Juwairiyah

esposa do profeta juwairiyah

Texto de Ali Sina (2010). publicado por khadija kafir em 07-08-2015

As guerras que aconteceram na península arábica, antes do Islã, eram insignificantes em comparação àquelas instigadas por Maomé e outros líderes muçulmanos. Estas guerras antigas eram centradas em diferenças tribais e se resumiam a lutas e querelas entre os lutadores. Com o advento do Islã, veio não só a guerra, mas um inflexível genocídio e terror que rapidamente se tornariam componentes integrais do expansionismo islâmico posterior.

Os anos mais longínquos da carreira profética de Maomé em sua cidade natal Meca foram pacíficos. Depois de 13 anos pregando, não mais de 80 ou 100 pessoas aderiram à sua causa. Nem todos eram hábeis lutadores. Isto explica porque aqueles anos foram pacíficos: os maometanos não tinham força para lutar. Logo que Maomé imigrou para Medina e a população árabe daquela cidade aceitou sua religião, ele começou a assaltar e a fazer pilhagem, primeiro entre mercadores de caravanas e depois entre comunidades humanas.

Depois de um curto tempo reforçando sua posição entre os árabes de Medina, ele formou um cerco no alojamento judeu de Bani Qainuqa, uma população próspera de ourives e ferreiros; e depois de confiscar a propriedade deles (vinhedos e casas) bem como seus pertences (joias e brasões), ele os baniu da casa de seus ancestrais. Daí ele bateu o olho em Banir Nadir, outra tribo judaica de Medina. Ele fez a mesma coisa com esse povo. Matou seu líder e muitos homens capazes, e depois de confiscar suas propriedades e riquezas, os expulsou de Medina. Em nenhum dos dois casos, os judeus ofereceram resistência.

Encorajado por suas vitórias sobre essas fracas pessoas não combatentes e não ameaçadoras, que concordaram em desistir de seus bens em troca de suas vidas; e instigado por uma insaciável cobiça e ganância de poder, o apóstolo de Alá então mirou o olho em outras tribos da Arábia vivendo fora de Medina. Desta vez era a hora de bani al-Mustaliq. Bukhari, o grande biógrafo de Maomé, relata o ataque contra bani al-Mustaliq na história seguinte:

Relatou Ibn Aun:

Escrevi uma carta para Nafi e ele replicou que o profeta tinha subitamente atacado Bani Mustaliq sem aviso, enquanto eles estavam displicentes e seu gado estava sendo banhado nos lugares que tinham água. Seus homens combatentes foram mortos e suas crianças e mulheres foram feitas cativas; o profeta capturou Juwairiya naquele dia. Nafi disse que Ibn ‘Umar havia contado a presente narração e que Ibn ‘umar estava naquele exército. Bukhari Volume 3, Livro 46, número 717.

Este mesmo hadith é grafado em Sahih Muslim Livro 019, número 4292, o que aumenta sua autenticidade. Maomé moldou sua religião a partir do judaísmo na esperança que os judeus fossem os primeiros a guardar seu chamado. Para seu pesar, os judeus não tiveram interesse em sua religião e ele nunca os perdoou por isso. Ninguém rejeita um narcisista sem provocar sua ira. Maomé ficou tão bravo que até mudou a direção da Qiblah (a direção para onde o muçulmano deve olhar enquanto ora) de Jerusalém para a Caaba, que na época era apenas um templo de ídolos; e fez dos judeus um bode expiatório para juntar seguidores a sua volta.

Os árabes de Medina eram geralmente um bando de povos analfabetos com pouca técnica e frequentemente pobres que viviam do trabalho nos vinhedos dos judeus e oferecendo outros serviços a eles. Eles eram originalmente imigrantes do Iêmen, enquanto os judeus eram mestres do negócio e proprietários das terras, e chamavam Medina de lar por 2000 anos. Eles eram presa fácil. Maomé cercou suas riquezas, escravizou suas mulheres e crianças e distribuiu tudo entre os árabes.

