Safiyah, a esposa judia do profeta

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Texto de Ali Sina (2010). Publicado por Khadija Kafir em 09-08-2015. link para o original

A história seguinte é sobre Safiyah Bint Huyai Ibn Akhtab, a mulher judia que foi capturada quando as tropas de Maomé atacaram Khaibar e a trouxeram ao profeta como partilha do saque. Maomé ordenou que Kinana, o jovem marido de Safiyah, fosse torturado à morte para fazê-lo revelar o paradeiro do tesouro da cidade. Na noite exata do assassinato, ele levou Safiyah para a cama e a reivindicou como troféu. A história é relatada por Tabari em detalhes. Também pode ser encontrada na Sira de Ibn Ishaq. O seguinte trecho está relatado no livro de Tabaqat, compilado por Ibn Sa’d. Dois anos mais antes, Maomé tinha decapitado Huyai, o pai de Safiyah junto com 900 homens de Bani Quraiza.

Huyai Ibn Akhtab, pai de Safiyah, foi o líder de Bani Nadir, uma das tribos judaicas de Medina. Maomé tinha exilado Bani Qainuqa’, outra tribo judaica da mesma cidade, e estava cobiçando a riqueza de bani Nadit. Ele estava procurando por uma desculpa.

Enquanto isso um de seus seguidores tinha traiçoeiramente assassinado dois viajantes e tinha roubado seus pertences. A bandidagem se tornou a maneira de vida para os muçulmanos. Todos os comércios e negócios em Medina tinham desaparecido após a migração de Maomé e a única maneira de as pessoas sobreviverem era através dessa bandidagem.

Quando esta pessoa relatou seu crime para Maomé e pagou a ele os 20% que eram devidos, Maomé pensou em um plano. Ele disse ao homem que tinha feito um trato com os Bani’Amer para não matá-los e agora tinham que pagar um trato. Ele então foi a Bani Nadir e falou que uma vez que eles tinham um acordo, deviam pagar. Essa foi uma exigência ultrajante. O acordo de Medina era unilateral e foi imposto aos judeus. Até aí dizia que os judeus lutarão contra os invasores. Não havia cláusula dizendo que eles eram passíveis de multa pelos crimes cometidos pelos muçulmanos. Maomé pensou que com certeza o povo de Bani Nadir iria fazer objeção a esta injusta exigência e ele usaria essa desculpa para se livrar deles.

 Fortaleza Kheibar.

 Safiyah tinha 17 anos e era muito bonita. Quando Maomé assaltou Kheibar, ele matou muito homens desarmados. As pessoas não estavam prontas para a guerra. Eles foram pegos de surpresa. Maomé não era um guerreiro. Ele era um terrorista. Suas guerras são chamadas gazwah (assalto, emboscada, ataque súbito).

Maomé aí capturou Kinana e o torturou. Ele queria saber onde ele tinha escondido os fundos da cidade. Ele pressionou ferro quente em seus olhos e ateou fogo ao seu peito até que Kinana morresse.

Nesse momento alguém viu Dihya tendo a posse de Safiyah, a linda noiva de Kinana, sente inveja e informa a Maomé que a noiva de kinana é muito bonita e que ele deveria ficar com ela para si. Maomé ordena a Bilal que a encontre e a traga. Bilal encontra Safiyah com sua prima, outra jovem, irmã de Kinana, e traz as duas mulheres a Maomé. Dihya também vai.

Quando a irmã de Kinana viu o corpo mutilado de seu irmão, e o corpo mutilado de outro homem que era seu marido, ela ficou histérica e começou a gritar. Maomé fica furioso, dá um tapa nela, e grita: “levem essa diaba para longe de mim”. Momentos depois, ele disse a Bilal: “Não tem compaixão de desfilar com as mulheres em frente dos corpos de seus amados”? Bilal respondeu: “Fiz de propósito. Eu desejei ver o pesar e a raiva aflorarem”.

