O problema com a esquerda.

Para assistir ao vídeo a que a imagem se refere visite: http://www.exmuculmanos.com/?page_id=111

O seguinte é um trecho do artigo The problem with the left (O problema com a esquerda-2006) ondeAli Sina critica o comunismo pela sua cegueira em não ver os perigos do Islã.

Tradução khadija Kafir 12/06/2015

(…) O Marxismo não reconhece nacionalidade. De acordo com sua pervertida interpretação da história, todas as guerras são movidas por motivos econômicos e fomentada pelos capitalistas para vender armas. Esta é sua definição infantil para todos os conflitos humanos. De acordo com sua utopia, os proletariados do mundo todo têm um interesse em comum e não vão fazer guerra uns contra os outros. A História provou que isso está errado. Os soviéticos e os chineses estiveram em estado de guerra fria por décadas e também durante a primeira e segunda Guerra Mundial e os trabalhadores europeus também pegaram em armas uns contra os outros. Apesar da evidência de que o comunismo é um paradigma falho, os esquerdistas não podem desistir tão facilmente de seu dogma. Para eles, o esquerdismo é uma religião.

De acordo com essa religião, todos os pobres são bons e todos os ricos são maus; todas as pessoas de pele escura são oprimidas e todos os brancos são opressores; todas as culturas são igualmente boas, exceto a cultura ocidental que é exploradora. E, é claro, a moral é relativa: os valores do que é certo e errado precisam ser definidos. Tudo isso é dogma. Semelhante à crença em “jinns”, isto é falácia lógica e mistificação. As culturas não são iguais. Como é que uma cultura que subjuga as mulheres e castiga as minorias pode ser igual a uma que promove a igualdade de direitos e a liberdade de expressão? É idiotice dizer que todas as culturas são iguais. As culturas evoluem e outras evoluem menos. Algumas culturas não são realmente culturas, mas barbaridades. O relativismo cultural é portanto uma falácia.

 A esquerda falhou em se tornar atraente. As pessoas mostram pouco interesse na utopia marxista. Qual é o problema (na opinião esquerdista N.T.)? O problema é o Judaísmo, o Cristianismo, o Hinduísmo e o Budismo e virtualmente todas as religiões. Qual é a solução? Livrar-se de todas elas. Como? Destruindo tudo que elas apoiam, incluindo a moralidade. Desde modo, pode-se pavimentar o caminho para o Comunismo. O Islã é – todavia- a exceção. O Islã tem sido usado como um instrumento de domínio através da historia. Mirza Malkam Khan, um muçulmano reformista do século XIX costumava dizer: “diga aos muçulmanos que algo está no Alcorão e eles vão morrer por você”. Malkhan Khan era um armeno que se converteu ao Islã para usá-lo em sua agenda política. Você pode encontrar qualquer coisa no Alcorão para apoiar qualquer agenda, pois ele está cheio de assertivas contraditórias. Uma vez que as massas muçulmanas são ignorante de sua religião, eles podem ser levados a qualquer direcionamento. Os comunistas presumiram de maneira tola que poderiam se aproveitar da ignorância islâmica e sua propensão para a histeria em massa para usar em vantagem própria. Todavia o contrário sempre foi o caso. Foram sempre os muçulmanos que usaram os comunistas para chegar ao poder, e uma vez lá, se voltaram contra eles e cortaram sua garganta de modo literal e figurado.

 (…)

A sociedade pode viver sem religião, mas não pode viver sem moralidade. Nós não podemos jogar fora o bebê junto com a água da banheira. A tradição judaico-cristã fez muito mal, mas também fez muito bem. Ela deu a luz à maior civilização que a humanidade já conheceu. Não sejamos tendenciosos. A democracia tem trazido ao mundo este progresso nas duas últimas décadas, que não podia ter nascido em nenhuma outra cultura. Os muçulmanos não são capazes de acolhê-la mesmo nos dias de hoje.

Eu admito que a tradição judaico-cristã já está ultrapassada em utilidade. Mas o problema é que destruindo seu caráter, os liberais somente pavimentaram o caminho para a tomada Islâmica. Enquanto não tivermos uma alternativa para a fonte de moralidade, o dano causado por se livrar da religião irá ser pior do que qualquer benefício possível.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, ALI SINA também é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução em progresso.

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