Ele convenceu seus seguidores que assaltar e matar é ordenado por Deus. A partir daí, sua carreira profética se tornou muito lucrativa, uma que podia mudar sua sorte, e estabelecer sua nova religião em sua trilha de guerra e conquistas militares. Maomé enviou um de seus companheiros, Bareeda bin Haseeb, para espiar Bani al-Mustaliq. Depois de avaliar a situação, ele ordenou que seus homens atacassem. Os muçulmanos vieram de Medina no segundo dia do mês de Shaban no ano cinco depois da Hégira, e acamparam em Muraisa, um lugar que ficava a nove marchas de Medina.

O texto seguinte foi tirado de um site islâmico:

A notícia do avanço das forças muçulmanas já tinham alcançado Haris. Em pânico, seus homens o desertaram e ele mesmo tomou refúgio em algum lugar desconhecido. Mas a população local de Muraisa formou um exército contra os muçulmanos e lançou uma chuva de flechas de modo bem consistente. Os muçulmanos lançaram um ataque súbito e furioso e derrotaram o inimigo, que ficou com muitas vítimas e aproximadamente 600 pessoas foram aprisionadas. No meio do saque estavam 2.000 camelos e 5.000 cabras.

Dentre os prisioneiros de guerra estava Barra, a filha de Harris, que mais tarde se tornou Hazrat Juwairiyah, a consorte do profeta sagrado. De acordo com a tradição prevalente, todos os prisioneiros foram feitos escravos e distribuídos entre os soldados muçulmanos vitoriosos. Hazrat Juwairiyah caiu no lote de Thabit bin Qais. Ela era a filha do líder do clã, portanto sentiu muito a derrota e a desgraça em ser feita escrava de um soldado muçulmano comum. Ela pediu para que ele a soltasse mediante o pagamento de um resgate. Thabit concordou com isso se ela pudesse pagar nove auqias de ouro. Hazrat Juwairiyah não tinha dinheiro na hora (como se ela pudesse sacar em um banco. Maomé tinha confiscado tudo que ela e seu povo possuíam. Como ela teria dinheiro?)

Ela tentou angariar dinheiro através de contribuições, e se aproximou do profeta sagrado também com essa intenção. Ela disse a ele: “Ó profeta de Alá! Eu sou a filha de Al Haris bin Zarar, o cabeça de todos da tribo. Sabes que é por acaso que nosso povo é feito cativo (por acaso? Eu pensei que Maomé os tivesse assaltado) e eu cai na partilha de Thabit bin Qais; e pedi que me libertasse considerando meu status, mas ele recusou. Por favor, faça um gesto de caridade e me salve da humilhação”.

O santo profeta ficou comovido (ahhh, ele ficou comovido. Que lindo!) e perguntou à mulher cativa se ela queria algo melhor. Ela perguntou que coisa era aquela. Ele disse que pagaria seu resgate e casaria com ela se ela quisesse. Ela concordou com essa proposta. Então o sagrado profeta pagou o montante do resgate e a desposou”.

A narrativa acima é a história de como Maomé casou com Juwairiyah como foi grafada por historiadores muçulmanos. O interessante é que Maomé faz o seu deus louvá-lo com versos tais como “E és, com certeza, de um caráter eminente”. (Alcorão 68:4) e “O mensageiro de Deus é um belo exemplo para os que confiam”. (33:21). A pergunta que não quer calar: ele era realmente um padrão de moral sublime e bom exemplo a ser seguido?

Primeiro ele ataca uma população sem aviso e a pega de surpresa. Isto se chama terrorismo. Por quê? Porque eles eram um alvo fácil e eram abastados. Como usual, ele mata os homens desarmados, saqueia seus pertences, e daí escraviza o resto. Esse é o comportamento de um mensageiro de Deus?