Maomé então pegou Safiyah a sua tenda e desejou fazer sexo com ela naquela mesma noite. Afinal ela era “o que sua mão direita possuía” e o Alcorão 4:24 diz que é lícito aos muçulmanos estuprar mulheres capturadas em guerras.

O seguinte é de Tabaqat.

Safiyah nasceu em Medina. Ela pertencia à tibo judaica de Banu ‘l-Nadir. Quando essa tribo foi expulsa de Medina no ano 4 depois da Hégira, Huyai foi aquele que estabeleceu a fértil colônia de Khaibar junto com Kinana ibn-al-Rabi’ com quem Safiyah tinha se casado um pouco antes de os muçulmanos atacarem Khaibar. Ela tinha então 17 anos. Ela tinha sido formalmente a esposa de Sallam ibn Mishkam, que se divorciou dela. O profeta se casou com Safiyah. Ela foi enfeitada e maquiada para o profeta, por Umm Sulaim, a mãe de Anas ibn Malik. Eles passaram a noite lá. Abu Ayyub al-Ansari guadou a tenda do profeta a noite toda. Quando, na madrugada, o profeta viu Abu Ayyub passeando pra cima e para baixo, ele perguntou o que isso significava. Respondeu: “eu estava receoso por causa dessa jovem mulher. Você matou seu pai, seu marido e muitos parentes dela, e até recentemente ela era uma descrente. Eu estava receoso por você estar na companhia dela”. O profeta rezou por Abu Ayyub al-Ansaria (Ibn Hisham, p. 766). Safiyah tinha pedido ao profeta para esperar até que ele tivesse ido um tanto longe de Khaibar. “Por quê?”-perguntou o profeta. “Eu estava receosa pelos judeus que por acaso ainda estivessem em khaibar!”

A razão pela qual Safiyah rejeitou os avanços sexuais de Maomé deveria ser óbvia para qualquer pessoa. Eu creio que a maioria das mulheres preferiria lamentar a pular na cama com o assassino de seu pai, do marido e de muitos parentes no mesmo dia de sua morte. Mas o fato de o profeta de Alá, esta “graça de Deus para toda a criação”, não poder controlar suas necessidades sexuais por um dia a fim de deixar esta jovem garota sentir seu luto, diz muito sobre seu caráter moral. Ele era completamente privado de consciência e empatia.

Quanto ao resto da história, nós não temos certeza se é real ou fabricada pelos historiadores muçulmanos para eliminar a aparência de estupro. Mas as fontes são tudo que nós temos e precisamos nos apoiar nestes parciais documentos narrados e escritos por muçulmanos.

A história prossegue em dizer que Abu Ayyub estava preocupado com a segurança do profeta porque ele (Maomé) tinha matado o pai de Safiyah, o marido e seus parentes. Isto faz sentido. É uma bobagem dormir com uma mulher depois de matar seus entes queridos. Mas a desculpa de Safiyah para rejeitar os avanços de Maomé não parece razoável. Quando Maomé levou essa jovem para sua tenda, ele já tinha matado muitos judeus e acorrentado outros. Se sobrassem ainda outros judeus, eles estariam mais preocupados com suas próprias vidas do que com Safiyah ser estuprada. Esta desculpa parece tola e é obviamente forjada para parecer que Safiyah queria fazer sexo com Maomé, e se não queria era porque estava preocupada com sua segurança. A depravação da mente muçulmana é um poço sem fundo. Eles são um bando de idiotas que acreditam em qualquer baboseira sem pensar, mas eu estou com aqueles que podem ver que as desculpas são uma mentira.

No dia seguinte uma Walima (festa de casamento) foi arranjada em nome do profeta…”

Note que o historiador está dizendo que a festa aconteceu no dia em que Maomé ficou em privacidade com Safiyah e teve seus avanços sexuais com ela. Isto não consistia nenhum problema para o profeta, pois ele tinha seu Alá para revelar um verso dizendo que está tudo bem em dormir com mulheres capturadas em guerra sem casar com elas, mesmo que as mulheres mesmas já sejam casadas.

