Islam racista e a favor da escravidão? – Ódio disfarçado de crença.

mona

Texto de Mona Walter. Para ler o original, clique aqui.

Tradução khadija kafir (07-07-2015)

A propaganda islâmica está enganando as pessoas dizendo que o islã, ao contrário do Cristianismo, é uma religião de igualdade para todos os povos. Mas quando a gente olha de perto as atitudes de Maomé em relação aos escravos e a seu comércio, nós obtemos um retrato das atitudes do Islã com relação a liberdade. Maomé pegou muitos escravos e ele também foi um dos mercadores.

Ibn Qayyim al-Jawziyy escreve sobre isto na biografia de Maomé, que ele (Maomé) possuía duas escravas e 27 escravos. No livro Zad Al-Miad, escrito por um grande historiador islâmico, Jawziya, afirma-se que o profeta Maomé tinha muitos escravos, tanto homens quanto mulheres que ele comprava e vendia. Maomé comprou mais escravos do que vendeu, principalmente depois que ele se tornou um profeta.

Mesmo hoje, ISIS e Boko Haram estão pegando mulheres e vendendo – por quê? Pelo direito que os muçulmanos têm de manter intercurso sexual como está indicado no Alcorão 23: 1-6 e 4:24 que dá aos muçulmanos direitos sexuais sobre suas esposas e sobre aquelas “que a mão direita possui.

Maomé e o Islam também fazem uma grande diferença em relação as pessoas de diferentes partes do mundo. Maomé tinha atitudes racistas com relação aos negros da África.

Nas páginas 115 e 116 do Al Gawzyyia, nós lemos como Maomé tratava seu escravo negro Zayd ibn Haritha. Ele o forçava a carregar os pertences de um amigo enquanto eles ficavam no deserto sob os raios quentes do sol. Maomé o apelidava seu navio. Ele dizia que os negros eram escravos de nariz chato em Sahih Muslim Vol 9, páginas 46 e 47.

Maomé chamou as pessoas negras de “cabeça de uva passa” em Bukhari vol. 1 Nº 662 e Vol 9, Nº 256. Em Sahih Muslim, Livro 10, Número 3901, nós podemos ler como Maomé comprou uma escrava branca, e pela qual ele pagou com dois escravos negros. Isto significava que os negros eram menos valiosos do que os brancos para Maomé. Hoje os muçulmanos que falam Árabe chamam as pessoas negras de Abd, que em árabe significa “escravo”.

Com este conhecimento de Maomé e assim a visão do islã em relação a humanidade, e especialmente com relação aos negros, está além da minha capacidade entender como é que qualquer pessoa negra continua a ser um muçulmano ou se converter ao islam. Hoje, o mundo branco cristão reconhece os abusos e injustiças contra a população negra e também renuncia às atrocidades dos velhos tempos.

Quando é que o mundo islâmico vai fazer o mesmo, ao invés de fazer como agora em dizer que o islam nunca foi a favor da opressão e da escravidão? Vocês especialistas negros e imames em volta do mundo e em nossas mesquitas suecas, como é que vocês encaram isso? Como é que vocês podem defender o Maomé e a visão racista do islam em relação aos negros?

Como mulher africana que sou sinto desgosto em todo meu ser quando meus irmãos e irmãs africanos aderem ao islam. Especialmente quando entendemos como o profeta Maomé enxergava as pessoas negras.

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Sobre a autora: Mona Walter é uma ex-muçulmana nascida na Somália que se converteu ao Cristianismo após ler o Alcorão e descobrir a verdade sobre o Islam. Vive na Suécia há cerca de 20 anos, um país que a acolheu como refugiada. Ela luta para conscientizar as pessoas sobre a situação das mulheres nas comunidades muçulmanas deste país e vive sob ameaças de morte.

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