acreditam no Islã não têm escolha a não ser matar. Se eles não matarem, são chamados hipócritas (munafiqs).

Uma vez que os muçulmanos matavam quem não era muçulmano, os árabes os temeram e muitos se converteram só de nome para ficarem seguros. A população do al-Zarrar, uma vila ao Norte de Medina, construiu uma mesquita e todos disseram que eram muçulmanos na esperança que suas vidas e suas famílias fossem poupadas. Os companheiros de Maomé disseram para ele que estas pessoas eram hipócritas e que não acreditavam nele de verdade. Maomé ordenou que se fechasse a mesquita e tocasse fogo nela com todas as pessoas dentro.

Embora os historiadores não digam o porquê de os muçulmanos de al-Zarrar terem sido acusados de se opor a Maomé e terem merecido ser queimados vivos, nós podemos supor que eles estivessem relutantes em tomar parte na jihad e podem ter murmurado como é que Deus podia ordenar os devotos a fazerem emboscadas e massacrarem homens desarmados, roubarem propriedades e estuprarem mulheres. Os árabes nunca se distinguiram por boa moralidade, mas é natural, pelo menos para aqueles cuja consciência não esteja completamente destruída, saber que matar, estuprar e roubar não são mandamentos divinos.

Logo após a morte de Maomé, antes mesmo de seu cadáver ser enterrado, os muçulmanos guerrearam entre si sobre quem deveria governá-los. Durante o califado de Ali, centenas de milhares de muçulmanos se massacraram uns aos outros, cada grupo reivindicando que a fé do outro grupo estava errada. A luta entre os muçulmanos nunca terminou e nunca vai terminar. Os muçulmanos devem matar para provar sua devoção a seu deus.

Os ocidentais estão cometendo um erro mortal em deixar os muçulmanos entrarem para se estabelecerem em seus países. Os muçulmanos acreditam em uma fé assassina, imitam um profeta assassino, e cultuam um profeta assassino.

Agora, é lógico que nem todo muçulmano é um crente verdadeiro. Muitos deles têm dúvidas e às vezes eles ousam verbalizar isso. Por exemplo, nos anos mais recentes, Al Sisi, dirigindo a palavra aos clérigos mais importantes de seu país na Universidade de Al Azhar disse: “não é possível que 1,5 bilhão de muçulmanos matem o resto da humanidade para que eles possam viver”. Só o fato de ele ter dito isso já é uma evidência que esta é uma crença que os muçulmanos possuem. Eles têm essa crença porque o profeta deles assim disse. Está escrito em seu livro sagrado em mais de uma centena de versos.

Quando deixamos os muçulmanos se aproximarem e viverem em nosso meio, nós estamos convidando nossos próprios assassinos. Isto é uma evidência pelos fatos. Os muçulmanos estão matando os infiéis e almejam matar mais. Eles não vão parar até que lancem o terror no coração dos descrentes, mate-os e estuprem suas mulheres.

Os ocidentais, todavia, estão infectados pela mesma devoção mortal que matou Kim Anderson. A devoção dos ocidentais não é pela Bíblia, mas por uma ideologia falaciosa. Esta ideologia diz que todas as culturas são iguais, que a moral é relativa, o bom e o mal são relativos e todas as pessoas querem a mesma coisa.

Estas mentiras são mortais. Uma cultura que reduz a mulher a um animal, prescreve apedrejamentos, abuso doméstico, casamento infantil, e estupro de infiéis não está a par de uma cultura que pratica a igualdade, a democracia e a liberdade de pensamento. O Islã não é de todo uma cultura. É uma barbaridade. Cultura islâmica é falácia enquanto que terrorismo islâmico é redundância.

Mas muitas pessoas no Ocidente se recusam a ver isso. Eles têm devoção cega a sua ideologia falaciosa. Eles preferem culpar a América por ter criado a Al-Qaeda, Israel por criar o Hamas e o Ocidente por ter armado o ISIS do que enxergar o fato gritante de que essas pessoas estão fazendo o que o profeta fez. Como é que alguém pode mentir tão descaradamente e de maneira tão sem vergonha? Os ocidentais acreditam que o dia é a noite, que o preto é branco e estão convencidos disso. Será que você consegue encontrar em livros religiosos mentiras mais egrégias do que essas?

Karl Marx, cuja interpretação da História tem sido aceita cegamente pela elite intelectual do Ocidente e pela grande mídia liberal, foi um ideólogo. Sendo ele um materialista, foi incapaz de compreender a complexidade da mente humana e pensava que o dinheiro era a motivação por trás de todas as emoções e atividades humanas.

Nada poderia estar mais longe da verdade. As pessoas são movidas internamente por uma variedade de coisas e o dinheiro é apenas uma delas. De acordo com Marx, todas as guerras são o resultado de conflitos econômicos. Mas a realidade é que as pessoas lutam por muitas coisas. Os alemães começaram a Segunda Guerra para recuperarem seu orgulho. Os europeus lutaram nas cruzadas para se vingarem de seus invasores muçulmanos. Os americanos lutaram em mais de 40 guerras, a maioria delas resultando em perda econômica, só para conseguirem remover ditadores e fazer do mundo um lugar seguro. Os muçulmanos lutam contra Israel por puro ódio religioso. Eles ganhariam muito dinheiro comercializando com Israel ao invés de lutarem contra ele.

Os muçulmanos lutam movidos por sua crença religiosa. Os jihadistas não são pobres. Osama bin Laden era filho de um bilionário. Nidal Malik Hassan era um psiquiatra muito bem pago que trabalhava para o exército americano. Todos os terroristas muçulmanos vêm de boa família. Eles não são motivados por dinheiro, mas pela promessa do paraíso que o profeta fez para eles.