E todas as mulheres casadas (são proibidas a vós) exceto aquelas (cativas) que a mão direita possui… (Surata 4:24)

O verso acima mostra que Maomé não acreditava que os escravos possuíssem direitos. Se muçulmanos chegarem ao poder, este será o destino de todas as mulheres não muçulmanas. Muçulmanos não podem mudar o que Maomé disse ou fez.

Isto é confirmado em outro lugar.

Alcorão 23: 1-7

1-Venceram os crentes;
2- Que são pios nas suas orações;
3-E desprezam as conversas fúteis;
4- E dão o que é devido as pobres;
5- E refreiam a sua concupiscência;
6- Exceto com suas esposas e servas – e neste caso não são censurados;
7- Aqueles que cobiçam outras mulheres, são eles os transgressores
.

Continuemos com a história de Safiyah.

As outras esposas do profeta mostraram seu ciúme com atitudes descorteses sobre sua origem judaica. Mas o profeta sempre a defendia. Uma vez Safiyah foi vexada ao extremo pelos insultos de todas as mulheres árabes do profeta. Ela levou a queixa ao profeta, que sentiu grande compaixão dela. Ele a consolou e encorajou. Ele disse: “Safiyah, tenha coragem e seja forte. Elas não são de maneira alguma superiores. Diga: Sou filha do profeta Harun, sobrinha do profeta Musa, e uma esposa do profeta Maomé”.

Quando ela foi trazida com os outros prisioneiros, o profeta disse a ela: “Safiyah, seu pai sempre manteve inimizade comigo até que Alá tomou a decisão final”. Ela disse: “Mas Alá não pune um pelos pecados de outro”.

Isto contradiz o comportamento do próprio Maomé que aniquilou o povo Bani Qainuqa inteiro com o pretexto de que alguns deles tinham matado um muçulmano em retaliação à morte de um judeu. Ele baniu uma tribo inteira, fazendo-os pagar pela morte de um muçulmano, e aquele muçulmano já tinha matado um judeu. Mas isso não importava a Maomé. Ele precisava de uma desculpa para pôr a mão em sua riqueza.

Isto tudo é apesar do verso que diz “… nenhuma alma carregará o fardo de outra alma” (Surata 53:38). Também não foi Alá quem teve a decisão final.

Vejam como esse homem abominável lavou as mãos de seu crime. O pai de Safiyah foi morto por Maomé não por Alá. Se Deus quisesse matar todas aquelas pessoas, ele poderia ter feito isso sozinho. Deus não precisa de mercenários para satisfazer sua vontade.

O profeta então deu a ela a escolha de voltar a se juntar a seu povo e ter liberdade, ou aceitar o Islã e ter uma relação matrimonial com ele.

Dar a ela uma escolha? Que escolha? Maomé tinha matado seu marido e todos os seus parentes. Onde ela podia ir? Se juntar a seu povo? Que povo? Os homens foram mortos; e as mulheres, escravizadas.

“Ela era muito inteligente e gentil e disse: ‘Ó mensageiro de Alá, eu esperei pelo Islã, e o confirmei antes de seu convite. Agora tenho a honra de estar em sua presença, e tenho a escolha entre a infidelidade e o Islã. Juro por Alá, que Alá e seu mensageiro são mais caros a mim do que minha própria liberdade e a junção ao meu povo’”.

Tal confissão, se existiu, foi sincera? Ela tinha segurança ou liberdade para dizer o que ela pensava? Ela foi escravizada por um homem que tinha exterminado sua família. Vê a referência feita a sua “liberdade”. Isto mostra claramente que ela não era livre. De fato, ela deve ter sido inteligente de fabricar essas mentiras para salvar sua própria vida. Mas a verdade é que esta história é provavelmente falsa.