O narrador diz: “de acordo com a prática prevalente, todos os prisioneiros eram feitos escravos e distribuídos entre os soldados muçulmanos vitoriosos”. Enquanto lemos a história do Islã, nós realmente vemos que esse era realmente o costume prevalente dos muçulmanos através de sua história sangrenta. Mas a pergunta é: um mensageiro de Deus deve agir assim?

Maomé chamou a si mesmo de misericórdia de Deus para todos os mundos (21:107). Qual é a diferença entre ser a “misericórdia de Deus” e ser um rude gangster saqueador? Se essa era a prevalência entre os árabes, não podia um mensageiro de Deus mudá-la? Por que se meter em práticas tão bárbaras? Ele não disse que veio para dar exemplo a todos? Ele veio dar exemplo ou imitar as más condutas das pessoas da época?

Os apologistas dizem que Maomé ficou “tocado”. Obviamente ele não foi movido pela compaixão, mas pela luxúria. O homem era sem coração. O que o movia eram seus genitais. Maomé não libertou Juwairiyah porque ele sentiu pena dela, mas porque ele a almejava para si. Ao contrário do que o que as pessoas pensam, Maomé não queria converter as pessoas a sua religião. Seu desejo real era poder, riqueza e dominância. A religião era um pretexto. Ele pesava cada caso e considerava os benefícios. Na maioria dos casos, era mais lucrativo que as pessoas não se convertessem ao Islã, mas fossem mortas e seus pertences fossem saqueados.

 Se às pessoas fosse dada alguma escolha, elas poderiam temer a derrota e se converterem ao Islã. Daí Maomé não poderia roubar suas riquezas. Maomé não deu aviso à Bani Mustaliq e muitos outros a quem ele tomou de assalto, venceu e saqueou.

Muslim, outro biógrafo de Maomé relata:

“Ibn ‘Aun relatou: eu escrevi a Nafi perguntando se era necessário estender (aos descrentes) um convite a aceitar o Islã antes de se meter em luta com eles. Ele escreveu (em réplica) que era necessário nos períodos iniciais do Islam. O mensageiro de Alá fez um saque em Banu Mustaliq enquanto eles estavam desavisados e seu gado estava bebendo água. Ele matou aqueles que lutavam e aprisionou outros. Naquele mesmo dia, ele capturou Juwairiyah bint al-Harith. Nafi disse que este hadith foi relatado a ele por Abdullah b. Umar que estava pessoalmente entre as tropas saqueadoras.” Muslim Livro 019 número 4292.

Os guerreiros muçulmanos levaram a cabo essa Sunna (exemplos estabelecidos por Maomé) depois de sua morte. Quando um exército muçulmano invadia uma cidade, eles não permitiam que o povo se convertesse ao Islã por três dias. Durante esses três dias eles matavam tantos homens quanto podiam, pilhavam suas propriedades e estupravam suas filhas e esposas. Somente depois que uma cidade era dizimada e as jovens mulheres e crianças que podiam ser vendidas como escravas eram capturadas a brutal campanha de islamização começava, com seu mandato de converter ou morrer. Aos judeus e os cristãos era dada a proteção, mas só se entrassem no estado da dhimmitude. Dhimmi quer dizer protegido. Mas os dhimmis tinham que pagar por essa proteção. O pagamento conhecido como Jizyah era a fonte de renda para os muçulmanos, que pensavam que podiam viver como parasitas pelo trabalho dos dhimmis.

Relatou Juwairiya bin Qudama At-Tamimi:

Nós dissemos para Umar bin Al- Khattab, ‘Ó cabeça dos crentes! Aconselha-nos!’ Ele respondeu: ‘eu aconselho a obedecer à conveniência de Alá (feita com os Dhimmis) pois é a conveniência do seu Profeta e a fonte de vida de seus dependentes (as taxas dos Dhimmis)”. Volume 4, Livro 53 Número 388:

Aisha, que acompanhou o profeta em sua expedição, narra como Juwairiya foi capturada.