Outra falsa crença é que os muçulmanos são coitadinhos e estão ofendidos, e que o terrorismo é a sua reação a opressão. Esta é uma mentira óbvia. Milhares de cristãos, budistas, hindus, yazidis e bahais são sistematicamente perseguidos e mortos pelos muçulmanos, e tudo isso com as bênçãos dos governos de seus países. O que essas pessoas inocentes fizeram contra os muçulmanos para merecerem uma morte tão selvagem?

A terceira falsa crença é a de que os muçulmanos querem as mesmas coisas que os outros querem: uma vida boa, prosperidade e felicidade. Os muçulmanos – se são verdadeiramente crentes – amam a morte mais do você ama a vida. O problema é que precisam matar você para irem direto ao paraíso (para as camadas mais altas. N. T.).

Todas as crenças consideradas sacrossantas pelo Ocidente são falsas. A verdade não é politicamente correta, então eles se agarram às mentiras. A verdade é que o Islã não é compatível com o mundo ocidental e os muçulmanos não são apropriados para viverem em harmonia com os não muçulmanos.

Kim Anderson pagou com a própria vida e com a vida de seus filhos pela sua devoção mortal a uma falsa crença. Os ocidentais irão pagar com suas vidas e com a vida de milhões de seus filhos por sua devoção mortal a uma crença falsa.

O ISIS já disse que os ataques na França irão continuar. Eles já estão na França. Eles são muçulmanos que se escondem entre os companheiros da mesma fé. A lucidez ordena que tiremos os muçulmanos da França. Qual é a contribuição deles para o país? Eles estão trazendo a pobreza, a violência, o estupro e a mentalidade retrógrada, e além disso eles odeiam o país que os abriga, querendo estuprar, subjugar e dominar. Mas nós vivemos numa era onde a sanidade mental deve ser sacrificada no altar do politicamente correto. A devoção cega a uma falsa crença de que todas as culturas são iguais irá logicamente deixar o Ocidente de joelhos.

Kin Anderson finalmente enxergou a luz, mas já era tarde demais para ela e seus filhos. Será que os ocidentais irão acordar antes que seja tarde demais para si e seus filhos? A única maneira de resolver é mandando os muçulmanos de volta para suas casas. A essa altura do campeonato outra medida não vai funcionar. Se você pensa que isso é medida muito brutal, imagine o que os muçulmanos fariam se alguns membros de alguma minoria – tais como cristãos ou hindus – em um país de maioria islâmica matassem alguns muçulmanos. Em menos de 48 horas, milhões de membros daquela fé seriam massacrados. Em 48 horas. Não mais. Os muçulmanos matam as minorias entre eles até mesmo quando tais minorias estão “pisando em ovos” (vivendo com cuidado). Eles não acham nada demais matar. Matar faz parte da fé deles. Enquanto isso, nós estamos espantados sobre o que fazer com as minorias muçulmanas entre nós que é programada para nos matar e estuprar nossas filhas.

Ainda assim, nem todo muçulmano é terrorista. E daí? Eles são terreno fértil para os terroristas. Eles abrigam os terroristas. Eles mentem sobre a fé islâmica e protegem os terroristas. Todos eles partilham a mesma ideologia. Eles seguem o mesmo profeta terrorista. Se eu der a você mil garrafas de um bom vinho e falar que uma delas contém cianido (veneno) você beberia alguma dessas garrafas? Um em cada cinco muçulmanos que vivem na França, Reino Unido e outros países europeus acreditam que matar seus hospedeiros não muçulmanos é justificável. Uma votação feita pelo site árabe Aljazeera revelou que 81% de todos os 60 mil muçulmanos árabes que votaram concordavam com o ISIS. Todo muçulmano é uma ameaça a sua vida.

Os muçulmanos são como tanques de gasolina. Eles parecem inofensivos até que encontrem o fogo. Daí eles explodem. Os tão chamados muçulmanos “moderados” irão virar terroristas uma vez que se acendam pela centelha de sua fé. Você quer fazer um teste? Diga a um muçulmano bem liberal que você acha que Maomé foi um estuprador e mostre a ele as evidências a partir dos hadiths e do Alcorão. Então assista a esse benigno muçulmano “moderado” começar a insultá-lo, tornar-se abusivo e ele pode até feri-lo. Não se engane. Não há muçulmano moderados. O que pode acontecer é ele se tornar um apóstata.

Quando nós deixamos grandes massas de muçulmanos entrar em países ocidentais, nós deixamos entrar potenciais assassinos entre nós. Os muçulmanos acreditam que a matança é ordenada por Deus e que eles serão recompensados se estuprarem suas mulheres e assassinarem você. Quando eles dizem que o Alcorão é a palavra de Deus e que todos deveriam seguir, eles estão ensinando que matar é a palavra de Deus. Os ocidentais permitem isso enquanto rezam para que os muçulmanos não levem a sua fé tão a sério e não a sigam tão literalmente. E possuem a esperança de que eles se tornem muçulmanos não praticantes. Agora por favor, defina a palavra loucura e me diga se não é isso!

Se nós não acordarmos agora, se nós não mandarmos os muçulmanos de volta de onde vieram, nós estamos fritos. Eles devem voltar e levar seus filhos consigo. Essas crianças foram doutrinadas como muçulmanas. Essas crianças já estão praticando bullying e batendo nas crianças ocidentais e um grande número vai começar a matar assim que chegarem na idade.

Se os ocidentais não fizerem esforços contra o problema do islã agora, eles terão o sangue dos próprios filhos nas mãos. Lembre-se de uma coisa: o mal triunfa quando as pessoas boas não fazem nada.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para o início de 2016.

 

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