“Quando Safiyah se casou, tinha por volta de uns 17 anos e era extremamente bonita. Uma vez Aisha disse umas coisas sobre sua baixa estatura, sobre o que o profeta repreendeu: “você disse uma coisa que se fosse jogada ao mar, se misturaria com ele e faria suas águas poluídas”. (Abu Dawud). Ela não apenas o amava imensamente, mas o respeitava como mensageiro de Alá, pois tinha ouvido as conversas de seu pai e tio depois que foram a Medina. Quando o profeta migrou a Medina, eles chegaram a conhecê-lo e descobrir que ele era o veraz mensageiro de Alá mencionado nas escrituras. Quando eles voltaram e conversaram juntos naquela noite, Safiyah estava na cama os escutando. Um deles disse: ‘O que acha dele’? Replicou: ‘Ele é o mesmo profeta previsto nas nossas escrituras’. Então o outro falou: ‘E então o que deve ser feito’? A resposta foi que eles deveriam se opor a ele com toda a força”.

Dá pra acreditar nessa história narrada por Abu Dawud? Como é possível que dois judeus reconheçam Maomé como o profeta previsto em suas escrituras e decidam se opor a ele? Isto desafia toda a lógica. Alguém tem que ser “deficiente em inteligência” ou um muçulmano para crer nesta baboseira.

Ela estava profundamente apaixonada pelo Maomé, o assassino de seu pai e marido? Quão estúpidos devem ser os muçulmanos para acreditarem nesta narração? Como é que uma jovem de 17 anos se apaixona por um homem de idade com um dente quebrado e cheiro fétido? Leia meu livro PARA ENTENDER MAOMÉ para aprender como ele era deformado e cheirava mal (obs. o livro terá versão em Português este ano NT).

É duvidoso que estas sejam as palavras de Safiyah. Se ela disse tal coisa, ela estava mentindo para ficar segura, mas duvido que ela tenha dito tal coisa. Tudo que nós precisamos é um cérebro em funcionamento para descobrir onde os muçulmanos mentem.

Por que iria alguém decidir opor-se com toda força contra aquele que é sabido de ser o prometido em suas próprias escrituras? Onde na Bíblia Maomé é prescrito? A Bíblia menciona Maomé? Leiam esse artigo para ver as mentiras patéticas dos muçulmanos. Maomé não é mencionado na Bíblia ou em nenhum texto sagrado.

“Então Safiyah estava convencida da veracidade do profeta. Ela não poupou esforços para cuidar dele e providenciar todo conforto que pudesse pensar. Isto foi evidente desde que ela foi trazida a sua presença após a queda de Kheibar.”

Vejam como o escritor se contradiz em uma página. Apenas algumas linhas antes nós lemos que ela tinha sido capturada e levada a Maomé como uma prisioneira. Ela não foi por conta própria. Ela foi levada a Maomé porque ela era jovem e bonita.

“O profeta tinha um ligeiro rancor contra ela por ela ter se recusado quando ele quis ter privacidade com ela no primeiro momento (da jornada). Na outra parada, o profeta teve privacidade com ela e passou toda a noite em sua companhia. Quando a ela foi perguntado por Umm Sulaim: ‘o que viste no mensageiro de Alá’? Ela disse que ele estava muito satisfeito com ela e não dormiu nada, mas ficou conversando com ela a noite toda. Ele perguntou: ‘Porque você se recusou da primeira vez quando eu quis ter privacidade’? Ela dissera: ‘Eu estava receosa por causa da proximidade dos judeus. Isto aumentou meu mérito a seus olhos’”. (Tabaqat)

Bukhari também grafou alguns Hadith contando a invasão de Kheibar e como Maomé conheceu Safiyah.