Quando o profeta – paz esteja sobre ele – distribuiu os cativos de Banu Almustaliq, ela (Barrah) caiu no lote de Thabit ibn Qyas. Ela era casada com o primo, que morreu na batalha. Deu a Thabit uma escritura, concordando pagar a ele uma quantia em ouro pela sua liberdade. Ela era uma mulher muito bonita. Cativava qualquer homem que a visse. Ela veio até o profeta – a paz esteja sobre ele – para ajudá-la nessa matéria. Tão logo que eu a vi ante a porta do meu quarto, tomei uma aversão por ela, pois eu sabia que ele a enxergaria como eu a enxergava. Ela entrou e eu disse a ele quem ela era, a filha de al-Harith ibn Dhirar, o cabeça de seu povo. Ela disse: ‘você pode ver o estado em que estou. Caí no lote de Thabit, e dei a ele uma escritura em resgate; e vim aqui pedir ajuda nessa questão’. Ele disse: ‘você quer algo melhor do que isso?’ Livrá-la-ei de seu débito e casarei com você’. Ela disse: ‘sim. Então é o mensageiro de Alá!’  ‘Feito’- ele respondeu”.

Esta história põe termo a qualquer argumento sobre os motivos reais para Maomé ter tantas mulheres. Não era para ajudar as viúvas, mas porque elas eram jovens e bonitas. Maomé assassina o marido de Juwairiyah, que era também seu primo. Cativado por sua beleza, ele se oferece a libertá-la, mas na condição que ela se case com ele. Depois de vir à Maomé pedir sua ajuda, este autoproclamado profeta “misericórdia de Deus para a humanidade” apresenta a ela uma escolha difícil, cujo preço era tornar-se a esposa do assassino de seu marido. Que outra escolha ela tinha?

Os apologistas muçulmanos insistem que a maioria das esposas de Maomé eram viúvas e querem que acreditemos que Maomé casou com elas por caridade. A verdade é que elas eram jovens e bonitas. E se eram viúvas, isso era porque o próprio Maomé havia assassinado seus maridos. Juwairiyah tinha apenas 20 anos; Maomé, 58.

 O resto da história é mesclado com meias verdades e exageros, de maneira tal que mancha a maioria dos hadiths.

Foi dito que o profeta – paz esteja sobre ele – afastou-se do local do ataque com Juwairiyah e estava em Dhuljaysh, ele a confiou para um dos Ansar e partiu em direção a Medina. Seu pai, al-Harith, descobriu que ela era feita cativa e voltou a Medina levando a quantia do resgate de sua filha. Quando ele alcançou al-Aqia, olhou para os dois camelos que havia trazido em resgate e os admirou, então ele os escondeu em uma das passagens de al-Aqia. Daí ele veio até o profeta – a paz esteja sobre ele – arrastando os camelos atrás de si e disse: ‘Minha filha é muito nobre para ser mantida em cativeiro. Liberte-a mediante este resgate’. O profeta – paz esteja sobre ele – replicou: ‘não é melhor deixa-la escolher?’. ‘É justo’, disse al-Harith. Ele se dirigiu à filha e disse: ‘Este homem está deixando você escolher, então não nos desonre!’ ‘Escolho o mensageiro de Alá’, disse calmamente. ‘Que desgraça!’- exclamou.

O profeta – paz esteja sobre ele – daí disse: ‘onde estão os dois camelos que você escondeu em al-Aqia na passagem tal e tal?’ al-Harith exclamou: ‘Testemunho que não há Deus, mas Alá, e que você, Maomé, é o mensageiro de Alá! Pois ninguém saberia disso a não ser Alá’. Ibn-i-S’ad em seu ‘Tabaqat’, afirma que o pai de Juwairiyah pagou seu resgate e quando ela ficou livre, o santo profeta a desposou. Como resultado desse casamento, todos os prisioneiros de guerra – cerca de 600 – foram libertados pelos muçulmanos, uma vez que eles não gostavam que nenhum membro da família do profeta fosse feito escravo.