 Relatou ‘Abdul ‘Aziz:

Anas disse: Quando o apóstolo de Alá invadiu Khaibar, nós oferecemos a oração do Fajr bem cedo pela manhã quando ainda estava escuro. O profeta cavalgou e Abu Talha cavalgou também e eu estava cavalgando atrás de Abu Talha. O profeta passou pela fronteira de Khaibar rapidamente e meu joelho estava tocando a coxa do profeta. Ele descobriu sua coxa e eu contemplei-lhe a brancura. Quando ele entrou na cidade, ele disse: ‘Allahu Akbar! Khaibar está arruinada. Sempre que nós nos aproximamos de uma nação hostil para lutar, o mal será daqueles a quem advertimos’. Ele repetiu isso três vezes. As pessoas saíram para trabalhar e algumas delas disseram: ‘Maomé chegou’. Alguns de nossos companheiros acrescentaram: ‘com seu exercito’. Conquistamos Kheibar, pegamos os cativos e o espólio foi coletado. Dihya veio e disse: ‘Ó profeta de Alá, vai e pega qualquer escrava’. Ele pegou Safiya bint Huyai. Um homem veio ao profeta e disse: ‘Ó apóstolo de Alá! Você deu Safiyah bint Huyai para Dihya e ela ainda é a senhora das tribos dos Quraiza e Na-Nadir e ela não é boa para ninguém a menos que seja para você’. Então o profeta disse: ‘Traga-o com ela’. Então Dihya veio com ela e quando o profeta a viu disse a Dihya: ‘Tome qualquer escrava entre as cativas’. Anas acrescentou: O profeta então a alforriou e a desposou’.

Thabit perguntou a Anas: ‘Ó Abu Hamza! O que o profeta pagou a ela (como Mahr)’? Ele disse: ‘ela mesma foi seu Mahr posto que ele a alforriou e então casou com ela. Anas acrescentou: No caminho, Um Sulaim a vestiu para o matrimônio e à noite a enviou como noiva do profeta. (Sahih Bukhari 1.367)

Mahr é o dote que uma noiva obtém do marido quando ele se casa com ela. Maomé não pagou a Safiyah seu Mahr porque ele tinha que pagar a si próprio por tê-la alforriado. Esta história é significante, pois nos dá um insight sobre a moral e os valores éticos de Maomé e seus ignorantes seguidores. Maomé era um psicopata. Mas os muçulmanos não têm vergonha. Eles cultuam um psicopata e querem que nós os respeitemos. A estupidez merece respeito? Pelo modo de seguir um homem insano, cada um deles age de modo insano.

Qualquer pessoa decente ou normal sente repulsa por histórias como essa, ainda assim Maomé ensinou que ele iria receber duas recompensas por casar com Safiyah. Uma por ter alforriado alguém que ninguém a não ser ele mesmo havia escravizado; e a outra por casar com ela.

Abu Musa relatou que o mensageiro de Alá (que a paz esteja sobre ele) disse que quem libertasse uma mulher e casasse com ela teria uma recompensa dupla. (Sahih Muslim Book 008, Number 3327)

Não é repulsivo? Deixemos de lado este estúpido discurso politicamente correto e chamemos as copas de copas e as espadas de espadas. Os muçulmanos são um bando de idiotas. Como é que essas pessoas podem ficar mais burras?

Relatou Anas:

O profeta ofereceu a oração do Fajr perto de Khaibar quando ainda estava escuro e aí disse: “Allahu-Akbar! Khaibar está destruída, pois todas as vezes em que nós nos aproximamos de uma nação hostil para combater, então o mal será a madrugada daqueles a quem advertimos’. Então os habitantes de Khaibar saíram correndo pelas estradas. O profeta já tinha matado todos os guerreiros, suas proles, e as mulheres tomadas como cativas. Safiyah estava entre as cativas. Ela primeiro caiu na partilha de Dahya Alkali, mas depois ela pertenceu ao profeta. O profeta fez de sua alforria seu Mahr (presente). (Sahih Bukhari V.5 B.59 N.512)

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para esse ano.

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