É difícil dizer quais partes da história são verdadeiras. Mas não é difícil notar as contradições contidas dentro da história principal. Nós lemos que Maomé pagou o resgate a Thabit, o captor de Juwairiyah e então casou com ela. Depois lemos que Hairth, o pai de Juwairiyah pagou o resgate.

Quanto ao fato de Maomé ter habilidades psíquicas por saber de uma determinada informação tal como a dos camelos, nós podemos concluir que essas assertivas são falsas. Em muitas ocasiões Maomé demonstrou precisamente o contrário, e provou que ele não tinha de maneira alguma habilidades psíquicas, quanto mais prescientes, pois falhava em discernir ou ter através da divina benção, a informação que ele queria. Por exemplo, quando assaltou Khaibar, ele torturou Kinsns o tesoureiro da cidade até a morte, de modo que pudesse extrair dele a informação que levaria ao paradeiro dos tesouros.

Observe que neste exemplo em particular os árabes exibiam um padrão moral superior ao do profeta. Eles libertaram os parentes de Juwairiyah quando souberam que o profeta a havia desposado. Maomé era desprovido da decência comum, incapaz de ter ou mostrar uma nesga da virtude de um líder moral.

Os muçulmanos dizem que Juwairiyah se tornou uma crente devota e passava todo o dia rezando. A fonte para essa afirmação pode ser encontrada no livro de Usud-ul-Ghaba. O autor escreve que todas as vezes em que o profeta se aproximava de Juwairiyah, ele a encontrava rezando. Então ele retornava mais tarde e ainda a via rezando. Um dia ele disse para ela: “Posso ensinar a você algumas palavras que terão mais peso do que o que você tem feito? Você deve dizer: “Glória a Alá tantas vezes quanto seja o número de suas criaturas, e tanto quanto seja o peso de seu trono, e em tanta quantidade quanto a tinta usada para escrever suas palavras” (subhaana allahe ‘adada khalqihi, subhana allahe ridhaa nafsehe, subhana allahe zinata ‘arshehe, subhana allahe zinata ‘arshehe,subhana allah midadda kalimaatihi).

Pergunta-se por que os muçulmanos desperdiçam tanto tempo para rezar cinco vezes por dia quando eles têm essa fórmula tão simples e tão infalível de louvar a Deus? Olhemos essa história em uma perspectiva mais realista. Coloque-se no lugar de uma jovem mulher que caiu no lote do assassino de seu pai. Se você fosse uma mulher na situação de Juwairiah, como se sentiria em relação ao assassino de seu marido e pessoas queridas? Suponha que não houvesse outro lugar a ir. Juwairiah não tinha escolha, a não ser aceitar a proposta de casamento de Maomé. Agora o que qualquer mulher faria quando esse homem viesse à procura de sexo? Ela provavelmente inventaria uma maneira de se livrar dele tanto quanto fosse possível. Foi isso que Juwairiah fez. Todas as ocasiões em que ela ouvia os passos de Maomé, ela fingia estar rezando, na esperança que ele fosse atrás das outras esposas satisfazer sua luxúria miserável. Ainda assim, Maomé era um safado. Ele logo prescreveu uma frase e disse a Juwairiyah que seria “de maior peso” do que rezar o dia todinho, tirando dela a desculpa para esquivar-se dele.

Nenhuma pessoa decente pode crer que esse criminoso depreciável possa ser um profeta de Deus. Os que chamam a si mesmos de muçulmanos são: ou ignorantes da verdade ou criminosos sem vergonha. Se até agora a ignorância foi uma desculpa, ela não é mais. Agora é com você provar sua humanidade, cuspir em Maomé e seu livro imundo de terror e deixar o Islã.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução prevista para esse ano.

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